papai Noel

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  Quando paro o carro na frente de casa tenho noção de como estou ferrada, o carro de papai continua na garagem, e o de Graieh e Philip estão encostado na frente de casa e algo deixa minhas pernas bambas , o carro de Michael também está aqui,  pego meu celular e olho às mensagem na caixa postal, todos meus irmão deixaram, Tyler também o que  não me deixar supressa , ele deve está pensando que é o culpado pelo meu desaparecimento mas só o usei como desculpa para ir ver Cooper.

    Fecho as janelas encostando no banco e fechando os olhos, escuto batidas na janela, Michael me encara com ódio nos olhos, dou um sorriso ele estreita os olhos fazendo sinal para eu descer do carro.

   Abro a porta saindo do carro e dando a volta até ficar se frente para ele.

—Michael, não sabia que iria vim!
—digo ainda sorrindo, vejo que ele está se controlando para não me puxar para  dentro da casa.

—Imagino que não.

  Mamãe abri a porta e nunca me pareceu mais furiosa, ela faz sinal para dentro da casa , hesito porém sei que tenho que entrar, quando passo pela porta  Graieh e Philip  quase me matam com o olhar.

—Quantas vezes vai fazer  isso?—Ravi pergunta aparecendo nas escadas, desde do dia que fui no quarto dele as coisas não estão muito bem.

—Desculpa —falo levanto o ombro.

—você some e aparece como se nada tivesse acontecido! Todas as vezes!—philip exclama, tyler estar encostando na parede e não olha para nós, ainda bem que ele sabe que é um intruso— se precisar é só olhar na sua identidade e vai ver que não tem idade para isso!

—Espero que sua explicação dessa vez seja boa...vamos! Começa—papai fala.

—Estava em Miami —papai olha espantado — queria ver cooper, ninguém me falava nada era como se evitassem, precisava ver ele.

—Podia avisar, ainda está com a carteira provisória sabe o risco que correu?—mamãe pergunta andando de um lado  para o outro.

—Não queria preocupar vocês, mas não vou deixar acontecer com ele o que vocês  permitiram acontecer com remod—falo subindo as escada e entrando no quarto .

     Tranco a porta e deito no tapete no meio do quarto, conde vem para perto de mim, ele senta do meu lado e fica me olhando sento o pegando no colo, quando alguém gira a maçaneta.

  Levanto abrindo a porta, é papai, e ele ainda parece está furioso.

— Você sabe agora não é?

Faço que sim.

—Entende por que não falamos para você ?

  Em uma parte entendo, era algo íntimo, mas eu poderia ter ajudado  , isso me faria entender tanta coisa, mas no fim eu não quero entender.

  Faço  que sim  .

—O gato comeu sua língua —fico calada—Justine!

—ok, eu deveria ter avisado, mas é cooper precisava ver ele!

—Como precisava ver remod, tyler me contou que viu vocês  dois—olho espantada para ele—não se preocupe, não acho remod uma ameaça para você.

—Ele não é! Ele é da família.

— Você  sabe que o que disse magoou sua mãe certo? Ela fez tudo que  podia por remod, mas ele não queria ajuda.

—Ele me falou isso, mas eu não quero desistir de cooper..

—Não desistir de remod, mas o deixei tomar suas próprias escolhas.

  Ele se ajoelha beijando meu rosto.

—Melhor você  descer para se despedir de michael.

—Não quero!

—Tente não piorar as coisas—ele diz saindo do quarto.

   Quando desço Michael já está abraçando mamãe, fico nos últimos degraus da escada.

—O trabalho lhe chama como sempre—digo porque quero que ele saiba que estou magoada, todos surtam se eu sumir, mas ele nem ao menos saberia se não decidisse que precisa arrumar alguma coisa na cidade e aparecesse. 

  Ele olha feio para mim , não me deixo abalar.

—Carente de atenção?

—Na verdade, não me importo.

—Não  faça showzinho—ele diz, dou de ombros e começo a subir as escadas.

—como quiser !

Mamãe vai até o pé da escada.

—O que  há de errado com vocês dois? Parem de brigar como cão e gatos, são irmãos!—ela vira para Michael—suba agora para aquele escritório e só saia de lá quando resolver o que estar acontecendo! —michael continua parado—agora!

   Ele revira os olhos e começa a subir, faço o mesmo entrando no escritório primeiro e pegando a cadeira de papai, ele senta na minha frente com a cara fechada.

—Realmente preciso pegar o vôo para Seattle.

—Por que ainda está aqui?

—Quero resolver as coisas—sorrio
—e mamãe não vai me deixaria ir embora.

  Inclino a cabeça para o lado.

—Precisava estragar?

—Precisava ficar fugindo?

—Não é eu que fujo da família.

  Michael nunca passa mais de um dia em casa, eu sei que ele nos ama mas sempre foi o que fica longe da alcateia, que precisa ficar sozinho enquanto lida com as coisas da sua forma, mas eu sinto falta dele, por isso devo está tão magoada, ele nunca está aqui quando preciso , e é meu irmão.

—Eu não fujo da família...

—Só mantém afastado.

—Inventaram uma coisinha, celular , saberia se atendesse minhas ligações.

—Se não morasse do outro lado do país não precisaria ligar tanto.

Ele sorri.

—Justo!

  ele abri os braços,  dou a volta na mesa o abraçando.

— Prometo que irei vim te ver mais.

—É como quando mamãe dizia que o papai noel existia, sempre sabíamos que era mentira.

   Ele se afasta me encarando boquiaberto.

—Papai Noel não existe?—empurro o ombro dele e ele me abraça outra vez.

Se for?Será?Nada!Histórias para pegar e não largar. Descubra agora