29.De volta

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Lisa: Ei você! Dama rígida! O que viestes a fazer aqui?

Tirando a linguagem arcaica, isso quase me lembrava a primeira vez que nos conhecemos, Lisanna me odiava e eu não a suportava nenhum pouco, se não fosse por ordens do exército ela nunca teria sido minha parceira de esquadrão, era muito indisciplinada e odiava que eu o fosse, para ela eu não passava de um peão, o que era engraçado já que qualquer um era um peão no exército e só servíamos para seguir ordens, eu era tão boa nisso que subi de patente rapidamente logo depois sendo designada a meu próprio esquadrão e nomeada general do 3 Esquadrão de Santa luz de pontas, onde fazíamos missões arriscadas e secretas pelas florestas selvagens da Romênia.

Tala: Eu? Nada só vim com o irmão do seu...- não da pra chamar de namorado naquela época, o que seria então? - Admirador? 

Ela bufou, cruzando os braços parecia arredia comigo ali, ela levantou o queixo mostrando uma postura teimosa, eu não aguentei e ri.

Lisa: Achas que não sei que estas a me julgar? Olha-me como se me conheceste e pareces a me julgar, tu não passas de uma rapariga submissa e retraída, pensaste-me em como a uma puta e tu não estas a diferir-me.

"Revoltada ela, igualzinha a Lisanna que eu conheço." Suspirei triste.

-Ora, ora, olhais o que temos aqui! Duas damas lindíssimas! Lisanna, minha flor quanto tempo!

Fiquei pálida, o nome dela era igual também, não só a aparência, olhei o homem que se aproximava de nós, ele parecia alguém rico, observei Lisanna ficar mais pálida.

Lisa: O que estais a fazer aqui? - ela praticamente rosnou, ele riu a puxando pelo braço.

-Sabeis minha bela, tua mãe estais um pouco ocupada neste momento e eu preciso de um pouco de atenção, você é igualzinha a prostituta de sua mãe, não escondas isso. - ele lambeu os lábios enquanto passava a mão pelo seio de Lisanna e colava sua ereção na perna dela, ele se virou para mim, me olhando de cima a baixo. - E você também és linda, venha conosco a participar. 

Me subiu um ódio tão grande que quando ele estendeu a mão para me agarrar não pensei duas vezes, agarrei seu punho o puxando com força pra frente ele se assustou e veio com tudo, agarrei a cabeça dele rapidamente e fiz sua cara se encontrar com meu joelho, senti seu nariz quebrar, sorri de prazer enquanto o ouvia choramingar, ele caiu de bunda no chão, sangue escorrendo de sua cara enquanto ele no desespero tentava parar, ele estava me olhando assustado e Lisanna boquiaberta, tentei ajeitar a porra do vestido que atrapalhava minha movimentação, ele se aproveitou desse momento, levantou e investiu contra mim tentando me socar desviei habilmente, o socando rapidamente em seguida no rosto, ele parou atordoado.

- Estás maluca! Como pudestes fazer isso a mim? - ele me olhava incrédulo como se não pudesse conceber o fato de que eu estava resistindo aos desejos dele.

Tala: Ah, cala a boca! - levantei o vestido e usei a força do meu quadril para impulsionar minha perna, acertei sua cabeça com a ponta do meu sapato o derrubando novamente no chão, ele não conseguia mais se levantar, um choro pode ser ouvido, fiz uma careta de nojo enquanto observava o estuprador. - Oh, ele está chorando? Sério isso? O bebêzão acha que chorando vai sair dessa? - Desci o meu pé com toda a força nas bolas dele, ele deu um grito alto, escutei o som de espanto vindo de Lisanna e de trás de nós. - Quero ver tentar algo assim de novo. - queria mata-lo era só colocar meu pé no pescoço dele e por força o suficiente em meus pés que eu podia quebra-lo, mas se o fizesse traria problemas a Lisanna e aos outros, não queria que ninguém fosse a forca por minha causa.

Offender: O que está acontecendo aqui?

Offender chegou junto com Splendor, que parecia espantado pelo meu estado, adrenalina bombeando em minhas veias não resisti a sorrir, estava sentindo falta disso, pelo menos pessoas eu conseguia matar.

A outra face do SlenderOnde histórias criam vida. Descubra agora