Cap. 11 - O Ritual

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Ela começou devagar, beijou seus lábios, jogou os braços ao redor do seu pescoço e fazia um vai e vem lento com o quadril. Edgar entrou no jogo, mas não no clima, ainda parecia tudo muito artificial, e o tesão que tinha ao conquistar uma mulher e finalmente possuí-la não estava ali, ou ao menos, ainda não tinha sido manifestado. Segurou sua cintura e acompanhou seus movimentos, suas mãos pareciam grandes demais para aquele corpo magro, se forçasse um pouco conseguiria abraçar sua cintura com as mãos. Pegou em sua bunda magra com as duas mãos e a levantou um pouco, encaixando melhor o corpo da Loche ao seu, mantendo seu sexo encostado em seu membro. O toque arrancou um suspiro de Loche, mas para ele não foi lá grande coisa. Ainda havia algo faltando, e se arrependeu de não tomar um Viagra ou coisa semelhante, ao menos o seu pau não estaria meia bomba.

Estava nervoso, essa era a verdade. Se lembrou de Silvia e como foi simples possuir aquela mulher, bater nela, ouvir ela gritar de dor. Não se via fazendo algo assim com Loche, ela era sensível, parecia ser feita de porcelana. Uma porcelana safada, mas porcelana ainda assim.

Loche sentia o volume roçando em sua calcinha e a umidade entre as pernas. Notava que Edgar ainda não estava no clima, mas se esforçava para isso. Fez que o ia beijar e levantou, segurou seu rosto com as duas mãos e as desceu, passando pelo seu peito, sua barriga, segurou sua cueca e a tirou sem dificuldades. Sorriu ao ver o tamanho de seu pênis, não era grande, não era pequeno, era na medida para ela. Detestava pênis grandes demais, eram dolorosos e sentia-se entupida no sexo. Abocanhou aquele pau com vontade e o chupou com força. Agora sim conseguiu arrancar um gemido daquele homem. Chupou mais uma vez fazendo um estalo quando tirou-o da boca. Voltou a sentar em cima dele e a roçar em seu pau, agora duro de verdade, sentia-o pulsando em sua vagina, arrancando um sorriso de seu rosto e um êxtase tranquilo. Até esqueceu, por um momento, que fariam um ritual ali naquele quarto. Por um momento se sentiu desejada, e esse sentimento era sublime. O abraçou forte e puxou a calcinha de lado para que roçasse pele com pele, sexo com sexo. Ele a abraçou de volta, e ela não conteve o que sentia, finalmente as lágrimas brotaram de seus olhos, mas as enxugou rapidamente, não queria que ele notasse aquela fraqueza.

Finalmente o membro escorregou e a penetrou, tomando os dois de surpresa. Ele penetrou até a metade, e Loche se aninhou em seu colo, permitindo que Edgar a penetrasse por completo. A ideia do ritual ia ficando para trás a medida que permaneciam ali, sentindo um ao outro. Edgar sabia que aquilo que sentia era diferente de suas fodas ocasionais, e esse conhecimento lhe deu calafrios.

Loche subiu e desceu, e ficou ali completa por mais um momento. Sentia-se tão bem que não queria sair dali, daquele abraço, daquele carinho. Edgar começou a mover o quadril, e Loche o abraçou ainda mais forte, acompanhando seus movimentos, seu pau a preenchendo e tocando em seu âmago.

- Você é muito bom. – Loche sussurrou, contendo os gemidos que assaltavam sua garganta. – Porque você é tão bom assim?

Edgar não respondeu, só manteve o vai e vem deixando se levar por aquele prazer e aquele sentimento. Segurou sua bunda com as duas mãos e ficou de pé, a segurando com seu pau ainda dentro dela. Virou e se ajoelhou na cama, deitando-a e ficando por cima. Quando fez isso, Loche sentiu uma dor entre suas pernas, estavam mais abertas do que de costume, mas ela não se importou com a dor, ela se sentia completa, e isso bastava. Ele aumentou a força, a velocidade, a profundidade. Loche sentia seu coração batendo forte a cada penetração e não conseguia conter os gemidos, ele vinha do seu âmago e criava vida em sua garganta, ela simplesmente não conseguia evitar.

Ele a girou na cama, deixou-a de bruços, abriu suas pernas segurando suas coxas e enfiou mais uma vez, deitando sobre seu pequeno corpo, seu rosto afundado no travesseiro abafando seus gemidos cada vez mais altos, seu óculos torto no rosto e sua respiração abafada, mais rarefeita. Estava prestes a perder a consciência quando ele segurou sua cintura mais uma vez e a puxou, a colocando de quatro e continuando a enfiar com vontade. Loche arqueou o corpo deixando a bunda arrebitada e o rosto enfiado no travesseiro, gemendo à vontade, deixando o tesão tomar forma em seus gritos.

A Flor NefastaOnde histórias criam vida. Descubra agora