Our daughter

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Hey gente! Agradeço pelas 💫 e pelos comentários🤩 Fiquem com mais um capítulo fofinho!
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Algumas horas depois...

(Finn pov's)

Seguro minha filha em meu colo pela primeira vez pois nos primeiros instantes de sua vida, ela ficou em contato com a mãe já que esse momento é extremamente importante.

Passo a mão de leve por seus ralos fios de cabelo, percebo o quanto é pequena e inofensiva. Porém, estou aqui para protegê-la até o final da minha vida.
Estou bem meloso, eu sei disso. Mas meu amor por ela é inexplicável. Será que é assim que é se sentir pai?

Levanto a cabeça e encaro a castanha dormir silenciosamente. Seus cabelos  estão bagunçados e o rosto um pouco inchado por conta das lágrimas.

Millie, simplesmente apagou depois que nossos amigos e familiares saíram do quarto. Agora, provavelmente, estão no hotel.
Desde então, estou com a nossa bebê em meu colo.

O nascimento dela foi rápido mas em contra partida, nossa bebê nasceu de madrugada, ou seja, foi cansativo.

Me levanto com cuidado e deixo-a em seu berço improvisado de hospital.

Caminho até o banheiro e olho-me no espelho, minha aparência não está muito agradável. Meu cabelo esta um pouco bagunçado e embaixo de meus olhos, tenho gigantescas olheiras. Porém, não tenho o que reclamar.

Escuto o choro fino e estridente da nossa baby. Saiu quase que correndo do banheiro. Mas Millie foi mais rápida e já se levantou.

-Amor, deixe eu te ajudar- falo carinhosamente e carrego a nossa filha até aconchega-la no colo de Millie.
-Obrigada querido- Millie beija minha bochecha.

Sento na ponta da cama, reparando nas meninas da minha vida.

-Na verdade, Finnie, tenho que te agradecer por ter dito palavras tão lindas- ela sorri de canto.
-Não ia deixar de te elogiar durante o parto, não é mesmo?- rio baixo.
-Agora que estamos só nós, vamos escolher o nome dela?- continuo.
-Ei, pensa que eu me esqueci, qual era a sua sugestão?- os olhos da castanha estão curiosos.

Ela se lembra. Eu pedi logo após a nossa filha ter nascido para nomeá-la.

-Pensei que tinha esquecido...- me aproximo mais.
-Acho que possa não gostar- faço uma careta.

-Mas a minha sugestão era Gracie.- sorrio.

A castanha me fita, sorrindo.

-Finn... é lindo- seus olhos agora estão cheio de lágrimas.
-Sabe porque? Porque ela é nossa graça, nosso maior presente. Então eu pensei por que não?
-Eu gostei, gostei de verdade! Gracie  Brown Wolfhard.- ela ninha a bebê em seus braços.

-Gracie Brown Wolfhard- repito, acho que isso já virou costume.

Beijo sua testa e então ela me puxa para um selinho rápido.
Assim que nos afastamos, a doutora entra.

-Olá, recém papais! Vejo que a bebê está bem espertinha já. Estou organizando o papel da alta de vocês. Creio que ainda precisa descansar, por isso venho mais tarde com tudo pronto- a doutora Brianna fala sorridente.
-Ok, muito obrigada doutora- Millie responde antes de mim.
Agradeço a ela, e converso sobre mais alguns detalhes, sabe como é, sou pai de primeira viagem.

(...)

Chegamos em casa e abro a porta com certa urgência de por os pés em casa, e certa dificuldade também.

De um lado, estou com a cadeirinha de Gracie em mãos, onde a pequena dorme calmamente. Do outro lado, Millie está entrelaçada ao meu braço direito.

-Protinho, amor. Vou te ajudar a subir e estamos autorizados a descansar- digo sorridente.

Caminho devagar com minhas meninas e coloco a cadeirinha sobre o sofá, pelo menos um instante.

-Ok, vou ajeitar Gracie em seu quarto e depois tomarei um banho quentinho- a castanha beija minha bochecha.

Subimos devagar e acompanho Millie até o quarto da nossa filha.

Vendo Mills amamentar a nossa bebê mais uma vez antes de ninhar ela, e colocá-la no berço, é uma das coisas mais lindas que já vi.

Beijo a cabecinha da bebê no colo da mãe. E carrego-a colocando no berço devagar.

Não sei como não tive medo de segurar ela pela primeira vez.

-Queria poder nunca sair daqui- Millie fala enquanto observa a neném que já caiu no sono novamente.

-Pode apostar que eu também- abraço ela de lado.

-Você precisa de um banho, Wolfhard!- ela acha graça.
-Posso falar o mesmo!- digo roubando um beijo dela.

-Mas acho melhor, você ir na frente enquanto eu fico observando ela mais uma vez- falo carinhoso.
-Tudoo bem- ela me abraça e em seguida deixa o quarto.

(...)

(Millie pov's)

Como saímos quase três horas da tarde do hospital, antes de anoitecer, recebemos a visita de meus pais e dos pais de Finn, eles e nossas amigos estão em hotéis próximos da nossa casa.
Nos ajudaram e deram algumas dicas para nós.

Quase imploro para minha ficar para que possa me ajudar com a neném. Porém, acho que eu e Finn vamos conseguir, é apenas a primeira noite mas somos os pais dela e vamos dar um jeitinho para tudo.

Já descansamos um pouco e comemos também.
Jack logo tratou de ligar por FaceTime só para ver conhecer Gracie. Ele, apesar do tratamento, está bem.
Deixamos o nascimento dela em off, pelo menos durante esses três meses.

Estou deitada do lado do Finn.
O cacheado está dormindo. Seus cachos estão meios desgrenhados e um pouco molhados, por conta do banho que tomou a agora pouco.

Passo os dedos de leve pelos seus
caminhos de sardas. Ele é tão lindo.
Estou imaginando todos esses meses que passamos juntos, até ser interrompida pela babá eletrônica.
Gracie, pelos visto acordou e quer mamar.
Antes de me levantar olho no relógio e vejo que são 21:30 da noite.

Entro no quarto dela e caminho silenciosamente até o berço.
Tiro-a com cuidado e me sento na poltrona no canto. A bebê de alimenta com rapidez, quase rio com isso.
Meu corpo está exausto, foi cansativo no hospital e tão gratificante ao mesmo tempo.

Sinto um olhar sobre e olho para a porta. O cacheado está apoiado na mesma com os braços cruzados.
Ele caminha até nós. E ajoelha da minha frente.

-Cara, é a nossa filha, Millie! Como isso é possível? Eu ainda não acredito e agora que minha ficha está caindo- ele me encara com os olhos brilhando mais uma vez.
-Nossa filha...é estranho dizer isso?- pergunto brincalhona.
-Nunca que eu pensei que ficaria grávida do meu parceiro de cena e melhor amigo- completo.
Passo a mão pela costa de Gracie.

-Eu sei que pensávamos que aquela noite tinha sido um erro mas acho que resultou em um belo presente- ele segura a mãozinha dela.
-E que presente...- levanto-me e coloco ela para arrotar.
-O melhor presente- Finn me abraça na cintura.
Apesar de estar meio cansados, ficamos assim por um tempo. Só aproveitando a presença de um e do outro. Só nós três agora...

Meu maior problema Histórias para pegar e não largar. Descubra agora