começo I

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Passado:

— Quarto? —perguntei me afastando dele, ao que aparentava meu corpo estava produzido uma grande quantidade de adrenalina que precisavam ser gastos de alguma forma.

—Tenho uma ideia melhor —ele disse com um sorriso malicioso, e me tirou do colo me levando até o carro dele.

    A ideia de ficar com  um garoto em um carro não era meu pensamento do dia, era algo do qual julgava ,e falava das garotas que faziam isso, vadias era minha melhor ofensa, na minha defesa alguma parte do meu cérebro não funcionava  ainda.

   Ele sentou no banco do motorista, ia dar a volta quando ele agarrou meu braço.

—No meu colo—para falar a verdade eu teria saído correndo se minhas pernas não estivessem paralisadas, e nem ligava de fazer papel de bebezinho assustada, estava assustada, queria não ter feito o que fiz.

   Sentei no seu colo ,com uma perna de cada lado do seu corpo, senti algo estranho, esperava que fosse algo no bolso dele, na verdade estava rezando para ser algo no bolso dele ,até uma arma estava valendo, não me importava muito.

    Ele começou a me beijar ,e logo sua mão desceu até minha bunda, começou o show privado ,primeiro a camisa dele depois minha blusa ,suas mãos e quando suas m ao chegaram no zíper da minha calça paralisei.

—Não precisa fazer isso—e eu não fiz, ele levou as mãos para dentro dos bolsos da minha calça  e franziu o cenho trazendo nas mãos as máscaras

—o que é isso?

                     ○●●●●●●●○ 

   Tinha se passado uma semana desde a festa na casa se Remod, Isabella e eu estávamos na minha casa assistindo, minha família tinha viajado de novo, e preferi não ir, nascer em uma família grande não me fez um ser sociável, mas estava quase ligando para Michael vim me buscar ou buscar Isabella ,ela mais uma vez falava do ocorrido na casa se Remod.

—devíamos denunciar —ela repetia como se eu não limpasse as orelhas—ouviu Marjorie?

—Ouvi Isabella —falei colocando mais pipoca na boca.

—Não queria !

—É não queria, mas vamos falar o quê para tio Alfred?" Pai resolvemos ir para uma festa na casa de Remod, sim ,esse mesmo, ladrão, traficante e drogado, bebi demais e fui estuprada, mas não se preocupe !

A encarei esperando uma resposta .

—Não assim ,mas...

—Isabella, se você for denunciar vou com você, pegamos o carro agora e vamos, vai ter todo meu apoio, não vou sair do seu lado nem por um momento, mas precisa ser sério.

—Anti-feminismo—revirei os olhos ,ela não iria fazer nada ,mas me faria me sentir culpada.

—você quer denúncia ele ou apenas está com raiva por que no final ele disse que você  era só mais uma transa?—eu amava minha prima, mas a  conhecia e odiava a idéia dela transformar uma mágoa em uma história triste de estupro quando deveria levantar as mãos para os céus e agradecer por nunca ter passando por isso.

   Ela não falou nada e já tinha minha resposta.

    Continuei assistindo até ouvir batidas na porta ,pensei que era Cooper ,havíamos combinado de assistir sobrenatural e ele não costumava atrasar ,a menos que a pizzaria onde sempre pedíamos pizza tivesse cheia, e era plena manhã quem comia pizza uma hora dessa? Era milagre ter uma pizzaria aberta nessa hora.

   Levantei correndo para abrir a porta sem me importar que estava só com uma camisa de Ravi e uma calcinha ,Cooper ficava sentado na privada enquanto eu tomava banho, se tínhamos alguma vergonha um do outro passou quando ele perdeu a virgindade comigo embaixo da cama dele.

  Abri a porta, era Tyler crack ,se minha memória não falha- ela quase nunca falha-bati a porta na cara dele ,ele bateu de novo .

     Eu tentava buscar uma saída, se eu subisse para o quarto Isabella abriria  a porta ,o que não era nada bom, porque  possivelmente ela mandaria ele para meu quarto. Abri a porta 10 minutos depois ainda de  calcinha .

—pensei que não ia abrir a porta!

—É !Eu não ia—respondi encostando no batente da porta.

— O que fez você mudar de ideia? Meu corpo?—ela falou com um sorriso malicioso, ergui a sobrancelha— roupa sexy!

—Você não veio aqui para falar da minha roupa...—falei como se fosse comum  atender as visitas só de calcinha.

—quer dar uma volta?

Quando olhei para trás Isabella estava a três  passos de mim ,sua boca formava um perfeito  "O".

   Depois do dia da festa não tinha mais visto e ele é pensei que essa fosse a segunda chance que Deus estava me dando,foi legal e para ser sincera ele tem assunto e humor, e isso sim é um milagre, a maioria dos garotos que conhecia estão ocupados tentando se babaca para serem legais, mas não queria ele na minha porta , não quero o ver e nem passear por com ele.

—não —tentei fechar a porta ,ele me impediu colocando o pé, se Isabella não tivesse me segurado teria o quebrado.

  Ele empurrou a porta entrando para dentro ,calculei quantos segundo levava até o telefone, e se me lembrava do número da polícia.

—Você vai gostar.

—não, obrigado—falei subindo as escadas, só parei quando vi que ele apreciava a cena ,peguei a toalha de mesa e coloquei em volta da cintura ,e enfim fui para o quarto.

Se for?Será?Nada!Onde histórias criam vida. Descubra agora