Acabaram?

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Finalmente o culpado da interrupção~

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— Acabaram?

Rio de Janeiro abriu a porta do quarto de uma vez, Paraná e São Paulo haviam dito que o Minas havia pedido para chamarem ele e o Tocantins caso precisassem de ajuda com a piscina. Que não era para hesitar, pois acabariam rapidamente.

Assim que viu o olhar mortífero do mineiro sobre si é que entendeu. Estava Mortinho da Silva e pelas mãos do namorado ainda por cima! O paulista haveria de pagá-lo..... Se saísse dali vivo.

— Num aprendeu a batê na porta não sôh?

— M-Minas. F-foi mal parcero. — Encarou a posição dos dois à sua frente, ambos ainda duros, apesar de que via o pau do maior descendo aos poucos, devia ter acabado de gozar. — M-me falaram que eu podia entrar s-sem bater. — Deu um passo para trás deixando claro que sairia. — Desculpa, q-quando acaba-

— O qui ocê qué? — Lançou um olhar para Tocantins a sua frente. — Pra interrompê nois assim.

— E-era só pra ajudar com a piscina. M-mas a gente se vira, não tem problema.

— Poxa Rio. — TO reclamou arrastado. — Agora tu devias me ajudar aqui. — Trocou olhares marotos com o maior. — Já que interrompeu.

— N-não, desculpa, não queria atrapalhar.

— Agora ocê vem. — O mineiro se adiantou e subjugou o descolorido pegando-o na nuca com uma mão. — Óia a falta di respeito qui ocê vai di tê cum o Tins? Logo agora qui era a veiz dele.

— E-eu ja pedi desculpas porra. O que mais quer que eu faça?

— Só palavras num dá mais. — MG falou friamente fazendo um arrepio gelado descer pela coluna do carioca. — Num é o suficiente. — Fez o moreno o encarar de frente. — Agora ocê vai colaborá ou vou tê qui ti convencê di outra forma?

— E-eu faço. — Falou temeroso. Puta que pariu, o Minas daquele jeito dava medo, mas dava um puta tesão do caralho também. Olhou para Tocantins que sorria largamente.

— É pra hoje Rio. — O menor provocou.

— Abaixa ai. — O mineiro apertou a nuca do descolorido e deu um leve toque atrás de seus joelhos fazendo-o ajoelhar na frente do nortista. Soltou de si. — Podi começá, qui eu quero vê. — O maior murmurou rouco, dava para sentir o desejo escorrendo em seu tom de voz.

— Tudo bem Rio? — Tocantins perguntou baixinho antes que o sudestino o tocasse. — Não queremos forçar nada aqui, mas o Minas desse jeito dá um tesão.... — Suspirou. — Maravilhoso.

— Dá nada não Tins. Eu senti isso também. — Rio respondeu rapidamente lançando um olhar para o mineiro, que os assistia e claramente permitia o diálogo, parecendo concordar com a preocupação de consentimento do nortista.

— Tá isperando o que agora? Anda. — MG mandou friamente.

O carioca já não tinha mais desculpas, simplesmente se virou e apoiou no colo do menor rapidamente abrindo a boca e engolindo seu pênis. Tocantins gemeu satisfeito, estava necessitado.

— Isso gato. — Incentivou apoiando a mão em sua cabeça. — Bem fundo.

Olhou o mineiro nos olhos, vendo seu desejo. Sorriu largamente e gemeu mais, fazendo sua melhor cara de prazer. Provocando-o. Lambeu o próprio dedo e levou ao mamilo atiçando-se teatralmente para que o outro visse. Sorriu quando o maior abriu um sorrisinho também, ele estava gostando de assistir.

A "festa"  -  ABANDONADOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora