CHAPTER 18

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— Obrigada. — Rebekah disse após Elena devolver o colar de sua mãe.

— Você está linda. — Elena disse, dando um tapinha reconfortante em Rebekah, e a apunhala pelas costas. Rebekah geme de olhos arregalados. — Desculpe, mas eu não posso contar com a sorte.

Rebekah cai no chão dessecada.

Damon entra com um sorriso malicioso no rosto, pega Rebekah no colo a levando para o porão.

Bonnie que estava camuflada e invisível assistiu como uma vampira de mil anos parecia uma adolescente sensível. A original sabia que não podia confiar em Elena, mas Bonnie não disse nada sobre a adaga, então Rebekah baixou a guarda e foi apunhalada. Assim que todos saem da pensão, Bonnie tira o feitiço de invisibilidade e puxa o punhal da amiga loira.

Rebekah suspira alto. — Aquela vadia. — Ela esbraveja. — Eu fui idiota, mesmo sabendo que ela não era confiável, ainda assim não imaginei que ela fosse me apunhalar.

Bonnie sorri triste, ela ficou chateada com o que viu, dessa vez Rebekah não estava sendo sincera com Elena, mas da outra vez ela foi e mesmo assim Elena a apunhalou.

As duas amigas vão para a festa na propriedade Lockwood, assim que chegam Rebekah fica escondida camuflada com Finn e Lucy, enquanto Bonnie vai procurar Caroline.

— Aí está você. — Caroline diz entregando para ela um copo de cerveja. — Você viu ele?

— Care, não quero falar sobre isso. — Suspira.

— Ok! — A loira sorri. — Vamos dançar.

Após dançar algumas músicas com sua amiga, Bonnie ver Mikael.

— Hora de ir. — Bonnie leva Care até o carro e a camufla, ela estava voltando para a festa quando alguém pressiona um pano com algo em seu nariz e sua vista escurece, a última coisa que ela se lembra é de alguém a segurando.

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Klaus estava na festa esperando pelos movimentos dos seus irmãos, da gangue do Scooby-Doo e do seu pai, ele queria se concentrar mas seus pensamentos estavam povoados pelos últimos acontecimentos, mesmo a contragosto ele olhava ao redor procurando uma certa bruxa de olhos verdes. Era irritante o quanto sua traição o machucou, e mesmo assim ele queria está perto dela, beijar aquela boquinha atrevida dela. Era frustrante.

Klaus estava na mesa de bebidas com um dos seus híbridos quando uma híbrida para ao seu lado.

— Você tem visita.

— Diga ao visitante que estou ocupado comemorando minha vitória. — Disse com descaso.

— Ele se chama Mikael.

A expressão do híbrido se fecha, ele respira fundo. Klaus sabia que esse confronto seria inevitável.

— Não podemos deixar ele esperando. — Ele a encara. — Leve todos para os fundos, vou ter uma conversinha com meu pai. — rosnou. 

Dando sinal para outros híbridos, a híbrida sai para fazer o que seu alfa ordenou. Klaus vira sua bebida. — Toni, você sabe o que fazer. — disse saindo ao encontro do seu pai, parando frente a frente com o homem que ele mais buscou amor e aceitação.

𝐔𝐌𝐀 𝐍𝐎𝐕𝐀 𝐂𝐇𝐀𝐍𝐂𝐄 (𝒦𝓁𝑜𝓃𝓃𝒾𝑒)Onde histórias criam vida. Descubra agora