Because you give me hope

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Christian.

Uso minhas mãos para protegerem a cabeça de Anastasia de uma lesão enquanto bato suas costas na porta de madeira. Ela grita, depois sorri enquanto agarra a minha gravata num puxão. Eu suspendo suas coxas, passando-as na minha cintura. Meus dedos roçam na renda da calcinha de renda numa massagem gostosa sobre o clitóris.

- Christian. - Anastasia ofega, apertando as unhas nos meus ombros. - Por favor.

Vê-la implorar é facilmente a coisa mais sexy do mundo, até mesmo mais do que a cara que ela faz quando goza. Anastasia tomba a cabeça na porta e desce mais no meu colo, esfregando sua boceta no meu pau.

- Por favor, Christian. Eu te imploro. - Ana suplica, apertando os olhos com força.

- Tudo bem, baby. Segure-se em mim e não solte, eu vou te dar o que você quer. - eu beijo o vão dos seus seios para manté-la acesa enquanto me desfaço da calça e afasto para o lado a sua calcinha. - Pronta? - mordo sua mamilo esquerdo sobre o tecido rubro, sorrindo para o estremecimento que corta o corpo dela.

- Pra você, sempre.

Eu invado seu calor molhado com um único impulso, até o punho. Anastasia me aperta contra ela e grita alto, esfregando seus peitos maravilhosos na minha camisa. Eu agarro sua nuca, puxando sua boca para a minha para um beijo molhado. Suas unhas cavam no tecido do meu terno, impulsionando seu corpo de encontro ao meu.

— Christian, baby. — Ana grita, batendo sua cabeça na porta com força, suas pernas abraçando minha cintura. — Vem comigo.

E eu vou, como a porra de um escravo.

O escravo de Anastasia Steele.

* * *

Raymond não me parece a pessoa mais feliz do universo quando retornamos para a sala depois que nos  recuperamos. Meu braço esquerdo descansa na cintura de Anastasia, assim como o dela, e nossos sorrisos são a porra da coisa mais brilhante da cidade.

Carla nos lança um olhar aguçado, porém feliz. Mas Ray tem uma expressão sombria e o olhar que recebo poderia facilmente ter me matado agora mesmo.

— Christian, podemos falar por um  momento?

Ray não espera pela minha resposta. Ele puxa Anastasia dos meus braços e empurra o meu peito até o quarto que estávamos a alguns minutos. Ana dá um passo para vir atrás, mas a mãe dela murmura alguma coisa sobre troca de roupas e a arrasta para longe do meu campo de visão.

O barulho da porta poderia ser definido como o som que antecipa a minha morte. Ray tem uma expressão mortal.

Ele está puto e eu, fodido.

— Ray, não é o que...

— Não é o que eu estou pensando? — ele passa os dedos pelos cabelos e respira fundo, se controlando para não me matar. — O que porra você acha que eu estou pensando,  Christian? A Ana tem 18 anos, uma vida inteira pela frente. Eu nunca quis que minha filha estivesse sob os holofotes, mas ela foi totalmente contra o que eu queria. — ele suspira e se joga na poltrona perto das janelas, esfregando os olhos. — Ana é o meu bem mais precioso, Christian e eu preferiria morrer antes de vê-la triste ou sofrendo.

Eu me arrasto para perto dele, me abaixando na  sua frente.

— Ray, a ultima coisa que eu quero é machucar a Ana ou fazê-la sofrer. Não  foi muito comum a forma como nos  conhecemos, mas ela é uma garota incrível e que te ama muito. Ela tem orgulho de você. É meio estranho que a nossa relação tenha mudado tanto em tão pouco tempo, mas eu entendo o motivo da Ana ter dito tudo aquilo sobre mim. Eu realmente era um idiota, mas escutar as coisas que ela falou me fizeram bem. Eu fiquei puto, é verdade. Meu primeiro movimento com ela foi realmente para prejudicá-la, mas ela também foi muito sincera e eu aprecio isso.

Give to meHistórias para pegar e não largar. Descubra agora