Capítulo 110

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Any (apoia os braços dobrados no peito dele): eu amei aqui, mas confesso que quero conhecer outros lugares com você. Quero aproveitar essas férias ao máximo, do seu lado. – ele sorri com sua resposta e acaricia seu cabelo.

Poncho: Eu também quero, princesa.

Any: amanhã vamos naquela ilha mesmo, que me falou? – morde o lábio inferior, sorrindo e Poncho suspira.

Poncho: com certeza. Você vai amar, é lindo demais.

Any (o olha, maliciosa): não vejo a hora – antes que ele pudesse responder, ela boceja mais uma vez.

Poncho: tá muito cansada, né? – ela assente com a cabeça – Vamos dormir – Any volta a deitar a cabeça em seu peito e lhe abraça – boa noite, princesa – ela levanta o rosto e lhe sorri.

Any: boa noite, príncipe – ele retribui o sorriso e lhe beija carinhosamente.

No dia seguinte

Any acorda com a claridade do sol invadindo o quarto e percebe que dormiu a noite inteira na mesma posição, com a cabeça no peito de Poncho, o abraçando pela cintura. Ela solta a cintura dele e levanta se espreguiçando enquanto boceja.

Depois prender o cabelo com um nó, ela olha para o lado direito e observa o namorado que parecia dormir profundamente.

Any (sussurra): como você pode ser tão lindo? – admirando a beleza de Poncho e desce o olhar para o peitoral dele até chegar na barra do lençol que cobria a cintura – e gostoso! – morde o lábio, sorrindo, lembrando-se da noite anterior.

Imersa em suas próprias lembranças, Any se assusta com um suspiro forte de Poncho. Ela sorri, esperando-o acordar, mas não acontece.

Ao invés de abrir os olhos, ele solta uma espécie de gemido e franze a testa.

"Será que ele ta sonhan-"

Seu pensamento é interrompido por Poncho que resmunga enquanto dorme.

Poncho: Any – ela abre a boca e ofega, surpresa.

Ele estava tendo um sonho erótico com ela e essa descoberta incendeia seu corpo automaticamente.

Queria que ele acordasse para realizar o que sonhava, mas Poncho parecia não querer despertar. Ela passa a mão pela barriga dele e balança, mas ele continua inerte.

Any (sussurra, chamando-o): amor – ele não acorda. Ela passa as unhas pelo peito dele, arranhando levemente, e desce até o umbigo dele.

Nada. Nenhum arrepio como ele costumava ter.

Any olha para o rosto do namorado mais uma vez e depois volta sua atenção para o lençol que cobria a cintura dele, sentindo o coração acelerar com o pensamento que invadiu sua mente.

Ela puxa o lençol e ofega novamente ao ver o volume elevado no short de Poncho.

"Ele ta excitado!", pensa Any.

Se antes estava ansiosa para que ele acordasse, agora Any queria aproveitar a "ausência" do namorado para fazer uma coisa que desejava muito experimentar, mas ainda sentia vergonha de tentar.

Ela sai do lado dele, abre as pernas e apoia os joelhos em cada lado da perna de Poncho, na altura das canelas.

Sentia o coração acelerar a cada segundo que passava, pensando no momento em que ele acordaria.

Depois de respirar fundo, ela estica os braços e puxa lentamente o short de Poncho. Antes que pudesse terminar de descer o tecido, o membro dele salta para fora como se ansiasse pela liberdade, completamente rígido, e Any abre a boca, arrebatada.

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