Hinata é uma mulher com questões mal resolvidas em sua vida e quando em um dia aleatório da semana ela vê um cara loiro atravessar a porta do bar aonde se apresenta, todos os seus fantasmas voltam a tona. Naruto e Hinata tem uma história mal acabada...
Particularmente, eu não gostei muito desses capítulos. Vamos ter um arco do passado deles e tudo o que eu posso fazer é pedir que tenham paciência. Como eu disse, eu mesma não tô gostando mt kkkkkkkk e ainda ta sendo difícil de escrever, mas é algo importante então bora lá!
Preciso que vocês leiam essa parte e me dêem apoio, em breve teremos a continuação da história de onde ela parou!
Todos os capítulos a partir de agora irão narrar o passado, quando esse arco acabar, eu irei avisar!
Boa leitura! Votem e comentem!! 💗
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Hinata era uma parte importante da minha vida, a melhor, mas tudo começava bem antes dela.
Alguns anos atrás
Gostei de brincar com terra e plantas até os dez anos de idade. Kushina, minha mãe, achava que eu poderia ser um bom biólogo, mas para Minato, aquilo não era mais do que baboseira.
Meu pai não era um homem ruim. Ele só era rígido e tinha opinião forte. Meu avô foi um militar e só se aposentou quando realmente não aguentava trabalhar mais, ele tinha um problema no joelho e andava mancando na maior parte do tempo. Ele não me dava presentes, nem abraços, também não fazia questão de nos visitar muito e imagino que meu pai tenha crescido da mesma maneira. Com um pai ausente que pouco se importava e quando estava em casa era um merda total, tratava os filhos como se fossem soldados e não crianças. Eu só tinha dez anos, mas conseguia perceber isso. Meu avô era um pai de merda.
Meu pai, Minato, não era tão ruim quanto ele. Seus abraços não eram tão frequentes, mas eu gostava que quando fazia algo que o deixasse orgulhoso, ele fazia carinho no meu cabelo. Também tínhamos as terças do filme aonde ele me deixava escolher o que quisesse para assistir. Minha mãe fazia um balde enorme de pipoca e nos espremiamos no sofá minúsculo de casa. Meu pai também havia feito parte do exército, sei que haviam partes que ele preferia esquecer, mas diferente do meu avô, ele estava ali para gente, para tudo o que precisassemos. Ele era ruim demonstrando carinho, mas sabia que nos amava e nós o amávamos de volta.
Éramos uma família feliz apesar de tudo.
Até o dia em que tudo aconteceu.
Minha mãe foi assaltada à duas quadras de casa, o merda do assaltante se irritou e atirou nela.
Kushina morreu com dois tiros no peito, à duas quadras de casa.
Lembro de ver a cena do crime, ela estava carregando sacolas de mercado com calda de chocolate dentro. Havia sido eu quem pediu para ela comprar.
Naquele dia meu pai me pegou no colo e me levou direto para casa. Ele só me soltou quando estávamos dentro do seu quarto, ele colocou uma jaqueta e se virou para mim. Seus olhos estavam vermelhos como se quisesse chorar.
— Aconteceu uma coisa ruim filho... — ele murmurou, fazendo carinho no meu cabelo. — A mamãe... Não vai voltar para casa.