— Minas.
Brasília gemeu seu nome novamente, haviam sentado num dos sofás da sala, a mulher mal conseguia ficar quieta no lugar, precisando mudar o assento a toda hora, mas agora o vibrador não parecia seguir nenhum tipo de padrão, como estava sendo com Buenos Aires. Parecia alguém desavisado mexendo aleatoriamente nos botões do controle.
— Ocê qué sentá aqui Brasília? — A voz do maior soou rouca e fez a mulher levantar o olhar, ele indicava seu colo com tapinhas leves. Tinha um sorriso maroto no rosto.
— Pode ser. — Respondeu devagar. Agora o vibrador parecia ter estagnado num preset automático e conseguia respirar melhor, não que não fosse mais afetada pelo brinquedo. — N-não quero atrapalhar.
— Vai di sê um prazer. — Deu tapinhas de novo reforçando o convite.
Se arrastando um pouco do lugar, a brasiliense senta de lado no colo do maior sendo imediatamente envolvida na cintura. Ainda tentava achar uma posição mais confortável quando comentou.
— Eu não sabia que você gostava de mulher também, Minas.
— Eu num tenho disso não sô. Si eu acho bunito. — Apertou mais a mulher contra si. — I a outra pessoa qué, eu pego uai. Tem disso não.
— E-entendi. — Suspirou sentida, deixando a cabeça tombar no ombro do maior. — Isso é bom. — Murmurou contra seu pescoço.
— É? — O mineiro respondeu devagar, passando as mãos por seu corpo de forma devagar, apreciando bem a ocasião. — Ocê sabia qui eu consigo sentir um tiquin do vibrador?
— Sério? — Brasília respondeu manhosa.
— Sim. — Ele continuava a passar a mão por ela, apreciando suas costas, cintura, quadril e coxas, voltando a subir de encontro a seus peitos, porém sem se deter ali.
— Minas. — O chamou baixinho, com luxúria escorrendo abundante em sua voz. — Me toca mais véi.
Não obteve resposta e o maior continuou fazendo exatamente o que já fazia. Levemente irritada, a mulher enfia a mão em sua virilha, por cima de sua calça jeans, e começa a massageá-lo ali. Mesmo assim, o mineiro não alterou a rota de suas mãos ou seu comportamento. Até que gostava daquilo, alguém que conseguia ser frio e quente ao mesmo tempo. Sentia seu corpo reagir e seu pênis ficar duro, mas suas mãos continuavam a atiça-lá por todo lado, ainda calmo e compassado. Como ainda mantinha a cabeça em seu ombro desferiu alguns selinhos no pescoço dele, enfim conseguindo fazer com que ele suspirasse fundo. Fez mais algumas vezes se sentindo vitoriosa até que Minas sugere.
— Brasília, ocê num qué sentá diferente agora?
A mulher se afastou um pouco para ver seu rosto, tinha um sorriso divertido nos lábios.
— O que você sugere?
MG enfia a mão por baixo de sua saia, espalmando a mão em sua coxa.
— Monta ni mim.
— Hum. — Fez como se ponderasse. — Como você quer? — Sorriu divertida, sendo correspondida por ele.
— Di costas pra mim.
Respondeu ao mesmo tempo que empurrava sua saia completamente para cima, expondo totalmente suas pernas e virilha e a auxiliava a se movimentar como havia indicado. A mulher se deixou ser manipulada, colaborando com a troca de posição, porém antes de sentar novamente ela se apoia nos joelhos dele e olha por cima do ombro.
— Você já não quer abrir a calça?
— Podi sê. — O maior suspirou, como se estivesse esquecido daquilo. — Ocê consegue fazê isso pra mim? — Envolveu seu quadril, dando a entender que ele a seguraria para não desequilibrar.
— C-consigo, mas não sei se vou conseguir segurar o vibrador dentro. — Falou baixinho com um sorriso acanhado.
— Eu siguro procê. — O mineiro sorriu malicioso, finalmente quebrando aquela expressão de quem não estava sendo afetado por nada.
— Como? — A mulher perguntou antes de raciocinar, porém tinha plena ciência de que ambas as mãos dele estavam em seu quadril a sustentando.
O maior sorriu ainda mais, fazendo ela corar. Porque ele tinha que ser tão safado? Ia pegar o vibrador com a boca? Como?! A-a questão era não deixar cair. Devagar a brasiliense ergue o corpo e consegue precariamente acessar o fecho da calça dele e com dificuldade abre a peça de roupa, puxando a cueca para baixo e deixando seu pau de fora. Grande e “veiudo” como gostava. Voltou a sentar por cima dele, deixando que sua ereção encaixasse em sua buceta, sem penetrá-la, tanto por ainda estar com sua calcinha como por ter o vibrador dentro de si, não teria espaço.
Antes que a mulher pudesse falar qualquer coisa, o mineiro agarrou seus peitos e beijou seu pescoço, mais agressivo que antes, gerando um gemido alto nela. A surpresa fez com que a brasiliense risse, liberando um pouco da tensão que sentia e mostrando que estava se divertindo. Minas Gerais sorriu contra sua pele, apesar de estar mais sério que o seu usual, isso não apagava seu instinto de servir, sempre querendo agradar.
O mineiro ainda beijava o pescoço dela quando a sentiu dar atenção para outra coisa, curioso, buscou o que poderia ser, erguendo o olhar. Diante de si estava Rio de Janeiro, claramente desconfortável de estar ali, em sua mão estendida, como uma oferenda de paz, estava o controle remoto do vibrador da capital.
— Ocê mi interrompendo di novo. — Grunhiu.
— Porra, dessa vez a culpa não foi minha! Real, tá ligado? O Bom Ar que me obrigou a vir aqui d-devolver isso. — Exibiu o controle, colocando uma das mãos na nuca em sinal de desconforto.
— Era você que tava mexendo nisso agorinha? — Brasília perguntou maliciosa.
— Não! Não! Era o Amapá. M-mas ele não sabia que era seu. — Gesticulou as mãos em defesa do outro. — O Bom Ar que entregou pra ele sem deixar que ninguém dissesse nada.
— Hum. — A capital murmurou manhosa, olhando fundo nos olhos do carioca. — É que tava bom. — Sorriu. — Pode fazer de novo?
Antes que o Rio pudesse se recompor e responder, o mineiro fala antes.
— Ele podi sim. — Sorria largamente para o descolorido. — Num é Rio?
— Eu não quero atrapalhar v-vocês sacou.
Minas o encarou afiado, com o mesmo sorriso no rosto, fazendo o outro homem arrepiar completamente com a dominância.
— Rio. Ocê qué participá, num qué?
O carioca ficou mudo, porém não conseguia desviar o olhar das intimidades expostas dos dois e engolir em seco, aquilo estava muito tentador de assistir.
— Pode vir véi. — Brasília encorajou. — Vai ser divertido.
Um sorrisinho safado ensaiou aparecer em seus lábios, porém sentia a boca tremer um pouquinho de receio do mineiro. Parecendo ler sua mente o maior ordena autoritário.
— Ajoelha aqui sô. Vamo brincá.
Antes que pudesse raciocinar seu corpo reagiu e o carioca se viu ajoelhado entre as pernas do mineiro, que tinha a brasiliense em cima de seu colo na mesma posição. Diante de si o pau dele pulsava encaixado na buceta da mulher por cima de sua calcinha.
— Tá isperando o quê? — A voz autoritária ressoou. — Ocê já sabe o qui fazê. Intão faiz.
— Me dá o controle antes, Rio.
Brasília pediu rapidamente, parecendo quebrar o feitiço que o mineiro tinha colocado nele. Rio agora tinha mais a presença de espírito marginalzinho de sempre e a olhou maroto estendendo o objeto.
A mulher pegou o controle e ia apoiar no sofá quando Minas estendeu a mão pedindo aquilo e foi atendido, apesar de não entender muito bem a situação. Rapidamente o maior muda a configuração e ela geme sentida, ele colocou num mais intenso e logo em seguida agarrou seus peitos e enterrou o rosto em seu pescoço, mas não sem antes mandar no carioca com um olhar afiado.
Rio de Janeiro precisou engolir em seco, sua mente só tinha duas opções, ou obedecia, ou obedecia. Lançou um último olhar para a chefe antes de puxar sua calcinha para o lado, deixando que o pênis do outro a tocasse diretamente. Caralho! Ver aquilo de perto era muito sexy! O carioca sentia-se endurecer com a visão.
RJ chega e sem querer interrompe novamente o Minas, que o sujeita e faz lamber a DF e ele ao mesmo tempo. Com ela no colo, de costas para si, e o membro encaixado na bct, por fora. Rio chupa o clit dela e a glande dele. Fica duro, o minas nn tem misericórdia mas a brasilia ajuda o pobrecito.
Minas tem sangue frio e segura de gozar, guardando para mais tarde. isso intriga mais o Rio q ja tava enlouquecendo com o pouco q a bsb fez.
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A "festa" - ABANDONADO
Fanfiction- As regras são simples. - RJ explicava para a rodinha. - Cada rodada a gente sorteia um nome e cada um responde se come, dá, pega ou passa. - O moreno sorria largo, indicando o potinho com vários papéis. - Come e dá é óbvio o que significa, pegar é...
