Capítulo 64

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Me desculpem pelos erros

 
  
— Acho que mataram o irmão errado não!? —

Vechtor pergunta ficando cara a cara com Ryan que me puxou para trás do seu corpo em uma.tentativa de proteção.

— Acredito que não, mas eu terei o maior prazer de matar você —

Ryan fecha a mão em punho mas quando vai acertar Vechtor eu seguro seu braço.

Ambos me olham.

— Se vocês quiserem brigar tudo bem, mas aqui? Na rua? Sério isso? — pergunto olhando ao redor, ambos se afastam um pouco recobrando a consciência de que alguém poderia ver.

— Não vou perder meu tempo com você Vechtor, não vai atrapalhar nossos planos —

Ryan diz pegando na minha mão, começamos a caminhar até seu carro, assim que abrimos a porta Vechtor fala.

—  Sinto muito, talvez nem tanto mas, eu já atrapalhei Ryan —

Pisca para nós e em poucos segundos some das nossas vistas.

Entro no carro com Ryan que dá partida fazendo os pneus cantarem.

— Ainda quero saber o que ele quer com tudo isso —

Ryan comenta furioso conforme se afastava da cidada indo para floresta.

— Brigas e mais brigas —

Respondo passando os dedos pelo vidro e olhando através da janela.

O tempo está nublado deixando o sol encoberto e um vento bater de leve fazem os galhos se chocarem um com os outros, as folhas balançam em vários direções prendendo a minha atenção até que ela seja puxada para meu namorado.

— Por quê!? —

Ryan pergunta apertando o volante.

Suspiro.

— Porque ele gosta, porque ele quer, porque ele quer colocar um contra o outro para ele ser o certo —

Ryan para o carro rapidamente e antes que meu corpo vá pra frente ele passa o braço me segurando, os seus olhos azuis encontram com os meus.

Ficamos nos encaramos por um segundo até que ele finalmente resolve falar.

— Ok, mas por que? Isso não tem lógica —

Murmura, abro a porta saindo do carro.

— Aí já quer demais, não sei, mas sei que ele quer isso. —

Me sento no capô do carro olhando para o penhasco e em seguida o mar, Ryan estacionou em uma parte onde se tem a visão do mar pelo carro, ou talvez apenas eu que nunca olhei daqui mesmo.

— Eu te amo —

Ouço sua voz e sinto as suas mãos tocando em minhas coxas sobre a calça subindo carinhosamente, Ryan fica entre as minhas perns de costas para o penhasco.

Ele me puxa mais para baixo fazendo meu corpo deslizar em cima do capô, passa sua mão em volta de minha cintura e encosta o seu rosto na curva de meu pescoço onde se permite suspirar.

— Eu te amo —

Murmuro passando a mão por seus cabelos deixando meus dedos entre os fios pretos macios, ele levanta a cabeça e os seus olhos azuis se perdem nos meus. Ele sibila "Eu te amo" e sorri me levando a nocaute.

Meu Novo VizinhoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora