Noah urrea
(Então crianças, se você não gosta de ler esse tipo de conteúdo, pq eu sei que você gosta... só é pular tá? Beijinhos, boa leitura)
Eu sabia o quanto ela leu.
Sabia quando a sentença final afundou.
Tínhamos um documento assinado, selado e entregue pelo magistrado real da Inglaterra nos dando carta branca para fazer o que nós quisermos.
Não havia nada de ilegal em minhas ações.
Não havia nada que alguém pudesse me dizer que era culpado.
Nenhum sistema judicial iria salvá-la.
Isso foi à aprovação final.
Para não mencionar, que nós temos riqueza para garantir que ninguém conteste. Não havia nada para lutar contra. Quanto mais cedo ela aceitar, mais fácil seria.
Os olhos de Sina arregalaram, olhando para cima do pergaminho. Agarrando seus ombros, eu a apoiei contra a mesa. O horror em seu olhar foi o suficiente para arrastar um pouco de humanidade a minha alma fria.
Ao observá-la sendo provada, eu não podia negar, fiquei fodido.
Ela era meu brinquedo.
Minha para atormentar.
Eu estava chateado com meu pai por permitir que toda a irmandade a usasse. Eles não eram merecedores de beber da miséria de Alguém. Esse direito era de um urrea e só da porra de um urrea.
Excluindo o jovem pau do meu irmão mais novo.
Ele merecia merda.
Rangendo os dentes, coloquei minha mão contra seu esterno, pressionando seu peito quebrável. Seu coração batia como um tambor de guerra sob meus dedos.
Seus lábios se separaram, mas ela não lutou quando a empurrei para trás.
Eu não disse uma palavra controlada por pura raiva e vontade.
Seus músculos do estômago contraindo quando ela lutou contra a pressão, então cedeu, alastrando para trás em cima da mesa. Um pequeno som de dor veio de seus lábios, recuperando o peso sobre os cotovelos.
Ela se recusava a deitar-se.
Ela iria.
A porra do meu pau machucava, perfurando meu cinto uma e outra vez.
Só eu sabia o sabordela quando ela queria ser provada. Só que eu sabia como ela soava quando queria isso para caralho. E só eu sabia como ela era apertada. Essa tensão me pertencia.
Eu duvidava que coubesse. Duvidava que iria ficar a metade do meu pau dentro dela, mas até que tivesse o prazer de tentar, ninguém mais era permitido perto dela. Eu tinha o pergaminho dando-me poder sobre todos eles naquele assunto incluindo meu pai.
Engoli em seco. A raiva de assistir meu irmão enfiar a porra da língua dentro dela, fervia. Eu oscilava à beira de perigoso.
Puxe de volta.
Eu não pude.
Eu queria o que queria, e tomaria o que foi devido a mim.
- Você finalmente entendeu..
sussurrei. Minha voz estava mais grossa, mais profunda, superando com na luxúria escura que tinha sido criada depois de seus movimentos indecentes esta manhã. Ela tinha feito isso comigo. Era sua maldição para me corrigir.
Eu não conseguia olhar para ela sem sentir sua pressão contra o meu dedo. Não conseguia ver além do desafio. A força crescente em seu corpo magro.
Ela estava aprendendo.
Eu estava aprendendo.
Estávamos aprendendo a jogar este jogo juntos.
Ela estremeceu quando arrastei minha mão para baixo em sua frente, movendo-se mais e mais. Meu pau doía porque essa tentação molhada pertencia a mim. Eu era responsável por ela.
Ela passou por muita coisa. Obedeceu, embora tinha lutado. Ela se manteve firme, mas agora ela estava precariamente perto de cair.
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Indebted (noart)
Fiksi PenggemarEu possuo você! Sua família pertence a mim! Sina se vê em uma situação sem saída quando é levada para sua própria sentença de morte. Sua família está em dívida com os Urreas, sendo Sina Deinert o pagamento. Ela é apenas dele. E ele? #2- noart: 05...
