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— Qual foi Rio? Não tá se divertindo? — CE se aproximou do amigo. 

— Ah, foi o Bom Ar querendo me comer ali. — Indicou o fundo da sala. — Mas já falei que não vou dar a bunda hoje sacou.

— Para de mentir cuzão. Tu só não querias ele. — Rebateu imediatamente. — Por que?

— Já falei que não vou dar a bunda hoje porra.

— Ele era bonito demais pra você por um acaso? — Se aproximou e abraçou o descolorido pela cintura. — Ias se sentir inferior? — Enfiou a mão dentro de sua camiseta apreciando sua barriga.

— Qualé, mané inferior! Eu sou mais bonito que ele!

Mesmo afirmando isso o carioca não conseguia falar com confiança, o argentino além de bonito era maior que a si! E era por isso mesmo que não queria nem pensar na possibilidade dele o querer. Só puta experiente pra aguentar um troço daquela lapa. Sem querer sorriu e cruzou olhares com o namorado, que estava do outro lado do ambiente, bastante distraído com o showzinho que rolava no palco. E suspeitamente próximo do paraense.

Enquanto isso, o cearense não perdeu a oportunidade de continuar lhe sentindo o tronco, cada vez com mais intimidade e afinco, até que avançou para sua calça, sempre vigiando as expressões do amigo. Soube que estava tudo bem quando o maior juntou as sobrancelhas e mordeu a boca demonstrando prazer, mesmo que um pouco contrariado, porém se ele estivesse contrariado mesmo já teria o impedido.

— E essa pica dura aqui cabra, não vais fazer nada com ela? — Provocou fazendo com que ele finalmente o olhasse.

— Continua pa tu vê onde que eu enfio ela. — O carioca rebateu. — Minha Excalibur ta sedenta. — Abraçou o nordestino o trazendo mais para perto e sentindo também seu corpo. — Quer resolver isso pra mim? Porque parece muito que tu quer mané.

— Oxente, bora! — Ceará não perdeu mais tempo enfiando a mão na calça do moreno, logo envolvendo seu membro e o trazendo pra fora e alisando.

— Me chupa gostoso ai então caralho. — Empurrava a cabeça do menor para baixo gerando um olhar de descontentamento no outro. — Falei que tava sedento e tu disse que queria. Então vai logo porra.

— Só não precisa empurrar cabra. — Deu um tapa na mão do carioca, o fazendo parar com a pressão. Em seguida desceu e se ajoelhou na frente do descolorido, abocanhando sua glande com vigor e fazendo ele gemer longamente.

— Porra, era disso que eu tava precisando. — Olhou para baixo com desejo. — Isso, vai… Bem assim. — Apoiou as mãos no cabelo alheio. — Será que tu engole tudo? — Perguntou curioso com a voz carregada e rouca. Recebeu olhares dele e o que interpretou ser um sorriso, mas não tinha certeza pois sua boca estava ocupada em volta de seu falo. Sem mais insistir, sente o menor o engolindo aos poucos, ele faria. Gemeu. — Aí sim caralho….

Rio começou a guiar a cabeça do nordestino em si, cada vez indo mais fundo até que sentiu sua respiração nos pelos pubianos, estava inteiro dentro dele. Ceará parecia bem com aquilo, como se fosse algo que fizesse com frequência. Quase sem perceber o carioca começa a mexer os quadris e segurar sua cabeça no lugar, investindo em sua boca, sentia a textura de sua garganta na cabecinha de seu pau, aquilo estava bom. E a grande brincadeira que tivera com Matinha e Buenos Aires com certeza ajudava na situação. Já estava até tremendo de prazer, prestes a gozar. Acelerou o movimento, agora nem se importando muito com o bem estar do nordestino, só queria finalizar.


A "festa"  -  ABANDONADOHistórias para pegar e não largar. Descubra agora