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》Noah《
Eu estava com ela em meus braços, ela era minha. Não sentia mais febre, nem mal estar, na verdade era como se eu não tivesse ficado com tais sintomas.
Eu estava curado, ela era minha cura.
Any entrelaçou uma de suas mãos em meus cabelos e vez ou outra dava leve puxões, fazendo com que aquele momento tivesse um ar selvagem.
- Nunca pensei que você me amasse, tudo aconteceu tão rápido. - disse ofegante.
- Mas sim Noah Urrea, eu te amo.
Fiquei louca ao ouvir aquilo, era surreal. Ela subiu em mim e se sentou com uma perna em casa lado de minhas pernas, eu comecei a beijar seu pescoço e ao mesmo tempo que aquilo era selvagem logo se tornava inrresistivelmente lento e passional. Any abriu os botões de sua camisa e eu não resisti, peguei em seus seios devagar. Ela virou a cabeça para trás em sinal de provocação.
Rapidamente sua blusa estava no chão. E como estava linda. Eu estava maravilhado com aquilo que estava acontecendo, nem ao menos parecia real. Eu me ajoelhei na cama e ela fez o mesmo, tirei minha camisa e senti suas mãos tocando a extensão da minha coluna bem devagar.
- Noah, você é tão perfeito - Ela começou a beijar meu pescoço e com uma das mãos tocou meu membro.
- Isso é golpe baixo - disse com a voz falha.
- Você merece sofrer Urrea - apertou ainda mais o que fez eu gemer alto.
Ela começou a fazer movimento para abaixar minha calça. Nos beijamos mais. E sem aviso ela me deitou na cama, e começou a puxar minha calça, eu ajudei a tirar. Ela me olhou com um sorriso malicioso e começou a massagear meu membro bem devagar e logo tirou minha cueca.
- Uau, não esperava tanto.
Eu ri com aquela frase, ela mordeu os lábios e foi se aproximando. Começou a massagear lentamente com movimentos quase nulos para cima e para baixo, com o passar do tempo foi aumentando. Eu pressionava os olhos, quase sem aguentar.
- Vai mais rápido - Eu disse.
- Não, vou fazer melhor que isso.
Sem dizer mais nada levou sua boca até ele e começou a fazer movimentos lentos, eu estava a ponto de enlouquecer. Foi quando a puxei e lhe dei um beijo carinhoso, massageiei seus cabelos e fui tirando o resto de sua roupa. Estávamos completamente nus, um na frente do outro distribuindo carícias suaves.
- Você não acha que é cedo demais?
- Não, não é. Sei que você é o cara certo.
Quando ela disse isso meu coração se encheu de alegria. A beijei delicadamente, deitei-a na cama e me posicionei em cima dela. Toquei seu corpo bem devagar e ela sorriu. Mordi meu lábio inferior com a visão dela completamente entregue ali na minha frente.
Lentamente a penetrei. Ela gemeu baixinho, nos abraçamos e começamos com movimentos lentos. A cada estocada ouvia aquela linda voz afundar em meus ouvidos, aquele som era maravilhoso.
Começamos a acelerar os movimentos e eu estava a ponto de chegar em meu ápice, faltava pouco.
- Ohh, Any. Eu vou chegar - disse fraco.
•Livre•
- Vai chegar? - ouvi um som quase inaudível.
- Any, não para, estou quase lá.
- Eu não acredito nisso - olhei para seu rosto e não estava mais lá
De repente sinto mãos pesadas tocando meu peito com força. Em um susto abri os olhos e ela estava lá. Sai da cama rápido e meu corpo caiu no chão.
- Noah Urrea, você estava tendo sonhos pervertidos comigo? Eu não acredito. - disse ela boquiaberta com as mãos na boca.
- O quê? Claro que não. Isso é jeito de acordar os outros? - Disse irritado
- Não muda de assunto. Eu ouvi bem quando você gemeu o meu nome.
- O quê? Nunca. - Me levantei do chão, ela olhou para mim e começou a rir - O que foi? - Olhei para baixo e droga, esse sonho teve efeitos reais sobre mim.
- Que pervertido, você é um tarado.
- Você é louca, eu nunca ia sonhar com você.
- Tá bom então. Você tem problemas.
- O que tá fazendo aqui? Não ia na casa da Shivani?
- É, mas decidi voltar.
- Voltou pra cuidar de mim não é? - fui me aproximando.
- Sai pra lá com isso aí Noah - apontou para a minha calça
- Idiota. Não vai perguntar se eu melhorei?
- Ah querido, já deu pra perceber que você melhorou. Vou sair daqui antes que você tenha outro ataque de tesão por mim.
- O quê? Não, você - Ela não deixou eu terminar de falar e saiu quase correndo do meu quarto.
Eu não acredito nisso. Que sonho foi aquele? Parecia tão real.
O pior foi ela ter ouvido eu chamar o nome dela, agora vai me zoar pro resto da vida. Isso não pode mais acontecer.
Pelo menos melhorei, já estou praticamente sem febre.
Gente, eu NÃO gosto de cenas hot, quando estou lendo sempre pulo, me sinto desconfortável e com vergonha (Eu sou estranha mesmo) fico rindo e jogo o celular longe. Então imaginem como foi difícil adaptar isso. Quase que eu não termino, fiquei rindo e deixando o celular de lado, é muito difícil mesmo pra mim, sem brincadeira. Não sou uma tapada, mas acho estranho ler esse tipo de coisa sabe? Então escrever foi um desafio. O capítulo é maior, mas como eu disse demorei muito para escrever a cena hot, são quase 1 da manhã, eu comecei a escrever 23:30 da noite. Preciso dormir. A segunda parte desse capítulo vai ficar como o capítulo 17. Vai ficar um pouco curto mas depois tudo vai se arrumar. É isso. Beijos.
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Little Things (Noany)
Roman d'amourE se de uma hora para outra seu pai decidisse se casar novamente? E se você descobrisse que agora teria um irmão? E se ele fosse Noah Urrea? Essa história é uma inspiração da versão de Drica Fernandes
