Alfonso acordou aquela manhã tateando o espaço vazio ao seu redor, coçou os olhos e só depois levantou da cama para procurar Anahí. Não foi preciso ir muito longe, afinal com poucos passos já conseguira ouvir o barulho da água que caía do chuveiro. Ela estava totalmente distraída, cantarolava algo baixinho que Alfonso não identificaria a melodia caso não conhecesse as preferências musicais dela. A música falava sobre uma doce menina dos olhos azuis e sem perceber ele já conseguia imaginar o filho deles com os olhos dela.
Ele se desfez da única peça de roupa que usava e atravessou o banheiro sem pressa, aproveitando os sons que ela emitia timidamente. Logo as mãos de Alfonso caçaram Anahí, assustando-a de início quando ele colou o corpo logo atrás dela, mas um beijo urgente impediu que ela proferisse qualquer tipo de reação.
Alfonso a girou parando frente a frente, depois tomou a boca dela outra vez. Anahí ofegou quando a língua dele encontrou a sua e mal teve tempo de fechar o chuveiro antes de sentir as costas pressionadas contra a parede. Ele roçou o corpo no dela, deixando a pele arrastar nos mamilos já enrijecidos, arrancando não só um, mas dois gemidos demorados. Era quase punitiva a forma que Alfonso comprimia o membro próximo a virilha dela, Anahí mal conseguia beijá-lo como queria, precisou largar a língua dele para arfar um tanto desnorteada. Os hormônios da gravidez já estavam presentes deixando-a mais sensível e faminta por sexo.
Anahí cravou as unhas na palma da mão assim que Alfonso distanciou a boca para encontrar os seios, a cada chupada que recebia o desejava mais. Ela não esperou Alfonso procurar seu clitóris e usou os próprios dedos, estava tão quente e molhada que tinha urgência em satisfazer-se. No sexo o homem aprecia o visual, com Alfonso não poderia ser diferente, ele afastou minimamente para observar Anahí se tocando, ela mordia os lábios, arrastava a coxa na dele totalmente absorta.
Alfonso: Quer ajuda com isso? – Proferiu com a voz rouca, colando a boca no queixo dela.
Anahí: Por favor. – Implorou manhosa e Alfonso levou os dedos que ela usava anteriormente até a boca dele. Anahí sentiu o corpo vacilar.
Alfonso: Que delícia amor, você é tão doce. – Disse. – Vira de costas. – Pediu, ajudando-a a colar as mãos na parede contrária ao box.
Anahí obedeceu com dificuldade uma vez que queria tocá-lo, sentir o corpo quente junto ao seu. Mas antes disso Alfonso fez um caminho longo e instigante de mordiscadas, iniciou no pescoço e desceu contornando toda a linha do ombro dela com a língua, continuou fazendo o mesmo no centro das costas enquanto a pressionava nos quadris com as mãos. Ela roçou a bunda em seu membro, disposta a provocá-lo da mesma forma e em resposta recebeu um tapa estalado ali.
Anahí: Ai. – Protestou ao sentir a ardência na pele.
Alfonso: Quieta. – Disse ao pé do ouvido, para depois afastar as pernas dela e massageá-la com o membro.
Anahí: Impossível ficar quieta, me fode embaixador. – Pediu, na verdade quase suplicou, sentia o baixo ventre esquentar e pulsar.
Alfonso: Como você quer que eu faça isso? Desse jeito? – Levou o membro até a entrada dela, empurrando-o até a metade. Alfonso mordeu os lábios quando percebeu o quanto estava escorregadia e quente, quase queimando. – Bem devagarzinho, hum?! – Colou os lábios na lateral do rosto dela. – Ou prefere que eu deixe a delicadeza de lado e coma você com força?
Anahí: Você sabe como eu gosto. – Rebolou o quadril, o recebendo por inteiro. – Gosto de sentir você pulsar dentro de mim. – Pausou para soltar um gemido. – O quanto é grande e me preenche inteira, aposto que é quase sufocante, não? – Instigou quando ele começou a estocar em um ritmo acelerado.
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Refém do Desejo
FanfictionUm gemido rouco ecoou no quarto de hotel, o êxtase puro e sublime do encontro de dois corpos que se deliciavam, enquanto sucumbiam aos próprios instintos. Os lençóis de seda egípcia, aninhavam agora, as pernas enlaçadas, gesto que se transformara no...
