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Não gosto de futebol mas é a copa né, só acontece de 4 em 4 anos.

AMANHÃ 17/06/2018 VAI SER O JOGO DO BRASIL.

VAI BRASIL. Hue hue BR. 🇧🇷⚽🇧🇷

 🇧🇷⚽🇧🇷

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"Hm..." Rafa olhava tristemente para sua janela, vendo ao longe algumas crianças brincando na rua e rindo alto, fazendo sua vontade de chorar ficar maior.

Suspirou e saiu na janela sabendo que nunca brincaria com uma outra criança em sua vida, apenas se jogou na cama e se cobriu, estava meio frio e a casa era bem gelada. Conforme ia ficando mais quente, o sono se aproximava o fazendo bocejar a cada minuto até cair num sono profundo, estava sonhando com nuvens fofas e algumas borboletas.

π

Abrir lentamente os olhos e espreguiçou, sentindo seus cabelos e pelos da cauda se arrepiarem. Coçou seus olhinhos e se assustou quando viu seu tio ao lado de sua cama.

"Boa tarde amor." Sorriu e passou seus dedos nos cabelos castanhos, que recuaram. "Está com fome?" Tirou a coberta da criança e a pegou no colo mesmo ainda de pijama. "Você deu uma cochilada agora." Andou com ele em seu colo até a cozinha, o colocando sentado em cima da mesa.

Rafael olhou assustado em volta mas não fez nenhuma pergunta. Seu tio ficou de costas para si por um instante e se virou bruscamente segurando uma caneca até a borda de achocolatado morno.

Deu nas mãos do garoto.

"Beba tudo." Mandou e beijou sua tenta, ainda com um sorriso estranho no rosto. "Agora." Ficou de frente para ele, que segurava a alça da caneca com força e olhava fixamente para o líquido que soltava uma fumaça cheirosa. Olhou confuso para seu tio mas não enrolou muito pois sabia que ele não gostava de demora.

Respirou fundo sentindo o cheirinho de chocolate, não estava tão mal. Suspeitou e olhou para seu tio antes de dar um gole. Engoliu o primeiro e viu uma feição satisfeita surgir no rosto dele.

Tomou gole atrás de gole sentindo seu coração forte. Quando terminou, seu tio pegou a caneca de suas mãos sem dizer nada, ela tinha esquentado suas mãos geladas.

"O que era isso?" Perguntou tímido, olhando para suas coxas.

"Achocolatado?" Olhou debochado para seu sobrinho, mas o mesmo não ergueu o olhar.

"Hm..." Sussurrou.

"Não vai agradecer? Hm?" Rosnou de leve e o menor tremeu e arregalou seus olhos, assustado.

"O-obrigado titio." Sussurrou e o homem pareceu mais feliz.

"Agora vou te levar para a sala." Novamente pegou o menino em seus braços e caminhou até a sala. O cômodo era forrado por carpete, então ele se sentou no sofá e colocou Rafa no chão, lhe dando uma almofada. O menino até preferia ficar no chão, era mais 'seguro'.

Lupus • ABO MpregOnde histórias criam vida. Descubra agora