E quando atiras para a juventude
Como num imbondeiro da praia;
Penso nas ondas em que te derrubaram
Em tempos corridos atrás...
0nto prolongando os afetos,
Nas artérias saudações de brisas;
Ainda sobre a resistência das raízes
Que assimilam a independente vida.
Tu!...Ó grande guerreiro;
Que delas foram arrastadas
Na" sombra dos coqueiros"
Que engoliu seu reino...
Não são medidas as mortes,
Os que a inquietude julgaram
Presos a esta "fronte altiva".
São porvir, a canção do vosso tormento
Pra as saudades...
Não vanglorio_te ao reino medito,
Quando nesta fúria de matanças,
Há um entretanto valor do meu povo
Neste esmo dissonante,
Tão longínquo da terra;
Lá se foram os capitães
Na cruzada bendita,
Exportando as cinzas negras
das queimadas casas...
Foram em números, as grandes caldeiras,
Feitas com suor do pecado.
Ó rei não medite,
E da apura lembranças,
Eu sou o teu povo,
Preciso também saber;
_Quem foram os capitães do matos?
Senhor, que fama esta,
Que só morte vejo
"Nas repartições das ilhas;"
_E de onde os nossos guerreiros!...
Não... não... de onde tu estás
Com a suas armadas guerrilhas;
Agora que o adeus eterno,
Caíu sobre as nossas memórias?!
E já não me dando vontade,
De uma amputação profunda
dos grandes membros...
Auréd Ross
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Primeiro Canto
PoesiaOlá sou Auréd👑ny Van- dunem ( vanduno) Sou de são tomé e príncipe , bem como já sabem gosto muito de sonhos, vida, amor, fantasias. Sou mentalmente doente pelos livros principalmente, de romances , ficcão e poesias, etc... Tenho esta vertigem psico...
