Depois de sair da cafeteria, busquei Agatha na escola e a levei para andar no shopping e ouvi-la contar animadamente como fora sua noite na casa de Eleanor.
Assim que chegamos, levei um olhar super mortal de Peter.
Só queria dizer que foi muito bom andar naquela ferrari. Foi muito bom mesmo. Tipo MUITO bom mesmo.
Peter não falou comigo o resto do dia. Isso significava que eu era uma pessoa morta.
A noite finalmente chegou. Após o jantar, Marie foi colocar Agatha na cama. Antes que eu abrisse a boca para falar algo, Peter me mandou para o quarto.
Foi muito bom comer as comidas do mundo. Comer realmente é a melhor coisa no mundo. Mas, no céu tem pão?
Subi para o quarto, retirei meus tênis e fui até a sacada e encarei o céu.
Eu poderia fugir pela sacada.
Peter ainda não subiu para o quarto. Provavelmente está arrumando um jeito de me matar da forma mais dolorosa possível.
Olhei para baixo e suspirei.
Eu posso no mínimo quebrar umas três costelas. Nada de mais.
Passei uma perna pela grade da sacada.
A porta do quarto abriu.
Lascou-se!
— O que está fazendo? – ele perguntou. Retirei minha perna e me virei voltando para o quarto.
— Nada.
— Não é o que parece. - me encarou sério. Não sei se é de um jeito bom ou ruim mas que me arrepiou tudo.
— Mas não era nada.
— Você sabe que não deveria ter saindo com o meu carro sem minha permissão, não sabe? – começou.
— Sim.
— E mesmo assim saiu. – afirmou.
— Sim.
— Sabe que foi errado, não é?
— Talvez.
— Não se arrepende nem um pouco né?
— Não. Eu faria de novo. E de novo, e de novo. – ele se aproxima ficando cara a cara comigo. Nossas respirações batiam no rosto um do outro.
— Faria? – arqueou uma de suas perfeitas sobrancelhas.
— Sim. Seu carro está em perfeitas condições, se quiser pode ir até lá e ver.
— Não, muito obrigado. Prefiro ficar aqui e ver você. – me encarou com uma intensidade.
— Peter...– espalmo minhas mãos em seu peitoral coberto pela camisa branca. — acho que nós já brigamos o suficiente, não acha? Por que não partimos logo para a reconciliação e esquecemos o passado? – encarei na mesma intensidade.
— E por que eu deveria te ouvir?
— Porque eu estou pedindo? – pergunto depositando leves beijos por seu maxilar. — Ou porque você sente tanta falta de mim quanto eu sinto de você? – enlaço meus braços ao redor de seu pescoço lhe olhando nos olhos.
— Parabéns, você venceu. – disse antes de avançar em meus lábios e me puxar mais para sí para aprofundar o beijo.
Suas mãos estavam em meus quadris os apertando, enquanto minhas mãos já estavam em baixo de sua camisa arranhando seu abdômen.
A puxo para cima a retirando e jogando em qualquer canto do quarto. Ele fez o mesmo com a minha e voltou a me beijar. O empurrei na cama, o fazendo cair sentado. Me sentei em seu colo colocando as pernas cada uma ao lado de seu corpo.
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SIMPLESMENTE SAMANTHA
SonstigesSamantha Campbell está de volta, e promete muitas surpresas. Depois de Sam testar seus limites, Heitor não pensa duas vezes antes de tomar uma importante decisão: Mandá-la para Nova York para iniciar seus estudos na faculdade de administração. O qu...
