❁ lovely (bucky barnes) pt.1 ❁

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1) Escute com a música na mídia para uma melhor experiência. De preferência, no repeat.

2) Tenham empatia com o Bucky e paciência com ele nesse imagine. aviso que é um pouco sad, de quebrar o coração.

3) A parte 2 será no ponto de vista da [S/N], para se imaginarem no lugar da personagem e entendam as ações da mesma.

4) Boa leitura!

• Ponto de Vista - Bucky Barnes •
• Pedido da Evelyn5SOS1D
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Há poucas horas atrás, antes de descansar, percebi o quanto era grato por ter [S/N] em minha vida. Ela estava com a mão entrelaçada à minha — uma tentativa dela para que eu não nutrisse pesadelos de madrugada. Sorrio com tal pensamento, sabendo o quanto nós dois preservamos um namoro com tal intensidade.

Algo no qual sou grato, devo admitir; e algo que me faz lutar até o último. Algo que representa nós dois, e o que me motiva a curar todas as feridas existentes em minha alma. Desde o início, pedi para que minha garota tomasse cuidado comigo — o que não funciona, já que é o sinônimo de teimosia.

Sinto meu corpo dar breves calafrios, me alertando de que pesadelos viriam em seguida.

Pensei que encontrei um caminho
Pensei que encontrei um jeito, sim (achei)
Mas você nunca vai embora (nunca vai embora)
Então eu acho que tenho que ficar agora

Não, não, não, não.
Isso de novo não.

Minha cabeça lateja conforme travo uma luta com tais pesadelos, e sinto meus punhos ficarem rígidos e fechados. Ouço a pronúncia de tais palavras, e tento me libertar do meu sono o mais rápido possível.

Saudade (...) Enferrujado (...) Dezessete (...) Aurora (...)

Solto um grunhido fraco, e meu fôlego se perdia parcialmente, enquanto eu tentava, de algum modo, não escutar tais palavras em meu consciente. Meu medo multiplica-se de tamanho, sabendo que à partir de X momento minhas ações não poderiam ser controladas fácilmente.

Forno (...) Nove (...) Benigno (...) Volta pra casa (...)

— Bucky, sou eu, acorda! — Ouço a voz de [S/N] em um tom aflito.

Oh, eu espero que algum dia eu consiga sair daqui
Mesmo que demore toda a noite ou cem anos
Preciso de um lugar para me esconder, mas não consigo encontrar um perto
Quero me sentir vivo, do lado de fora eu posso lutar contra o meu medo

Duas mãos pousam sobre meus músculos do braço, me chacoalhando com uma certa urgência. Ao compreender que é minha namorada, procuro libertar-me de tal sono, retomando o foco em sua voz — que aparenta estar parcialmente distante.

Como reação, dou um pulo assustado na cama, e meu braço mecânico se direciona de modo involuntário ao pescoço de [S/N].

— B-buc-cky, v-você tá m-me m-machu... — ela implora, com a voz falha, e meu rosto esboça uma feição totalmente assustada.

Arregalo os olhos rapidamente, puxando meu braço mecânico, assumindo o controle do mesmo. [S/N] compreende o que aconteceu, na tentativa de me acalmar com um carinho em minha bochecha. Recuso firmemente ao seu toque, e vou até a ponta da cama — intercalando meu olhar entre a garota e minhas duas mãos.

— Ei, não foi isso que eu quis dizer. Bucky, espera, por favor. — [S/N] se alerta da situação, e decido permanecer em temor.

Meus olhos se enchem de água conforme o desespero se faz presente em meu coração. Minha única reação é observá-la, indo diretamente a mala de viagem, pegando apenas itens necessários.

Fecho o zíper do meu casaco, posicionando o boné corretamente e encaixando minhas luvas pretas. Decido secar as lágrimas teimosa que insistiam em percorrer o meu rosto e o de [S/N] — me provocando um vazio preocupante.

Eu iria embora.
Iria fugir dos meus medos.
Mais uma vez, eu perdi.

Percorro a lateral da cama, deixando um beijo breve nos lábios de [S/N]. Fecho os olhos durante tal toque, para que tal momento permaneça para sempre em minha mente — com o medo de que a Hydra não o assuma novamente.

Antes que ela reaja, decido correr o mais rápido possível, para que eu possa fugir momentaneamente do que tanto me assombra. Desço as escadas com tamanha rapidez, e ouço o choro de [S/N] intensificar-se à partir do momento em que o intercala com soluços.

Meus olhos se fecham, liberando lágrimas temerosas, e me firmo na decisão de não olhar para trás. Resgato o ar de meus pulmões, firmando meus passos e correndo em direção ao beco mais próximo.

Minha respiração se torna ofegante, e pouso a mão em meu tórax na procura de mais fôlego. Sinto meu corpo se desequilibrar, de modo em que uma tontura é provocada. Após tais manifestações, minha visão se escurece, e me rendo ao desmaio.

 Após tais manifestações, minha visão se escurece, e me rendo ao desmaio

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Xx, Tia Mayne.

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