O que começou como uma festinha inofensiva tomou um rumo inesperado quando, após algumas doses de tequila, Emma teve um caso com uma gângster, o que resultou em uma gravidez indesejada e inesperada. Agora, Jenna decidiu que não apenas o bebê é dela...
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Minha esposa quase me pisoteou pra entrar em casa logo. Ela com certeza deixou o cavalheirismo em Barbados.
Mal pisquei e ela já estava com a Anna no colo comentando como estava com saudades e enchendo ela de beijos.
Eu amo ver ela toda boiolinha pela Anna e meia hora depois escutar ela ameaçando alguém pelo telefone. Eu disse que a Anna ia tirar toda a marra dela.
— Nossa, você tá enorme. — reviro os olhos pelo drama dela.
— Jenna, ela não cresceu horrores em uma semana.
— Sua mãe não entende. — reviro os olhos de novo e pego a Anna.
— Oi, filha, sentiu saudades da mamãe? — ela pega o dedinho e põe no meu peito, bem na região onde fica o bico. — Claro, não sentiu minha falta, sentiu falta do meu peito.
Ela fica concentrada tentando abaixar a alça da minha blusa.
Meu Deus, 8 meses já... Como passou rápido.
Me sento no sofá e deixo ela mamar. Minha esposa senta do meu lado e fica brincando com o pezinho dela.
— Olha só esses dedinhos minúsculos. Emma, a gente fez a criança mais bonita do mundo. Olha só pra ela, tão perfeita...
— Ela é mesmo — dou um sorriso — mas isso não muda o fato de você ser uma mãe babona.
— Você não vai renovar, né? — ela pergunta.
— Do que você tá falando?
— A injeção anticoncepcional. Quando for o dia de tomar, você não vai, né?
— Não. Se isso for o que você quer.
— Já falamos sobre isso, quero um segundo filho tanto quanto você.
— Certo. Sem injeção.
— Você quer um irmãozinho, Anna?
— Vai ter que dividir a mamãe. — Ela abre o olho e me encara. — Deixa de ser possessiva, garota.
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