Prólogo:
No centro do universo, onde as estrelas tecem seu brilho e os planetas dançam em órbita, existe um lugar misterioso conhecido apenas como o Domínio do Maioral, na verdade, este lugar pode ser considerado o Céu. Este é o reino onde os destin...
No segundo andar do palco, se reuniam não só japoneses e lendas do país do oriente, mas também... Figuras do império romano. Calígula, Nero, Rômalo, Remo, Augusto, Tibério e até mesmo mais reservados, como Otão.
Mas claro, os destaques da noite eram deuses do panteão Romano. Júpiter, Mercúrio, Marte e até mesmo o temível Uranus. Todos eram humanos que também sofreram mutações e se tornaram divinos.
=== Arena
— Devo te perguntar, por que deixou eu iniciar com uma ofensiva? — Perguntar César, sorrindo. A iluminação do quarto era escura, com poucas tochas iluminando o ambiente.
— Mas eu ainda não fui atacado. — Disse Jimmu, que passou a mão nos cabelos e se apoiou com sua lâmina, ainda embainhada, ao chão, e ai que percebeu. — Hm?
Uma corrente, com um aspecto líquido - ainda sim, sólida - e com uma coloração negra, seria obsidiana? Assim como o próprio Jimmu, alguns espectadores coçaram o queixo para saber quando foi que César conseguiu mover essa corrente em segundos e a prender no tornozelo do imperador japonês. No tornozelo de Jimmu, um anel também escuro e que prendia seu corpo. — Quando que...?
— VEM PRA CÁ! — As veias dos definidos músculos de César saltaram. César obteve uma força descomunal durante seu treinamento. A corrente se esticou e junto, é claro, veio Jimmu.
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— ACABAREI COM ISSO NO PRIMEIRO GOLPE! — Sorriu César, levando Jimmu preso nas correntes até quase o teto do ambiente e, puxando como uma linha de pesca, voltou o corpo do mesmo com tudo contra o chão. O solo de padeira e pedra foi afetado é uma grande explosão de fumaça ocorreu. Mas ainda sim, a corrente se encontrava esticada. — Bom... O primeiro, já foi! — Disse César. Percebeu que Jimmu havia sobrevivido, quando a fumaça se abaixou, lá estava Jimmu, em pé, com um único pé, se equilibrava em cima da ponta do cabo da espada, que ainda se mantinha embainhada e enfiada ao chão. — Hahaha! Mas que golpe divertido! — Com um salto, Jimmu avança ainda no ar, mesmo com o tornozelo direito preso, ele avança como se nada temesse.
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— Tolo, se esquece que você está preso em minhas correntes?!
Ainda no ar, o pé de Jimmu é puxado com força e César o envia em direção a uma das pilastras. Sorrindo, César diz. — Tomara que o calculo esteja certo, o corpo dele vai se partir ao meio. — Mas como uma borboleta voando, Jimmu pousa. Seus pés, com serenidade, tocam a superfície da pilastra e nenhum dado existe. Mas César agora percebe que, Jimmu estava em um alcance bem menor do que antes. O imperador xintoista sorri e realiza um impulso em direção ao inderrotável. César, movimenta a corrente de seus braços de uma forma que faça um túnel exatamente onde Jimmu vai passar, mas... Com um toque, mesmo no ar, a ponta da bainha encosta por um segundo na corrente, mudando Jimmu de direção. — Preparado? — Jimmu cai bem na frente de César, empunhando sua espada e, com um ataque certeiro, direcionou a bainha em direção a testa de César. Por reação e claro, por que era óbvio, César pegou a bainha com a mão. Eles se encararam.