Um pouco

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Um semi-hot hoje minha gente~ vou apelidar de warm kakakakaka 

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— Minas. — Tocantins chamou o maior assim que ele acendeu a luz do quarto e fechou a porta. — Tu estás bravo mesmo? Pelo Matin e o Sul?

Viu o outro suspirar pesadamente.

— Um pouco. — O mineiro desabotoava sua camisa xadrez de costas para o menor, deixando que caísse no chão.

— Não parece pouco. — O nortista ronronou da cama esticando o pé e o cutucando a bunda. Fê-lo se virar de frente, tinha a expressão séria e o encarava frio.

— Num ti trouxe aqui pra discutí isso.

— Não estou discutindo. — Apoiou o pé em sua barriga trincada. — Só estou tentando entender. — Escorregou para baixo, parando em seu cós.

Minas Gerais agarrou seu pé com firmeza, ele insistiu com um sorrisinho nos lábios.

— Eu quero saber o que você quer de mim agora.

O maior baixou o olhar para ele e sua perna estendida.

— Eu quero qui ocê tire o sapato. — Começou a puxar o calcanhar do calçado, removendo a peça. Depositou novamente seu pé em sua virilha.

Tocantins já podia sentir seu volume e calor, sorriu largo pressionando-o mais. Começou também a brincar com o próprio mamilo, rodeando-se por cima da roupa com o dedo, atraindo o olhar desejoso do maior. Enganchou o dedão do pé em sua fivela.

— E eu quero que você tire a calça.

Minas se aproximou do nortista, atraído pela sua sedução. Se deixando levar no momento. Estendeu a mão e agarrou sua blusa, puxando-a para cima.

— Eu num vô ficá pelado sozinho.

— Então por favor. — Tocantins estendeu os braços para cima, divertido. — Me come Minas.

O mineiro sorriu largamente com isso e avançou no menor acabando de tirar sua blusa e grudando os lábios no dele, sedento e agressivo. Ao mesmo tempo desafivelava o cinto e abria a calça jeans arremangando a braguilha para os lados. Expunha bem seu membro coberto pela cueca, estava quase completamente duro.

O tocantinense por outro lado, chutava fora o outro sapato e puxava sua calça para baixo junto com a cueca. Ver Minas Gerais daquele jeito mais bruto era um afrodisíaco fantástico. O maior explorava seu tronco com as mãos sentindo sua constituição física, como se mapeasse seu corpo.

— Tins. — Chamou sofrido por entre os beijos.

— Hum?

— Mi avisa si eu ti machucá. — Continuava a beijá-lo afoito. — Eu posso ti pegá um pouco forte.

— Tá. — Gemeu com a mordida que recebeu em seu pescoço, o sudestino migrava seus beijos para seu corpo.

— Eu num quero ti machucá. — Lambia-lhe o mamilo com gosto.

— Não vai gato. — O menor abraçou sua cabeça para evitar mais interrupções desse tipo. — A-ai! — Ele o mordeu de novo, dessa vez um pouco forte, foi obrigado a largá-lo. Os dois se encararam. Minas estava sério de novo.

— É sério isso, eu posso perdê a noção da minha força pur que ocê é magrin qui nem o Paraná.

O menor envolveu seu rosto com as duas mãos chamando sua atenção.

A "festa"  -  ABANDONADOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora