Prólogo:
No centro do universo, onde as estrelas tecem seu brilho e os planetas dançam em órbita, existe um lugar misterioso conhecido apenas como o Domínio do Maioral, na verdade, este lugar pode ser considerado o Céu. Este é o reino onde os destin...
Em Bohemian Groove, o embate acontecia. Apesar de não aparentar em momento algum, Narmer estava lentamente se esgotando e, os machucados que os ossos causavam ao sair de seu corpo e rasgarem sua pele já não curava mais. Na mente de Corbett, vinha visões... Suas mãos ensanguentadas faziam ele dar um sorriso e apertou os punhos. — Mesmo que você esteja nessa pose de bonzão... Isso doeu muito, não doeu? — Ele jogou as mãos para trás e uma boa quantidade de sangue caiu.
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— Como um rei, como o topo da floresta... EU SOU O INVICTO! — Disse Corbett, já destravando sua arma. — Nove. — Estava a queima roupa de Narmer, então, no corpo do faraó, um pequeno rasgo se fez em seu corpo. — Desgraça... É como se ele fosse um predador máximo e já conhecesse muito bem o SEU TERRITÓRIO!
Corbett já recarregou e correu para trás, se afastando de Narmer. O faraó, por sua vez, também iniciou uma perseguição. Em determinado local, Jim saltou, mesmo que não houvesse troncos ou pedras lá. — ... — Ele suspirou e gotas de sangue caiam de sua boca. Narmer pisou no local que Corbett saltou e no mesmo instante quebrou seu pé para frear a tempo. Coberto de folhas havia uma rede de pesca que prenderia o corpo do caçador e faria ele cair em uma armadilha repleta de espinhos de ferro abaixo. — Tsk... Sabe que não aguenta no corpo a corpo, não é mesmo?! — Gritou ele, apenas pulando o enorme buraco e, quando Narmer se ligou, havia perdido Corbett de vista. — QUE?! — Novamente ele raciocinou enquanto olhava para baixo. — Ah, larga de ser burro! Não se lembra que você tá sangrando igual um cachorro?! — Ele começou a seguir o rastro de sangue, estava quadrúpede, semelhante a um animal. — Onde? Onde? Onde você tá? Seu merdinha... SUA PULGA! — Narmer criou uma coluna apartir de seu braço e partiu uma árvore ao meio.
— Era aqui o tronco podre? — Corbett perguntou a si mesmo. Lá era o ponto de referência para uma armadilha. Narmer ainda não o encontrou pois, havia dividido o rastro de sangue em quatro. Narmer iria se atrasar mais ainda. — Esqueceu dos tímpanos, né?! — Afirmou Narmer, pelo qual saltou em direção a onde havia escutado Corbett comentar sozinho. — BURROO! BURROOOOO! BURROOOOOOOO! — Ele ficou gritando e, no momento que pisou em um local, um tronco amarrado foi solto, este tronco estava repleto de espinhos de ferro envenenado, vindo das árvores, Narmer reagiu, sua mão inteira se tornou osso, rasgando carne, veia e deixando puramente, osso. Ele bateu a palma contra o tronco e o rachou. — Mais uma tecnicazinha de merda que não funcionou...! UGH! — Te peguei, não é? — Com o cano da arma encostando nas costas de Narmer, Corbett dispara e, o tiro foi muito perto, o suficiente para atravessar as costas e sair na barriga de Narmer, que cuspiu sangue e já quebrou a coluna, virando-se para Corbett. — Maldito! — A perna de Narmer tem seus ossos moldados em osso de Cazuar, realizando um chute nas costelas de Corbett. O crânio e os dentes se tornam de urso-pardo. Bisão, emu, hiena, sapo-boi africano, avestruz, rgatel, águia-careca, percheron, orca, lobo-ocidental, gato-selvagem, tartaruga-de-couro, morsa, mico-leão-dourado, leão-indiano, camaleão-de-jackson, cobra touro e entre muitas outras raças pelo qual Narmer transmutava seus ossos. — Morra! — Disse Narmer. Pedaços caiam do corpo de Corbett, seu corpo sangrava e tinha cortes em todo seu físico. — PURO-SANGUE-ÁRABE! — Com a palma transformada em uma pata de cavalo, golpeou com tudo Corbett, que por puro insisto, agiu, colocando o cano da espingarda onde seria atingido. — Guuuhh!... — O cano foi amassado e, Corbett começou a sentir sua visão falhar. — Não, não, não... — Ele tentou aluir do lugar.