É uma promessa.

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—Minha mãe acha que vendo heroina, seu irmão pensa que daqui a pouco viro um remod, meu irmão me perguntou a quanto estou vendendo a pedra, e você  me pergunta se eu não devia está no coral da igreja—ele se afasta ainda sorrindo—sabe com senti sua falta!

    Eu sei  devo ter sentido tanta  saudades dele como ele de mim , e ele ainda é cooper independente de com quem anda,ele ainda é meu melhor amigo e isso não vai mudar só porquê ele mudou o cabelo, e só consigo repetir que ele ainda é meu melhor amigo.

  Ele faz sinal para dentro do quarto, onde continua tudo no seu lugar, e é bom ter algo famíliar, entro pulando na cama como antigamente ele deita do meu lado pigarreando, sei que ele quer falar alguma coisa sobre a última vez que a gente se viu, mas não quero , só quero que as coisas sejam como antes.

—Sua mãe fez bolo de chocolate?—pergunto.

—Você não comi em casa não?

—Minha mãe não faz bolo de chocolate, e tia Liberty não ia gosta de você me negar bolo!

   Ele suspira derrotado levantando e voltando minutos depois com dois pedaços de bolo e com coca, sentamos  no chão encostados na cama.

—Vou ficar de castigo—falo dando uma mordida no bolo.

—Seus pais não sabem que você está aqui?—faço que não, nem eu mesma sabia que iria vim aqui—eles vão matar você, principalmente depois do que fez.

—Ei, deveria me animar falar que eles vão entender é seu papel como melhor amigo.

—Meu papel como melhor amigo é ser sempre sincero!

Dou de ombro limpando a boca.

—Você  não é um bom amigo!

   Ele fica em silêncio e me arrependo de ter dito isso, mas então ele fala o que quis saber desde do início.

—Sou filho do senhor alex...

  Sei que estou boquiaberta, não pode ser ou pode na verdade, conheci o marido de tia liberty, ele não tinha nada parecido com cooper ele era intelectual, pequeno enquanto o filho parecia um lenhador, ele achava futebol americano perda de tempo mas Cooper...Cooper era o melhor , é o melhor, mas pais tem diferenças, sempre tem, mas eram muitas , e Cooper sempre foi a cara do senhor Alex  mas isso é normal, tudo bem que os vizinhos comentavam mas era ela e o senhor Stefan que levava ele para o treino, foi ele que ensinou Cooper a andar de carro, ele me ensinou a tabuada inteira quando eu tinha 6 anos junto com cooper na mesa da cozinha, ele me fez gostar de fisica, quimica e qualquer matéria que tivesse números, não importa que os vizinhos comentassem eu conhecia a senhora Liberty,  ela amava o senhor Stefan, sempre amou, o tipo de amor do meu pai e minha mãe.

—Seria bom se você  falasse alguma coisa além de ficar com a boca aberta—ele fala sorrindo como se tivesse me falado uma piada, viro para ele plasma—o que foi? É engraçado vai.

—Colocou fogo na casa do seu pai?

Ele dar de ombros mas faz que sim.

—Esperei seu irmão entrar no turno da noite e fiz , sabia que ele ia dar um jeito.

— Usou meu irmão?—pergunto pegando o pedaço de bolo que ele  terminava de comer.

—Garantir que eu não ficaria na cadeia.

   Começo a rir.

—Com certeza você não está usando drogas, um pessoa que usa droga não pensaria em algo assim.

—Já falei do meu drama, agora me diga como é a escola nova.

    Limpo as mãos na calça e volto a subir na cama, dobrando as pernas e sentando sobre elas, mesma que não entenda nada ele já me falou, ele virou para mim e disse,não precisei ameaçar ele ou insistir só precisei fazer o que meu pai disse,esperar.

—Fora todos serem .... não consigo encontrar uma palavra...

—Filhinhos de papai?

—Essa já está fora de uso,mais se aplica bem.

  Ele vem para o meu lado, me fazendo deitar e me abraçando, como um bom irmão mais velho, ele não me faz mas perguntas e eu não tento entender o que ser filho do vizinho significa para ele , nós dois sabermos que o que queremos agora é que tudo fique bem.
    

                        ☆☆☆☆☆☆☆

    Acordo com a senhora liberty batendo na porta, ela dar um sorriso radiante quando me ver, e pelo jornal na sua mão junto com a xícara de café sei que perdi a hora, levanto em pulo da cama calçando o sapato Cooper acorda levantando também e tomando um ducha rápida, enquanto isso desço para tomar café com a senhora liberty.
 
  Ela coloca chá com um pouco de leite e biscoitos , nós sentamos na varanda como antigamente mas ela não olha nenhuma vez para a casa do senhor alex.

—Cooper lhe contou não foi?—Titubeio, ela sorri— sei que o que fiz foi errado entendo a reação do meu filho, então, diga o que você pensa.

  Olho para o chão por um momento depois volto meu olhar para ela.

—Cooper merecia saber a verdade, ele tinha esse direito, conheço a senhora, cresci aqui e sei que não faria isso para o magoar, não quero te julgar, sinto que não posso!

   Ela segura minha mão  a apertando.

—Bem , sabia que  Stefan sempre falou que você  parecia mais filha nossa que dos lourens.

   Vindo de outra pessoa isso pareceria uma traição, mas a senhora liberty cresceu com mamãe e a adora, são como irmãs  ela fala isso por que no fundo eu sempre fui a filha dos dois, em quem liberty podia vestir os  vestidos rosas e pentear o cabelo .

—Queríamos que você casasse com Cooper, para semos uma familia aí caímos na real  nós sempre fomos uma família.

—A grande familia, a família do coração.

—Sim, o pai que insistiu para você  aprender raiz quadrada antes mesmo de saber comer sozinha, e a mãe que queria te transformar em uma princesa.

—Conseguiu—falo jogando o cabelo para trás dramaticamente.

—É —ela rir.

  Cooper aparece na porta, com a mochila.

  Levanto .

—Deixo você  na escola—falo.

—Tenho um carro marjorie e eu sim gosto de viver!

  Reviro os olhos para ele é abraço a senhora liberty .
   
   Cooper hesita ao entrar no carro mas por fim se senta no banco colocando o cinto.

—Sabia que minha mãe me ama?—ele pergunta quando dou partida no carro saindo na rua.

—Cooper, não é como se fossemos morrer  só não sei fazer uma curva direito.

—Você não sabe dirigir direito!

—Hahaha—fico em silêncio por um momento—sabia que ravi já entrou em confusão.

—Recorde—ele fala batendo no painel como em uma bateria.

—Sabia que Remod veio me procurar.

  Vejo que seu corpo fica tenso, há  mesmo algo de errado.

—Não vou perguntar o que você está fazendo, sinto que não vou receber uma resposta, mas garanta que vai ficar bem —digo parando o carro de frente a  escola, que é  um percurso de menos de 10 minutos.

  ele bagunça  meu cabelo.

—Para de falar como se  eu estivesse  trabalhando com mafiosos que estão pedindo minha cabeça.

  Sorrio.

—É  porquê meu melhor amigo é um bundão mas ele me deixa feliz como ninguém — ele abri a porta do carro.

—Lhe garanto que ficarei bem, é uma promessa  —ele fecha a porta— cuidado na estrada.

   Ele diz,  e eu o vejo entra para a escola, eu o olho querendo garantir que ele está bem, mas ele prometeu e  Cooper nunca quebra uma promessa.

Se for?Será?Nada!Histórias para pegar e não largar. Descubra agora