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Não havia urgência nos toques, e por mais que Peter estivesse por cima do corpo de Wade, ele estava em completo domínio do mercenário. O mais velho segurava os cabelos castanhos da nuca com precisão, impedindo-o de se afastar dos lábios que se deliciavam com o sabor da pele arrepiada do pescoço do heroi, que estava a mercê de suas caricias e da possessividade lasciva de sua mão, que corria pelas curvas musculosas do corpo torneado do meio-aracnídeo.
A respiração de Peter já pesava com os arrepios que sentia ao ter a sua pele beijada e chupada, enquanto os fios eram puxados sem força, mas com destreza, dando-lhe a sensação de ser uma marionete no controle sensual de Wade, que dedilhava o spandex colado em seu corpo, apertando a sua cintura, subindo então para as costas, para descer às suas nádegas, amaciando-as com os dígitos firmes que saboreava a textura corporal sob o traje de heroi.
Uma mordida um pouco mais firme, um puxão de pele com os dentes e os dedos tendenciosos sobre a intimidade traseira foram o suficiente para arrancar um gemido rouco de Peter, que arranhou de leve a nuca do mercenário, que sentiu a sua excitação crescer. Aquilo foi como um incentivo para que Wade abandonasse o cabelo de Peter e retirasse a sua luva restante para que pudesse sentir a pele aveludada em seus dígitos enquanto levantava a camisa do uniforme do heroi, passeando as mãos nos músculos das costas até subir a peça de roupa pela nuca e retirá-la, puxando-a dos braços com o mais novo o ajudando no processo.
Os lábios de Peter pareciam tão viciantes quanto sedentos nos beijos que compartilhavam, porque sempre que desocupava a boca, ele fazia questão de ocupa-la novamente com a sua, infiltrando a sua língua sensual e estonteante, que provocava o íntimo de Wade com o quão quente, molhada e habilidosa ela era. O mercenário não ficou para trás, já voltando a mão para a nuca de Peter, inclinou o rosto para encaixar-se melhor no ósculo e trilhou sua língua na de Parker, envolvendo-a lascivamente, deixando as coisas ainda mais molhadas entre eles.
- Hmpf... - Peter gemeu entre o beijo, virando a cabeça e reencontrando o ósculo em outro ângulo, ainda continuando com toda a lascividade que Wade havia imposto. As mãos do heroi percorriam pelo traje vermelho e preto, demorando excessivamente sobre os peitos que o mercenário fez questão de tornear para que o amado aproveitasse os seus músculos. Entre os beijos, Peter gemeu: - Ah, Wade... eu amo como-
- Como meus peitos são grandes? - Wade o interrompeu.
Peter sorriu entre o beijo, capturando com cuidado a língua de Wade com os dentes. Deixou que ela escorregasse lentamente, enquanto assistia o sorriso do mercenário crescer.
- Eu ia falar sobre como você me beija, mas meio que você tem razão. - Peter encheu as mãos com os seios de Deadpool, apertando-os de uma maneira luxuriosa, fazendo Wade morder o lábio inferior.
- Porra, me dá um tesão fodido quando você me tara assim. - Wade disse com aquela voz rouca que deixava os pêlos de Peter eriçados.
- É? - Peter olhou para os olhos castanhos de Wade, que acenou a cabeça positivamente, e então desceu sua atenção para a boca dele novamente. - Então tira esse traje pra mim, gato, deixa eu sentir você.
Peter notou como o rosto de Wade ficou vermelho com aquele apelido, como ele se sentiu envergonhado, mas como a felicidade traçou um curvar tímido em seus lábios com aquela palavrinha tão simples. Já tinha gostado de chamar ele daquela forma, mas ver como aquilo mexia com ele, fez Peter apreciar ainda mais o apelido carinhoso. Deadpool, ainda meio tímido pelo elogio, desfazia do traje sob a atenção absoluta do namorado, que assistia como os músculos continuavam provocativos mesmo fora do uniforme apertado. Não resistiu em traceja-los com os dedos enquanto ele se despia, os dígitos desenhando as deformidades da pele de uma maneira confortável e costumeira, um hábito doce que havia adquirido.
Com o traje de lado, os coldres e as armas, Wade estava apenas de cueca, ajoelhado, se deleitando com os toques concisos das mãos de Peter sobre o seu corpo. Naquela altura, a sua aversão de ser desvendado devido a sua deformidade não existia mais, porque o seu namorado realmente parecia apreciar como sua pele era perante o tato. Para Parker, aquela pele parecia como um labirinto o qual ele não se importaria de se perder. Peter ajoelhou também, e para a doce surpresa de Wade, o mais novo aproximou o rosto para que tocasse a língua na pele áspera. Um arrepio correu por todo o seu corpo quando sentiu o músculo molhado de Peter pelo seu abdômen, subindo devagar pelos seus músculos, deixando um caminho úmido até o seu mamilo nodoso, onde seus lábios se fecharam em uma sucção molhada, arrancando um grunhido sensual da garganta do mais velho.
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Just a Habit - Spideypool
Romance- "Apenas um hábito" - O Espetacular Homem Aranha ganha um novo stalker, extremamente pervertido por sinal, e seus dias "costumeiros" vão por água à baixo. De início a companhia do seu perseguidor mostra-se bastante incomoda, mas, aos poucos, o heró...
