Postando aqui só pra dizer que voltei de viagem (super inspirada e cheia de cultura gaucha do séc. XIX para compartilhar~) e estava escrevendo mais dessa fic tb \o/
O único problema é que não é a parte cronológica seguida dessa ;---; ou seja, vai demorar um pouco mais pra continuar postando, já que estou com essa mania de pular etapas~
Por outro lado quando chegar nessas partes já escritas os hots vão vir completinhos logo de cara~
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— Fala manas! — Amazonas se aproximou de Catarina e Matinha por trás, elas estavam observando a movimentação em volta da piscina inflável.
— Oi guria! — A loira se virou com um sorriso e logo a abraçou cumprimentando. — Tudo bom?
— Tudo bem sim. — AM respondeu simpática se virando também para Mato Grosso indicando que a cumprimentaria também. — Matinha, e contigo?
— Tudo bão Amazonas? Ocê veio.
— Tive que vir. — Riu sem graça. — O Pará me arrastou pra cá.
As duas amigas entortaram um pouco a cara em preocupação e curiosidade.
— Não, não! — A nortista logo percebeu e gesticulou com as mãos. — Eu queria vim, mas tava com vergonha de me inscrever, ele só fez foi me carregar até a sala do Sul pra me inscrever! Tu visse isso Catarina! — Apontou para a sulista. — Não finja que não viu aquilo maninha! A vergonha que eu passei. — Tampou o rosto com a mão.
— É claro que eu vi, mas vai que tu mudou de ideia neh. — Deu de ombros constrangida. Não tinha muita proximidade com a maior então não sabia muito seus trejeitos de ser. — Daí não sei.
— Deixa Cat, essa ai é bem cara de pau quando qué. — Matinha comentou com tom de bom humor na voz.
A maior espiou por entre os dedos e enfim baixou as mãos devagar.
— Eu sou mais tímida do que pareço também.
— Não qui eu mi lembre. — MT respondeu com uma pitada de ironia. Dava para sentir uma certa tensão no ar.
— Vocês se conhecem há muito tempo? — Catarina perguntou inocentemente fazendo as outras duas se encararem. Matinha tomou a frente na explicação.
— Nois era vizinha di criança, ela ia direto lá im casa. — Olhou a mais alta com tristeza. — Mais nois parô di si vê cum o tempo. Aí si incontrô di novo aqui na impresa.
— V-você ainda não sabe? — Amazonas falou surpresa.
— Uai, do que?
— Ai senhor. — A nortista corou profundamente e tampou o rosto de novo. — Pensei que você já soubesse. — Murmurou. — Já que descobre tudo do Matin.
— Matin? — As duas amigas exclamaram curiosas, o que só fez a maior corar mais.
— S-sim. — Olhou para a centro-oestina por entre os dedos. — E-eu parei de ir na sua casa depois que e-eu e o M-Matin transamos.... — Falou baixando a voz no final. — Daí eu fiquei com vergonha de você e nunca mais apareci. M-mas eu jurava que você sabia disso mana!
— É sério isso?! Eu achava qui ele era gay e virgem até conhecê o Minas! Já qui nunca levô nenhuma mulher pra casa! I nois nunca cunversava muito sobre isso!
— Não precisou levar neh, ela ia sozinha pra lá. — Santa Catarina soltou bem humorada. — Ai, desculpa, não devia estar brincando com isso. — Gesticulou para as duas.
— N-não. Tudo bem. — A nortista logo a desculpou. — É história antiga já. — Olhou para Matinha. — Eu achei que tu tinhas descoberto e ficado brava comigo, por isso nunca mais fui atrás.
— Eu num tava nem sabendo! — MT exclamou avançando na nortista e pegando-a nos ombros. — I nois disperdiçô tantos anos di amizade a toa! — A abraçou. — Sinti sua falta. — Murmurou baixinho contra ela.
— Ai maninha, nem fala. — A maior se lamentou a abraçando de volta.
Era um momento bonito, mas foi inevitável de Santa Catarina sentir um aperto no coração. Matinha era sua melhor amiga no mundo e agora aparecia a antiga melhor amiga, não tinha como competir com o histórico de convivência. Será que perderia a morena?
— Ocê já ta pensando demais di novo num é Catarina?
Deu um susto na loira.
— N-não guria, que isso.
— Catarina do céu, eu ti conheço! — Se aproximou analítica da sulista. — O qui foi?
Foi inevitável da loira lançar um olhar para a amazonense.
— Ai guria, é idiota.
— Num mi interessa si é idiota, isso tá ti incomodando i ocê num tava assim um sigundo atrás.
— É-é mesquinho.
— Í daí? Ocê nunca mi deixô di contá mesmo si fosse. O qui é?
— N-não é nada. — Tentou disfarçar mas seus olhos deram mais um pulo em direção à nortista. Dessa vez a mato-grossense percebeu.
— Ocê tá cum ciumes di mim? — Murmurou para que somente a loira escutasse. SC desviou o olhar envergonhada.
Ai que droga! Devia estar um pimentão! Se sentia péssima por se sentir assim! Que infantilidade! Mas o pensamento de perder a amiga era doloroso demais para si. O que faria?!
De repente Matinha a abraça com força fazendo seus pensamentos travarem.
— Cat, ocê num vai deixá di sê minha melhor amiga agora! Ocê mi conhece mió qui a Amazonas hoje em dia! — Confidenciou em seu ouvido se afastando em seguida para encará-la nos olhos, pegando com as duas mãos em seu rosto. — Num si preocupe cum isso. — Lançou um olhar para a amazonense que assistia a tudo. — Nois num é mais mió amiga, só purque já foi um dia, num qué dizê qui vai di sê automático voltá.
— Como se eu quisesse também né mana! — A maior brincou soltando um riso divertido. — A nostalgia bate, mas eu também já tenho minhas melhores amigas de hoje. — Sorriu em concordância com a centro-oestina. — Somos só boas amigas, até porque eu não sei como encarar o Matin hoje em dia depois de sumir daquele jeito. Imagina o climão! Nem, deixa quieto mesmo.
— Í hoje Cat. — Matinha se virou novamente para a loira. — Nois podi sê mais qui melhor amiga si ocê quisé.
— O-o que? — A sulista perguntou confusa e inocente.
— Nois podi sê quase namorada. — Sorriu se aproximando mais dela e lhe deu um selinho suave na boca. — Qui nem o Sul tá sendo cum o meu irmão ali. — Riu quando viu o rosto da amiga ficar novamente escarlate.
— Guria! — Reclamou constrangida olhando para a nortista.
— Se você quiser podemos ser quase namoradas também, Cat. — A maior respondeu divertida com um sorriso safado no rosto.
— Ai senhor! — A loira se afastou um pouco da melhor amiga e tampou o rosto com as mãos.
— Num falei qui ela podia sê cara de pau quando qué!?
As duas riram vendo a sulista ter seu ataque de vergonha tapando o rosto com as mãos.
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O que vcs tão achando desse passado do Matin e da Amazonas?~ Eu super achei que combinou~
E o Matin super cavalheiro de nn abrir o bico nem pra Matinha! Amo~
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A "festa" - ABANDONADO
Fanfic- As regras são simples. - RJ explicava para a rodinha. - Cada rodada a gente sorteia um nome e cada um responde se come, dá, pega ou passa. - O moreno sorria largo, indicando o potinho com vários papéis. - Come e dá é óbvio o que significa, pegar é...
