Ela! A temida! A tão esperada! Cheeeggoooouuuuuu! Com vocês, Mainha!
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— Mainha! — Rio Grande do Norte exclamou de repente no meio do grupo que enchia a piscina. — Tu chegaste!
— Cheguei sim meu filho. — A morena respondeu sorridente. Carregava uma forma de bolo nas mãos. — Visse, onde eu coloco isso? — Indicou o confeito.
— Eu te mostro. É logo ali, no bar. — O potiguar se adiantou em guiá-la.
Assim que ambos se afastaram todos os olhos se voltaram para Sergipe, que tinha a cabeça baixa e as bochechas rosadas desviando o olhar para o chão.
— Tudo bem, meo? — São Paulo quebrou o silêncio tocando o nordestino no ombro.
— S-sim... — Murmurou devagar. — É só que é estranho entendesse.
— Claro que a gente entende. — Paraná o abraçou por trás. — Mas é por isso que a gente pergunta daí.
— Sim, sim. — Deu um sorriso fraco. — Obrigado, mas a gente tá bem resolvido. É só não se esbarrar....
— Sergipe! Era bem tu que eu queria falar! — Pernambuco apareceu animado com os braços abertos. — Fala povo! — Cumprimentou Paraná e São Paulo que estavam se revezando para encher a piscina. — Tão fazendo o quê?
— Soprando velinhas. — O sulista não conseguiu não ser irônico.
SP explicou no lugar do menor.
— Vamos fazer uma competição, eu o Ná e o Tins pelo título de íncubo da noite.
— Ín- o que?
— Íncubo, o demônio do sexo. — O paranaense explicou, agora mais calmo. — Mas ninguém aqui tinha uma bomba pra emprestar.
— Se bem que a piscina foi na sorte que o Minas tinha meo, já devia estar agradecido, seu ingrato. — O sudestino chamou a atenção do melhor amigo.
— Oxente! Mas eu tenho uma bomba pra encher! Tá lá no carro.
— É sério?! — Os dois amigos exclamaram animados.
— Seríssimo! Meu pneu volta e meia dá problema e fica vazando, daí eu tenho que andar com uma dessa no porta-malas. Vou lá buscar. — O pernambucano lançou um olhar para Sergipe, que se mantinha calado até ali. — Venha me ajudar Gipe. — Agarrou o braço do surfista e saiu andando com ele.
— B-buco! Eu sei ir sozinho. — Ele até reclamou, sem nenhum efeito.
Quando já estavam longe o mais velho comentou divertido.
— Então Gipe, como estás se sentindo aqui?
O loiro mordeu um pouco os lábios. Estava inseguro de falar as coisas para ele, mas a hora de ser autêntico consigo mesmo e com os outros era agora, não podia cair nos antigos padrões.
— A-animado. Vai ser uma festa divertida.
— Vai ser mesmo. Eu tô só de olho em alguns ai. — Encarava o surfista com intensidade, porém não foi percebido.
— A-ah, é? — SE abriu um sorriso de canto nervoso e divertido. — Quem que estás de olho? Mainha vai deixar?
Mencionou a baiana sem pensar, estava quase se desculpando quando o outro o interrompeu.
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A "festa" - ABANDONADO
Fanfiction- As regras são simples. - RJ explicava para a rodinha. - Cada rodada a gente sorteia um nome e cada um responde se come, dá, pega ou passa. - O moreno sorria largo, indicando o potinho com vários papéis. - Come e dá é óbvio o que significa, pegar é...
