Prólogo:
No centro do universo, onde as estrelas tecem seu brilho e os planetas dançam em órbita, existe um lugar misterioso conhecido apenas como o Domínio do Maioral, na verdade, este lugar pode ser considerado o Céu. Este é o reino onde os destin...
' Qin estava ileso diante ao golpe estelar de Alexandre!
— As vezes me acho irônico. Sou um Matador de Deuses mas sou um, não literalmente, é claro, mas estou na posição de um aqui. — Alexandre cuspiu no chão e avançou contra o Imperador Chinês, que também iniciou seu avanço.
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Eles se colidiram, Alexandre tentou um gancho, mas a Longquan apenas repeliu contra o estômago do ruivo.
— Se acha importante, Alexandre?! Mas não é NADA DIANTE A GRANDEZA DA DEFESA DE QIN! — Com o fluxo Longquan, transferiu toda a força de seu corpo para a ponta do pé e desferiu na barriga de Alexandre, que voou com a boca sentindo o gosto de sangue.
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— VEM... — O primeiro soco cravou as costelas de Alexandre como um martelo golpeando uma bigorna. O ar escapou de seus pulmões num grunhido rouco, seu corpo arqueado no ar ainda pelo impulso do chute anterior.
— PRA...
O tornozelo de Qin desceu como uma lâmina divina, esmagando o crânio do rei macedônio contra o chão. O granizo rachou, afundando-se sob o impacto, como se o próprio mundo recuasse diante daquela força.
— CÁ...
O gancho no queixo ecoou como um trovão. Alexandre foi arremessado para cima, sangue pintando o ar em um arco escarlate, seu corpo agora um fantoche desgovernado nas mãos do imperador.
— MATADOR DE DEUSES! — Qin saltou, e o tempo desacelerou. Pés, joelhos, cotovelos - uma sinfonia de destruição. Cada golpe soava como ossos quebrando sob uma tempestade de aço. Alexandre subia mais e mais, seu corpo girando em espiral, esfarelando-se como estátua de gesso.
E então... O ÚLTIMO IMPACTO!
Um chute giratório que enviou Alexandre voando como um cometa ensanguentado, espatifando-se contra as paredes de gelo que as quebrou ruínas abaixo. Poeira ergueu-se em um suspiro fúnebre.
Qin pousou suavemente, o terno já rasgado envolvendo-o como sombra viva.
— Reinados caem... — Seus dedos cerraram-se, ainda fumegando com o calor da carnificina — ...Mas eu permaneço! Pois Qin Shi Huang é eterno.