Capítulo 16

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A PEQUENA CASA DE EDNALVA ESTAVA CHEIA DE ENERGIA E EMOÇÃO

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A PEQUENA CASA DE EDNALVA ESTAVA CHEIA DE ENERGIA E EMOÇÃO. ASSIM QUE MARCOS E RITINHA ENTRARAM COM O PEQUENO JOSÉ MARCOS, O AMBIENTE PARECEU ILUMINAR-SE. EDNALVA, QUE ESTAVA ESPERANDO ANSIOSAMENTE, MAL CONSEGUIA CONTER A ALEGRIA.

— Lindo, a cara do Marcos. — Disse ela com os olhos marejados enquanto pegava o recém nascido no colo. — Coisa linda, meu neto. 

Ritinha, ainda exausta, sentou-se no sofá com um sorriso tranquilo, enquanto observava a mãe admirar o bebê. Marcos, por sua vez, não conseguia tirar os olhos da cena, encantado com o amor e a ternura com que Ednalva tratava o pequeno. 

Ele pegou o celular e discou rapidamente o número de Joyce. Assim que ela atendeu, ele anunciou com orgulho: 

— José Marcos nasceu! 

Do outro lado da linha, Joyce reagiu com empolgação, quase gritando de felicidade. 

— Meu neto nasceu? Ai, que alegria! Estou indo agora mesmo, já estou saindo de casa! 

Marcos riu ao ouvir a animação da mãe, enquanto Ritinha também sorria, satisfeita ao ver como o nascimento de José Marcos unia a todos. 

Enquanto isso, Ednalva estava em plena ação. Pegou um pequeno pezinho de arruda e colocou ao lado da banheira de plástico que havia preparado para o banho do bebê. 

— Vou já botar esse pezinho de arruda aqui, que é para tirar o mal olhado. — Declarou, colocando a planta em um cantinho estratégico. 

Ritinha, acostumada às tradições da mãe, apenas observava com um olhar divertido. Mas Marcos, curioso, não se conteve. 

— E agora, Ritinha, tem alguma coisa de ouro? — Ednalva perguntou. 

— A aliança. — Ritinha respondeu, retirando o anel do dedo e entregando à mãe. 

Ednalva colocou a aliança dentro da água da banheira, mexendo-a delicadamente com os dedos enquanto murmurava algo baixo, como uma oração. 

— Para que isso? — Marcos perguntou, arqueando uma sobrancelha. 

Ednalva sorriu, enquanto embalava o pequeno José Marcos em seus braços. 

— Para ele ter fortuna e ser feliz. — Explicou, com a voz carregada de certeza e carinho. 

Marcos assentiu, sem esconder um leve sorriso. Ele podia não entender completamente todas aquelas tradições, mas sentia que cada gesto de Ednalva era feito com tanto amor que não havia como duvidar de sua boa intenção. 

Ritinha observava tudo com admiração, lembrando-se de sua infância e de como a mãe sempre fora dedicada a proteger e abençoar sua família. José Marcos, aninhado nos braços da avó, parecia tranquilo, como se sentisse que estava cercado de amor. 

𝐌𝐄𝐑𝐌𝐀𝐈𝐃 | 𝑹𝒊𝒕𝒊𝒏𝒉𝒂 / 𝓐 𝓯𝓸𝓻𝓬𝓪 𝓭𝓸 𝓺𝓾𝓮𝓻𝓮𝓻Onde histórias criam vida. Descubra agora