Capítulo 1
Olhando para o teto com a mente vazia e o coração cheio de vontades, permito-me viajar entre os corpos celestes fixados nas ripas de madeira.
O barulho ensurdecedor do alarme retira toda a concentração de mim. Desviando meu olhar do teto, levanto da cama com lençóis enrolados em meu corpo, o tecido cobre totalmente meu corpo enquanto caminho até a porta a minha frente.
Assim que entro no banheiro, permito que a coberta, percorra meu corpo abaixo. Meus pés descalços entram em contato com o chão gelado do banheiro, esfrego um por cima do outro tentando mantê-los aquecidos. Com um pouco mais de coragem, sigo até a banheira abrindo o chuveiro de seguida. Parada na fonte de água fria, suspiro profundamente.
Após terminar, enrolo meu corpo em uma toalha branca, usando uma toalha menor, enxugo meus cabelos enquanto caminho de volta ao quarto. Meus olhos dão uma rápida passada pelo relógio pendurado na parede a minha frente, o relógio marca sete e vinte da manhã. Nesse momento percebo o meu atraso.
Quem se importa? Eu não. Olho para o espelho tento pentear o meu cabelo, apesar do mesmo ser rebelde, hoje facilmente está obedecendo ao pente sem quaisquer dificuldade.
Visto o uniforme da mansão de rubi, a peça é vermelha com algumas malhas pretas e azuis o que o torna bem interessante para um tecido plano, dando assim uma textura agradável, sofisticada e relaxante.
Parada entre a cama e o criado mudo, aliso o porta retrato de minha mãe, a foto simples esbanja simpatia e beleza, seus cabelos escuros e longos iguais ao meu estão presos em um coque, atada em seus braços puxando sua blusa de renda estou eu!
—Vamos. —Disse Vanessa ao entrar no quarto.
A conheço a mais ou menos dois anos, quando tudo começou a dar errado, quando o tapete foi puxado, minha reputação deslizou na lama, ninguém quis ouvir minha versão
Ninguém se importou em entender meu lado
Ninguém excepto Vanessa
Minha morena de olhos cor-de-mel, um sorriso encantador e altura de um gnomo.
Vanessa me amou sem se importar com " boatos" juntou meus cacos, e ficou comigo quando ninguém mais quis.
Ela sorri enquanto batuca o indicador nos livros em seu braço, a mesma demonstra nervosismo. De vez em quando, removia e recolocava os óculos dando sentindo a minha tese.
— Nervosa? Questiono.
Em um aceno afirmando ela responde.
—É só mais um dia comum nessa escola. — Pondero
—Não. É o primeiro dia de aulas na mansão de rubi.— Ainda nervosa, Vanessa caminhou até o espelho, rapidamente passou um pente em seus cabelos morenos, condizendo totalmente com sua pele macia e morena. —Por favor, vamos. —Sua voz muda de timbre, súplica é tudo que consigo sentir.
—Tudo bem. — Concordei por fim.
Assim que a enorme porta de madeira é aberta, é dado o acesso directo ao corredor, a grande movimentação nos corredores é visível, o castanho de suas paredes, ganha vivacidade a cada aluno que atravessa o corredor as presas pisando fundo no piso de madeira. Alguns alunos subiam e desciam as escadas, enquanto outros apenas procuravam seus nomes no quadro de avisos.
Caminhamos em silêncio pelo corredor, gargalhadas ecoavam nele, e se você quisesse ouvir os sentimentos mudos, precisava apenas fechar os olhos, facilmente poderia escutar orações, súplicas e principalmente, sentir a tensão em cada um dos alunos.
Do lado oposto, entre as escadas, três alunas sorriam enquanto a mais baixa passava um bato na loira. Ao contrário do resto dos alunos, a três trajavam peças de tom rosado, similares ao uniforme da Mansão. Baixei a cabeça em reprovação.
— Martina. —A loira sorriu. Conheço o trio desde o ano passado. Carla a loira, adora arrumar confusão por coisas fúteis e as outras, a seguiam tal como uma mosca segue uma fruta estragada jogada fora.
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Último beijo
Teen Fiction" O amor é um jogo, e apenas dois podem jogar" Martina Ross teve seu coração quebrado da pior maneira possível, e no pior dia de sua vida. Apartir desse instante ela mata sua antiga personalidade. Durante um tempo ela fez do amor um jogo, onde apena...
