S/n: Só se for em horário que estamos juntas. Deixa eu salvar o contato dela. Eu não sei quando vou ter outro celular, tem que esperar o cartão da minha mãe ter limite ou eu fazer outro ensaio pra Bruneca.
Luan: Não se preocupe com isso, eu vou cuidar de tudo. - te beija - Tchau!
S/n: Tchau. O que você quis dizer com…
Luan: Tenho que ir ou não vou chegar a tempo. - sai
S/n: Luan!
O Luan estava muito irritado com o que aconteceu e não tirava isso da cabeça
Amarildo: Como ela está?
Luan: O cara passou a mão nela, beijou o pescoço dela, apontou a arma pra ela e a agrediu, ela está péssima. - suspira - Não vai a faculdade o resto da semana, está com medo, assustada. Ela disse que assalto por ali já virou rotina.
Amarildo: Que perigo, é realmente pra ficar traumatizado.
Luan: Pai, tem como você fazer algo para ter uma viatura rodando a faculdade depois que ela terminar até certa hora? Também antes de começar. Também quero que mande um advogado pra ficar no pé da polícia para achar esses caras, eu vou falar sobre o assunto pra ver se assim a polícia realmente faz algo e faça rápido, não quero esses caras soltos.
Amarildo: Vou ver o que podemos fazer, mas não garanto nada.
Luan: Eu sei, mas eu não quero que isso aconteça nunca mais com ela, ela não dirige e por isso tem que ficar lá esperando transporte público, vou contratar alguém pra levá-la e buscá-la, um segurança que vai saber a proteger, assim vou ficar tranquilo.
Amarildo: Pouco provável que ela aceite isso.
Luan: Eu sei e é por isso que vou conversar com a mãe dela.
No outro dia
Ligação on
May: Alô, quem é?
Luan: Oi dona May, é o Luan. Como a senhora está?
May: Oi Luan, estou bem e você? Eu não estou em casa quando chegar dou o celular pra…
Luan: Eu quero conversar é com a senhora.
May: Comigo? Sobre?
Luan: Bom, eu quase não dormi direito essa noite por estar preocupada com a S/a, ela disse que é muito comum esses assaltos perto da faculdade e isso me preocupa.
May: Imagine a mim? Acha que eu fico acordada até tarde a esperando todas as noites a toa? Que quase tenho um treco quando vejo que o ônibus passou e nada dela aparecer? O meu marido morreu em um desses assaltos, em uma noite que ele foi a buscar em uma festa, ele tentou a proteger e acabou esfaqueado, mesmo ele tendo dado tudo que tinha ele fez isso só porque ele tentou agarrar a nossa filha e ele não deixou. Meu marido foi morto violentamente na frente da nossa filha em um assalto nessas ruas violenta de São Paulo e desde então eu não durmo enquanto ela não está sã e salva em casa e agora isso acontece.
Luan: Por isso ela não fala sobre o assunto. - sussurra - Eu sinto muito. Olha, eu estava pensando em contratar um segurança pra a levar e buscar todos os dias, também caso ela queira sair a noite, sei que isso não resolve o problema, mas é uma forma de a deixar mais protegida. Ela provavelmente não vai concordar com isso, vai brigar comigo e tudo mais, mas se a senhora concorda e permitir, pode a convencer.
May: Eu gostei da ideia, mas ter um segurança não é algo barato e não queremos ficar ex…
Luan: Não fala isso por favor. A sua filha é muito importante pra mim, muito mais do que imaginei e eu nunca fiquei com tanta raiva igual eu estou desses caras que fizeram isso com ela, eu geralmente sou uma pessoa tão zen, mas se eles cruzassem meu caminho tentaria os matar. Eu não quero que nada aconteça com ela e essa é a minha forma de a manter segura, dinheiro não é problema e não me importo em fazer isso, tudo que eu puder fazer por ela, por vocês eu irei fazer e sabendo que não são interesseiras ou coisas do tipo. Por favor, me ajudar com isso.
May: Irei conversar com ela.
Luan: Eu já vou contratar o segurança, qualquer coisa me liga.
May: Ok, obrigada Luan!
Luan: Eu que agradeço por trazer ao mundo ela.
Ligação off
S/n: Cheguei.
May: Como está?
S/n: As pessoas da rua estão me olhando como se meu companheiro fosse um vagabundo que me espanca, detalhe, eles não me reconhecem como a namorada do Luan Santana porque o olho está assim.
May: É, esse olho não está bonito. - suspira - Não devia ter feito aquilo, poderia estar morta.
S/n: Igual ao meu pai? Foda-se!
May: Menina, vo…
S/n: Não tenho medo de morrer.
May: Pode não ter, mas devia se importar com as pessoas que te amam.
S/n: Só faria falta pra você e a Keth.
May: Não é o suficiente? Você é o meu tudo e se eu não tiver você o que me resta? A Kethelen entraria em depressão se você tivesse morrido, além do mais não é só nós duas e sabe disso, o Luan por exemplo, nem dormiu essa noite.
S/n: Ele te ligou?
May: Sim, você terá um segurança motorista.
S/n: Oi? Não mesmo!
May: Isso não é discutível, senta aí que vou te explicar.
S/n: Não.
May: Anda logo ou irá ficar com os dois olhos roxos.
S/n: Ata! Desde quando se tornou agressiva?
May: Se eu precisar fazer isso para você deixar de ser teimosa e permite que usemos os métodos disponíveis para aumentar a sua segurança, eu farei.
S/n: A senhora pirou de vez, é isso! Não temos dinheiro para pagar segurança particular que será meu motorista, a renda extra que estou tendo trabalhando com a Bruna é para arrumar a casa, você sabe que isso não se resume em pintura e fiação, além do mais eu irei comprar um celular e o dividir de suaves prestações… - a campainha toca - Eu atendo. - abre a porta - Oi!
××: S/n S/sobrenome?
S/n: Sou eu.
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INTERAJA COM A HISTÓRIA OPINA SOBRE O CAPÍTULO, SOBRE O QUE ESTÁ ACONTECENDO, O QUE ACHA QUE IRÁ ACONTECER. PARA TER CAPÍTULO NOVO AMANHÃ DEPENDE DISSO, ENTÃO VOTEM E INTERAJA.
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Olhos cor de mel
FanfictionATENÇÃO, PLÁGIO É CRIME. ART. 184. ART. 103 ART. 106! NÃO PERMITO QUE REPOSTEM OU QUE FAÇAM QUALQUER ADAPTAÇÃO DO MEU TRABALHO. Sinopse S/n é uma jovem de 18 anos que tem o sonho de se tornar uma grande arquiteta. Desde que perdeu o pai ela e a m...
