45. A cama é grande

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Luna fala com Carlos e novamente com Adriana.

César: bom, já se foi a apresentação, agora vamos todos para a sala de jantar, eu estou com fome.

Ele fala rindo, e se levantando. Uma das meninas o ajuda a caminhar até a mesa.

Todos se sentam, Arthur puxa a cadeira para sua esposa se sentando ao seu lado.

O almoço é servido, todos comem e conversam. Risadas bastantes alegres são ouvidas daquela sala.

Logo mais todos estão na sala de estar conversando, Arthur fala no ouvido de Luna.

Arthur: vamos dormir um pouco?

Luna afirma com a cabeça, depois de aquela viajem, um banho e uma bela comida, era claro que ela aceitaria o convite para uma soneca.

Arthur se levanta e então fala.

Arthur: bom gente, o papo está bom, mas eu e Luna vamos subir para descansarmos um pouco.

César: certo, filho. Bom descanso.

Carlos: mais tarde lhe chamamos para o jantar.

Arthur que estava de pé ainda segurando a mão de Luna, a ajuda a se levantar e eles seguem de mãos dadas para a escada, subindo e indo para o quarto.

Eles entram, então Arthur se vira para Luna e diz.

Arthur: eu vou dormir no sofá, mas se você não quiser dividir o quarto, eu posso me aposentar em outro...

Luna: e sua família?!

Arthur: eu não me importo com o que eles vão pensar. Eu quero que você se sinta bem.

Luna observa Arthur falar, ela gosta quando ele diz isso, ela fica ainda mais fascinada por ele.

Luna: você não precisa mudar de quarto, e muito menos dormir em um sofá menor que você.

Arthur sorrir ao ouvir Luna.

Luna: a cama é... Bastante grande.

Luna fala apontando para a cama em sua frente.

Arthur: certo. Se você não se sentir bem, você pode falar.

Arthur se aproxima de Luna a segurando pela sua cintura fina.

Luna: certo.

Arthur toma os lábios dela em um beijo. O beijo é calmo, lento e doce. Mas logo começa a ficar urgente, porém Luna para o beijo e separa seus lábios, mas continuo em seus braços.

Luna: Arthur, me desculpa, eu não quero que pense...

Arthur entende Luna, ele não queria nada mais que um beijo nesse momento. Ele não a iria força a nada, e muito menos agora que eles estavam se entendendo.

Arthur: me desculpe, eu não vou e nem quero força-la.

Luna: obrigada.

Arthur: mesmo que seja difícil lhe ver em minha cama e não poder toca-la, agarra-la, beija-la...

Ele fala dando beijos no rosto de Luna.

Luna: quem disse que não pode me beijar?

Luna fala e sorrir, seu sorriso é diferente, Arthur se surpreende.

Arthur: acho melhor você não me provocar, querida, eu posso não responder por mim.

Arthur beija Luna mais uma vez e mais uma vez ela se afasta.

Luna: vamos dormir?

Arthur: vamos.

Arthur agarra Luna tirando a do chão.

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