Thirteen

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Escutem "Sex" The 1975 para ler o capítulo e vamos lá.
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O pôr do sol iluminava o rosto de Camila, banhando sua pele com tons dourados que pareciam feitos sob medida para ela. A luz acariciava cada curva, cada fio de cabelo, e eu me perdi por segundos, tentando absorver a obra de arte que tinha diante dos meus olhos. Seus olhos refletiam o brilho do sol, os lábios se curvavam num sorriso discreto, e cada gesto parecia um convite silencioso, um sussurro de desejo. Era como se o tempo tivesse decidido desacelerar, cada raio dourado feito para iluminar apenas nós dois. A leveza com que os cabelos caíam sobre os ombros, o arqueio sutil do corpo, a inclinação do queixo — tudo respirava promessa, intimidade, urgência contida.

Minha respiração se acelerou sem que eu percebesse. O desejo de tocá-la, de sentir cada centímetro de sua pele, queimava dentro de mim. A lembrança de nossos primeiros encontros — roubados entre turnês e ensaios, sorrisos trocados no silêncio do backstage — misturava-se à necessidade imediata de tê-la inteira, agora. Cada toque, cada olhar furtivo, cada suspiro, tudo convergia para aquele instante, e eu sabia que nada mais importava.

Ela me olhou, e naquele sorriso havia o mundo inteiro. O barulho do hotel, o burburinho distante, até o tempo parecia ter parado. Meu peito se apertava, meus pensamentos se apagavam, restando apenas ela, nós dois, a luz dourada e a promessa do que viria.

Aproximei-me devagar, sentindo a eletricidade nos centímetros que nos separavam. Nossos olhares se prenderam, carregados de antecipação, e quando nossas mãos finalmente se tocaram, senti a tensão se transformar em calor. Nossos dedos exploravam pele, cabelo, curvas, traçando caminhos invisíveis de desejo. Cada toque parecia dizer: "Eu te quero, totalmente". Meus lábios buscaram seu pescoço, depositando beijos demorados, mordidas suaves, sentindo seu corpo estremecer em resposta, sua respiração acelerando, quase desesperada, pedindo mais sem precisar de palavras.

— Lawrence... — seu sussurro era quase inaudível, mas carregava urgência.

Tirei sua camiseta, que deslizou pelo chão, sem importância. Aproximei-me ainda mais, corpos colados, e respirei seu aroma, intoxicante, arrebatador. Beijei seus lábios, primeiro suavemente, depois com urgência, profunda necessidade misturada a ternura. Ela arqueava o corpo, minhas mãos explorando os seios, brincando com os mamilos, apertando, estimulando, sentindo cada gemido baixo escapar de seus lábios. Cada reação dela era convite, cada suspiro uma permissão para me perder nela.

A cada toque, a cada roçar de mãos e corpos, a confiança crescia, e a entrega se tornava completa. Impulsionei-a para a cama, onde ela caiu com suavidade, olhando-me com olhos que pareciam capturar a alma inteira. Deslizei pelos braços, pela barriga, até chegar à intimidade dela, sentindo a umidade que me chamava. Comecei a explorá-la com língua e dedos, cada gemido, cada estremecimento, um lembrete da nossa sintonia perfeita. Sua respiração se misturava à minha, ofegante, entrecortada, e cada toque acendia novas chamas.

— Lawrence... por favor. — sussurrou, voz rouca, carregada de desejo.

Parei por um instante para contemplar a obra de arte diante de mim, cada curva, cada centímetro de pele, a feminilidade intensa que ela irradiava. Passei os dedos por seu braço, subindo até o queixo, e ela se arrepiou, fechando os olhos, perdida na sensação.

— Você já é minha, Camila. — murmurei, sentindo a força do que dizia.

Beijei seus lábios, aumentando a intensidade, empurrando-a contra minha cintura, levando-a até a cama. Tirei minha camiseta e bermuda, ficando apenas de cueca, e logo em seguida puxei seu shorts e sua calcinha, descobrindo sua excitação pronta, perfeita para mim. Peguei minha camiseta e amarrei suas mãos acima da cabeça, mordiscando sua orelha:

Lost // lj + cc // transOnde histórias criam vida. Descubra agora