O outro Lado desmoronou, e a jovem bruxa se viu à beira de um abismo. Mas e se, em vez de ser engolida por um mundo-prisão desolador, o destino tivesse tecido um fio diferente para ela? E se, em um piscar de olhos, Bonnie fosse lançada não para fren...
Com o aroma doce da esperança pairando no ar, Bonnie e Lucy chegaram ao aeroporto de Mystic Falls, seus passos ecoando a excitação de um novo capítulo. Quase no mesmo instante, Caroline e Jenna surgiram, a luz da antecipação brilhando em seus olhos. Após o check-in, as quatro se reuniram, a energia da amizade envolvendo-as num casulo de alegria.
— Garotas, que tal uma foto? — a voz vibrante de Care quebrou o burburinho, seu iPhone já em punho. Um flash de sorrisos e poses capturou o momento, um registro para a eternidade daquele início promissor.
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Minutos depois, o anúncio do voo ecoou, um convite irrecusável à aventura. Bonnie reivindicou o assento da janela, Caroline aconchegou-se ao seu lado, enquanto Lucy e Jenna se acomodavam nas poltronas à direita.
— Isso é tão legal, Bon! — Care exclamou, a voz transbordando de felicidade. — É a nossa primeira viagem de avião juntas!
— A primeira de muitas. — Bonnie retribuiu, seu sorriso, um vislumbre do futuro que as esperava.
Um silêncio momentâneo pairou, quebrado pela voz melancólica de Caroline.
— Sabe, seria bom se a Elena estivesse aqui.
Bonnie suspirou, um traço de indiferença em seu tom. — Care, você sabe que com o Stefan fora, a Elena só pensa nele. Na verdade, mesmo se ele estivesse lá, ela não viria. Desde que eles começaram a namorar, só ele e o Damon são importantes para ela.
Caroline assentiu, a tristeza nublando seus olhos. Jenna, que até então apenas escutava, sentiu um aperto no coração. Sua sobrinha estava se perdendo num mundo de paixões egoístas, negligenciando as joias raras que eram Bonnie e Caroline.
As horas voaram, preenchidas por conversas amenas e o sono profundo que só uma viagem longa pode proporcionar. Sete horas depois, o avião tocou o solo de Los Angeles, a cidade dos sonhos acenando com suas promessas.
No saguão, Maze aguardava, sua ansiedade quase palpável. Seus olhos varreram a multidão até encontrar Lucy, um sorriso radiante brotando em seus lábios. — Lucy, que saudade! — Maze exclamou, puxando a amiga para um abraço apertado, a alegria contagiante. — Estou tão feliz em revê-la.
— Eu também estava morrendo de saudades, faz um tempo, não é? — Lucy respondeu, seu sorriso carinhoso enquanto se afastavam.
Maze percorreu o grupo com o olhar, seus olhos fixando-se numa morena de esmeraldas cintilantes. Um sorriso de reconhecimento iluminou seu rosto.
— Essa é a Bonnie, nossa prima. Bon, essa é a prima Mazekenn.
Bonnie estendeu a mão, um sorriso tímido adornando seus lábios.
— Muito prazer em conhecê-la.
Mas Maze não se contentou com um aperto de mãos. Puxou Bonnie para um abraço reconfortante, a magia de ambas cantando em uníssono, uma melodia ancestral de reconhecimento. Bruxas da mesma linhagem, a conexão era inegável, a magia pulsando entre elas como um fio invisível.