P.o.v Beatris
A Bia abriu a porta e avistamos o mordomo com o nosso almoço, devido os últimos acontecimentos acabamos esquecendo de descer para almoçar, tinha arroz, feijão, frango, batata assada, com uma salada de tomate e um suco de laranja para acompanhar, assim que terminamos o mordomo levou tudo, assim que fechamos a porta eu perguntei:
- Que tal tirarmos um cochilo?
- Ótima ideia.
Se aninhou em meu peito e adormecemos, acabei acordando antes dela, permaneci quieta a observando dormir, parecia tão serena dormindo, e a cada dia que passava gostava mais dela, me aproximei do rosto dela e dei um selinho em seu lábio, nessa hora fiquei vermelha ao perceber que fui pega no flagra ao ver que ela abriu os olhos e me encarou, tive um momento de coragem a beijei com ternura para mostrando o quanto o meu interesse era verdadeiro, o beijo foi se tornando cada vez mais exigente e fomos tirando nossas roupas, uma observando a beleza da outra, já sem vestimenta nenhuma voltamos ao que estávamos fazendo, nossos corpos em completa harmonia, como se eles fossem feitos com o encaixe perfeito, era indescritível o que eu estava sentindo ao lado dela, nunca imaginei que iria acabar me apaixonando por uma garota, me entreguei de corpo e alma para ela, e a sentia do mesmo jeito, a olhei e pedi permissão para continuar, ela fez que sim com a cabeça, comecei beijando o pescoço dela, seu cheiro inebriava o ambiente, explorei seu corpo sem pressa alguma, depois de conhecer cada curva da Bianca, cheguei aos seios e comecei a brincar com eles, só para ver a reação dela, vi a respiração dela acelerar e a ouvi dizer:
- Vai me torturar até quando?
- Vou sim.
- Que maldade.
- Você sabe o que dizer para eu continuar.
- Eu não vou pedir.
- Então não terá o que quer.
Fingi que iria me levantar e sorri ao ver o desespero dela e num rompante ela disse:
- Me faça sua Beatris.
Eu a olhei e dei aquele sorriso sapeca que ela já havia visto algumas vezes, e vê - lá tão entregue a mim aquecia meu coração, a beijei já mostrando as segundas intenções que eu tinha, estava chegando aos seios dela quando bateram na porta, nos olhamos e contra a nossa vontade nos trocamos e antes de abri – lá disse no ouvido da Bia:
- Não se preocupe, assim que estivermos sozinhas continuamos de onde paramos.
- Bom mesmo.
Pela segunda vez fomos interrompidas e já estávamos com cara de poucos amigos quando o mordomo avisou que os pais dela a intimaram a descer para jantarmos, quando ela falou:
- Vamos descer?
- Não sei se é uma boa ideia.
- Por que não seria?
- Eu sou a filha dos empregados
- Se você não descer, eu farei o mesmo.
- Você sabe que seus pais não vão gostar da minha presença junto deles.
- Se eles não gostarem subimos para o meu quarto e comemos lá mesmo.
- Está bem, se é o que você quer o farei.
Depois dela conseguir me convencer descemos juntas, assim que entramos na sala de jantar fiquei apreensiva ao ouvir a mãe dela falando:
- Quem é sua amiga Bianca?
- Ela se chama Beatris.
- A filha dos nossos empregados?
- Sim, tem algum problema mãe?
- Nenhum.
- Que bom.
- Agora só falta esperar o seu noivo.
- Por que teve que convidar ele?
- Porque vocês estão noivos e precisam passar mais tempo juntos.
- Eu ia falar com ele na segunda.
- Não quero saber, daqui a pouco ele chega e é bom você tratar ele bem Bianca.
- Como quiser Ester.
Quando o noivo dela chegou e se sentou ao lado dela, eu não gostei nada de vê – ló ali, mas quem era eu para reclamar, ainda por cima estava de visitas e era a filha dos empregados, precisei aguenta – ló tocando nela, e me olhando com desdém e me perguntou:
- O que está achando da casa? Já que a sua é bem inferior.
Se eu o tratasse mal era capaz de me mandarem embora, precisei respirar fundo antes de responder:
- A casa é linda, mas nem por isso vou deixar você desmerecer a minha, sinto muito Bi, achio melhor eu subir, te esperarei no seu quarto.
Nem dei tempo para que ela respondesse nada e assim que cheguei nos aposentos dela, me deitei na cama e chorei até cair no sono, depois de duas horas acordei com a Bia beijando o meu rosto e eu disse:
- Ele já foi embora? – Perguntei meio sonolenta.
- Foi sim.
- Ate que enfim, eu não estava aguentando as provocações dele.
- Eu sei, me desculpa eu também não gostei nada de ver o meu noivo aqui.
- O que ele queria?
- Nada demais.
- Me conta logo.
- Ele quer marcar a data do casamento.
- E vocês marcaram?
- Não, enrolei ele e o expulsei de casa alegando que eu estava cansada.
- Fico feliz em saber.
Para acabar com o assunto ela subiu por cima de mim e disse em meu ouvido:
- Que tal continuarmos de onde paramos.
Ela deu aquele sorriso safado que eu tanto amo, mudamos as posições e a beijei deixando claro o que eu queria, a puxei até nossos corpos estarem colados um ao outro, enquanto nos beijávamos fomos tirando nossas roupas apressadamente, pude sentir a maciez de seu corpo sobre o meu, passei minha mão por cada curva do corpo dela, fui explorando cada pedacinho e sentir ela reagindo a cada toque era como estar em um paraíso só nosso, a olhei e eu vi o quanto ela estava esperando por isso, o mesmo estava escrito em meus olhos, a beijei com ternura mostrando todo o amor que eu sentia por ela, fui beijando cada parte do corpo dela até chegar em seu sexo, pedi permissão para continuar e ela assentiu que sim e eu dei beijos de leve na virilha dela para provoca – lá um pouquinho, até que ela disse:
- Para de provocar e faz logo o que eu quero.
- E o que você quer que eu faça?
- Você sabe.
- Sei?
- Sabe sim, deixa de ser má.
- Se você não dizer o que quer não vai ter essa minha língua deliciosa dentro de ti.
- Você venceu, quero te sentir dentro de mim.
Eu dei aquele sorriso safado e fui até onde eu mais ansiava, dei leves beijos na virilha dela e vi o corpo dela reagir, a chupei de leve e fui aumentando a velocidade até que ela gemeu para mim e a cada gemido que ela dava me deixava mais excitada e me deixava mais selvagem, a amarrei e a vendei e disse no ouvido de:
- Esse é o seu castigo pela demora com o seu noivo.
Vi o corpo dela se arrepiar quando eu disse isso, fui explorando o corpo dela e vendo as reações que ela tinha aos meus toques, quanto mais perto eu chegava do sexo dela, mais a escutava suspirando, e ela falou:
- Me faça gozar logo.
- Com todo prazer.
Sorri para ela e só então desci ao centro de prazer dela, dei a primeira lambida e vi o corpo dela reagir, eu estava descobrindo onde ela sentia prazer, a chupei e a ouvi gemendo, isso me dava mais vontade de te – lá em meus braços, quando ela estava para gozar eu a penetrei e fiz um vai e vem ate que senti o gozo dela vindo e tirei os dedos e voltei a chupa -lá e assim veio o gozo dela, a beijei e a desvendei e a desamarrei e ela me disse:
- Ual, não tenho como descrever o quanto foi bom.
- Me sinto da mesma forma.
Ficamos deitadas na cama até nossas respirações voltarem ao normal, quando a Bia me surpreendeu falando:
- Minha vez.
Fiquei toda arrepiada quando disse isso, quando percebi ela tinha me amarrado, mas não vendou, era tão bom sentir os lábios dela sobre o meu, mas não poder toca – lá estava me deixando maluca e eu no desespero falei:
- Me desamarra vai?
- Daqui a pouco te desamarro.
Mesmo fingindo não estar gostando, na verdade eu estava amando esse lado dela, ela foi dando beijos em meu corpo e ficou brincando com um dos meus seios enquanto abocanhava o outro, eu estava ficando muito excitada e ela sabia disso, ela foi deixando um rastro de beijos por onde passava, até chegar onde eu mais queria, quando ela começou a me chupar e não pude deixar de gemer e a medida que ela aumentava a velocidade era um gemido que saia de minha boca, eu estava para gozar quando parou o que estava fazendo e perguntou:
- Quer que eu continue?
- Quero sim.
- Então pede.
- E se eu não pedir?
- Você não terá essa língua maravilhosa em você.
- Me faça gozar Bia.
Quando escutou isso os olhos dela brilharam e ela voltou a me chupar até eu chegar no ápice do meu prazer e gozar em sua boca, ela me beijou misturando nossos gostos, ela me desamarrou e voltamos a nos amar noite adentro.
Acordei com os raios de sol entrando pela janela, olhei para a Bia e ela estava dormindo tão serenamente, pequei o caderno que estava na escrivaninha e arranquei uma folha e escrevi:
Querida Bia
Esses dias que passamos juntas foi maravilhoso, e estar com você foi a coisa mais incrível que aconteceu em minha vida, nunca imaginei que tínhamos os mesmos sentimentos, não importa o que aconteça se lembre sempre que eu te amo muito e que serei sempre sua Beatris.
Não sei por que, mas algo me dizia que essa seria a última vez que eu veria a Bianca, a acordei com um beijo no rosto e disse:
- Meu amor acorde, preciso ir para casa.
Ela acordou, tomamos o café da manhã e me despedi dela com um beijo, fui alegre para minha residência, mas essa alegria durou pouco quando avistei o Rafael no corcel dele me impedindo de avançar meu caminho, e nessa hora eu já sabia que iria morrer, agradeci mentalmente por estar sozinha e a Bia não presenciar a minha morte, eu o vi pagar o revolver e apontar em minha direção, ele deu vários tiros, um acertou na minha perna, outro no meu ombro e um na minha barriga, eu cai do cavalo, eu já estava quase inconsciente quando ele dei um tiro em meu coração e falou:
- Vai pensando que você ficará com a Bianca.
Eu vi minha vida passando pelos meus olhos, apaguei logo em seguida.
P.o.v Autora
O telefone estava tocando e eu o atendi:
- Oi meu amor.
- Oi Margot
- Sinto que você precisa de mim.
- Preciso sim. – disse tristemente
- Estou indo para São Paulo, chego aí em São Paulo.
- Está bem, te espero no aeroporto.
- Preciso desligar meu amor, estou arrumando as malas.
- Que horas você chega?
- Vou chegar por volta das 09:00 horas da manhã.
- Então já vou dormir para descansar.
- Até amanhã.
Cheguei ao aeroporto faltando uns cinco minutos para a Margot chegar, estava tão distraída que eu nem vi ela tapando os meus olhos e perguntou:
- Sabe quem é?
- Sei que é você meu amor.
- Como você sabe?
- O seu perfume te entregou.
Eu a abracei apertado e a beijei, nem me importando onde estávamos, a peguei pela mão e fomos para o hotel, assim que chegamos lá, subimos para o quarto do hotel, e assim que entramos nos beijamos apaixonadamente, e ela perguntou:
- Você não acha que já está na hora de contar a verdade para as suas filhas?
- Como meu amor? Você sabe que o Rafael está me chantageando e que ele ameaçou matar você e minhas meninas caso eu contasse para elas.
- Eu sei, mas estamos juntas desde a morte do seu marido, você não acha que já está na hora delas saberem do porquê se aliou aquele babaca?
- Verdade, mas agora a Bianca está em coma e eu nem posso ir vê – lá porque eles não vão permitir minha presença por lá, eles acham que eu ajudei com as torturas, porem quem escolheu foi ele, e me obrigou a falar na frente da Bia para magoa -lá ainda mais
- Ele é um crápula, por favor fique longe dele.
- Fica tranquila que ficarei longe dele sim.
- Quando você contará para as suas filhas que o Hugo foi morto pelo Rafael para te incriminar?
- Eu não sei como contar a elas, o crápula falsificou uns papeis parecer que eu matei o meu marido por causa do seguro de vida.
- Eu irei te ajudar.
- Obrigada minha pequena, agora vamos descansar que você deve estar cansada da viagem.
- Vamos sim.
Nos deitamos na cama e logo em seguida adormecemos.
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O amor de Bianca
RomanceBianca conhece Beatris em um orfanato e com o tempo se tornaram inseparáveis e ambas se apaixonam mas por azar do destino a Bianca vai para os Estados Unidos e elas tem que se separar, Bianca conhece muitas pessoas enquanto esta nos Estados Unidos e...
