O que começou como uma festinha inofensiva tomou um rumo inesperado quando, após algumas doses de tequila, Emma teve um caso com uma gângster, o que resultou em uma gravidez indesejada e inesperada. Agora, Jenna decidiu que não apenas o bebê é dela...
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Faz duas semanas que a Jenna está trabalhando em casa.
Eu não aguento mais estar grávida. Falta uma semana pra eu completar nove meses.
O quarto da Anna já está prontinho pra receber ela.
Eu passo a maior parte do tempo sentada no sofá do escritório da Jenna me entupindo de comida e observando a Jenna trabalhar. As vezes obrigando ela a experimentar minhas besteiras.
Ela não se incomoda com a minha companhia, e se incomoda não fala nada.
— Você acha que consegue sair pra jantar? - ela pergunta.
— Jantar?
— Não conseguimos comemorar o seu aniversário. Depois que a Anna nascer vamos ter que passar um tempinho sem sair.
— Claro- dou um sorriso- adoro jantar fora.
— Vamos as 20:00, pode ser?
— Claro.
Passei o dia todo fazendo nada. Quando deu sete da noite fui tomar um banho e me arrumar.
Só entro nos vestidos então coloco um deles, um que marca bem a minha barriga.
— Tá pronta? - Jenna entra no closet - uau- ela me encara.
— Tô bonita?
— Uma garota cheia de marra disse que "bonita"não é um bom elogio - isso me tira um sorriso- você está incrível nesse vestido. Adoro o jeito que marca a sua barriga.
— Tô pronta.- ela segura minha mão e descemos as escadas bem lentamente.
Jenna dirigiu até um restaurante italiano que é muito bem falado.
Vim no melhor restaurante italiano da cidade e vou tomar suco e não vinho. Meu pai passa mal só com a possibilidade.
— Que foi? - pergunto - você tá me olhando estranho.
— Desculpa. É que a vezes o choque de realidade me atinge. Anna tá quase aqui...
— Sim. Agora que ela tá quase nascendo parece que tudo ficou mais real.
— Sim - ela bufa frustrada- vamos dar conta?
— Temos que da- dou uma risada nervosa- muita responsabilidade.
— Tenho medo de vacilar e traumatizar a menina.
— Eu sei que você teve uma infância difícil e que isso te deixou com cicatrizes irreversíveis. Mas você não é o seu pai, não vai traumatizar a nossa filha.
— Você não pode garantir isso.
— Posso sim. Você tem todo um cuidado quando se trata dela, só o fato de você ter medo de machucá-la, já mostra que você vai fazer de tudo pra isso não acontecer. Não vamos ser perfeitas, afinal somos nós, mas vamos ser razoáveis.