Aquele pulo temporal mágico~ (pq eu não tava inspirada para encher linguiça.... não pera.... talvez sim hahahahahaha linguiças são importantes nessa fic~)
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— Eu num acredito qui isso tá realmente acontecendo. — Matinha falou para o grupo de organizadores da festa.
— Coé Matinha, eu tô animadão, não acredito é que finalmente chegou o dia! — Rio de Janeiro bateu as mãos e esfregou demonstrando sua animação.
Brasília se adiantou em se aproximar da porta de entrada e a destrancar.
— Eu vim aqui ontem pra conferir se estava tudo limpinho como haviam prometido. — Abriu a porta e entrou para só então voltar a se virar de frente para os colegas. Fez o grupo ficar em silêncio a encarando. — Que foi?
— E tá limpo como eles prometeram ou não?
— Ah sim, tá tudo arrumadinho sim. — A capital riu da situação.
— Tchê, tu tem que aprender a terminar as ideia guria, fica deixando as informações no meio do caminho.
— Nois podi entrá? — MT interrompeu o gaúcho antes que ele iniciasse seu discurso corta-clima, como era típico.
— Claro que sim. — Brasília abriu um sorriso largo gesticulando para dentro do ambiente. — Lembrem de trazer as caixas para dentro.
— Opa! Agora chefia. — O carioca imediatamente pegou uma das caixas que trouxeram e entrou na sala da mansão olhando animado ao redor.
Foi seguido pelo sulista, que pegou a outra, maior e mais pesada, porém aguardou que as mulheres entrassem antes de si.
O local era todo claro, paredes brancas, cortinas igualmente brancas, sofá bege clarinho e o restante dos móveis em madeira clara ou espelhados. Uma mistura de moderno e sofisticado. Nem um pouco de seu gosto pessoal, as coisas pareciam estéreis demais, inabitadas demais, brancas demais. Certeza que se morasse ali iria ou virar escravo da limpeza ou a casa ficaria permanentemente suja com o rastro de suas botas sujas do campo. Paraná ia enlouquecer com isso.
Sul suspirou divertido. Ainda bem que não morava ali, era só o local da festa mesmo. Olhou em volta procurando onde colocar a caixa e viu a capital indo em direção à duas mesas dispostas no canto.
— Vai ser aqui. — A mulher indicou a superfície. — Rio, a sua caixa fica aqui e a do Sul aqui.
Os dois obedeceram as indicações.
— O que é tudo isso mesmo? — O carioca perguntou curioso lançando olhares tentando ver dentro do papelão.
— A inauguração da sex shop do Paraná. — O gaúcho respondeu orgulhoso abrindo a tampa e exibindo os objetos. — Essa na verdade é a coleção de brinquedos nossa neh, pra demonstração. Daí se tu gostar de algo da pra encomendar com ele depois. — Sorria ao pegar alguns dos brinquedos e dispô-los na mesa. — Tem alguns novos também, parece que são modelos femininos que a gente não tem motivo de ter, que iam chegar hoje no correio, por isso não está aqui ainda.
— Esses femininos fui eu que encomendei. — Brasília complementou divertida gerando olhares surpresos para ela.
— Eu num sabia qui ocê era pervertida assim não sô. — Matinha quebrou o silêncio. — Só foi naquele dia mesmo qui eu discubri.
— Todos nós neh guria. — Sul murmurou um pouco constrangido, ainda desacreditado. Mas a evidência era muito forte para se manter negando. Continuava a esvaziar a caixa.
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A "festa" - ABANDONADO
Fanfic- As regras são simples. - RJ explicava para a rodinha. - Cada rodada a gente sorteia um nome e cada um responde se come, dá, pega ou passa. - O moreno sorria largo, indicando o potinho com vários papéis. - Come e dá é óbvio o que significa, pegar é...
