AVISO:
Oi!
Feliz Natal para quem comemora.
Bom feriado para quem não comemora.
Bom trabalho para quem está na luta!
Amo vocês!
Bebam com moderação!
❤️💚❤️💚❤️💚❤️💚❤️💚❤️💚❤️💚
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Anteriormente, na Parte 1:
O amontoado de areia em que ele trabalhava já estava estranho antes da bola cair sobre sua construção, depois disso, as coisas ficaram ainda piores.
Ele assustou com o impacto da bola e se jogou para trás, caindo de bunda no chão. Agora sua bermuda estava cheia de grãos de areia e seu coração batia acelerado.
“Desculpa!” Um garoto mais ou menos da sua altura se aproximou e se curvou “Eu chutei forte demais e... eu não... eu não queria... estragar o seu... o seu… o que é isso?”
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______________ [30 e 32] ______________
“Uma água, por favor!”
A tampa da garrafa era dura e Pran precisou fazer força para abri-la e um pouco d’água voou na sua roupa.
“Merda!” Ele murmurou, suspirou e disse para si mesmo “Respira! Vai ficar tudo bem!”
Sim, ele só precisava manter a calma.
Aquela tarde estava tão quente que sua roupa não ficaria úmida por muito tempo. Assim que bateu de leve a mão sobre a gota d’água na camisa, ele balançou a cabeça, sem acreditar na sua burrice. Aquilo era água, não era como se fosse um bicho que pudesse ser enxotado, e o tecido já tinha absorvido, deixando uma marca visível estampada na sua barriga.
De qualquer forma, ele tentou se consolar, em pouco tempo sua roupa provavelmente ficaria molhada por causa do suor.
Observando o lugar a sua volta, parecia que tudo tinha melhorado muito desde sua infância.
Ou tudo tinha mudado nos últimos dois anos?
Sua passagem por ali durante as filmagens tinha sido tão confusa e caótica, que suas memórias se fundiam com os devaneios por causa das bebidas e nada do que tinha feito e visto parecia ter coerência.
Ele vivia de lembranças.
Será que ele ainda era real ou tinha se tornado somente uma memória de quem já foi um dia?
O suor escorria por suas costas e só pessoas reais suavam deste jeito, então ele ainda era uma pessoa real. Além disso, algumas pessoas cochichavam e o observavam de longe, significando que elas o viam.
Pran verificou se sua roupa estava furada ou se tinha algo em seu rosto.
Olhares! Sempre existiam olhares sobre ele e isso o irritava com frequência. Por que as pessoas não cuidavam de suas próprias vidas? Sua família e Chimon carregavam aquele semblante cheio de preocupação e durante um tempo foi fácil ignorar.
“Não pense nos olhares!” Ele sussurrou, empurrou os cabelos para trás e bufou.
O calor e o suor o incomodavam ainda mais nessa tarde e podia ser por causa da idade, podia ser o fato de estar sóbrio, podia ser a irritação de estar ao ar livre, podia ser a agitação em seu íntimo com a qual ele lutava todos os dias para calar, que antes eram facilmente silenciadas com as bebidas, podia ser tudo isso somado ao medo de finalmente esquecer o passado.
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Castelo de areia
FanfictionDois garotos se conhecessem numa praia durante as férias de verão. Ano após ano, esse curto período de tempo é o que os une. Essa é uma história sobre o encontro de duas pessoas destinadas a ficarem juntas, mesmo que o caminho não seja fácil.
