"-Isso foi a pior coisa que nos aconteceu
-Não acho. Não importa o que nos aconteça, eu te amo, com e sem a máscara, e nada nem ninguém vai me convencer do contrário."
- #7 marichat - 20/06/21
- #5 ladynoir - 20/06/21
- #1 adrienette - 22/06/21
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Corri o mais rápido que pude. Achando um pequeno esconderijo detrás de uma porta, consegui me transformar e fazer o que my lady havia pedido. Esconder os brincos em um lugar seguro.
My lady...
Rio ao me lembrar do apelido. Como fui tão ignorante a ponto de não reconhecê-la? Ela estava bem ali, sentada todos os dias na carteira em minha frente e eu nem sequer me dei conta.
Eu havia beijado Marinette. Mais de uma vez. E não por causa de um akuma ou qualquer coisa do tipo. Eu me apaixonei por ela. Ainda estou apaixonado. Rio mais uma vez com a ironia do destino.
De repente, escuto um estrondo mais alto, então, vou em direção à Marinette.
[...]
Segui os rastros de destruição deixados por ela, mas nada. Passei horas a procurando mas era sempre tarde demais.
Cada vez que o cansado ia me ganhando, tentava me lembrar que havia feito uma promessa. Uma promessa que eu jamais iria deixar de lado.
Minha princesa precisava de minha ajuda.
E eu iria cumpri-la, de um jeito ou de outro.
Continuo passando de prédio em prédio, esquina por esquina, até que, de repente, ouço um barulho vindo de um beco próximo. Então, fui em direção ao mesmo.
O lugar era mal iluminado, principalmente pois estava escurecendo, mas não me conformei e fui até o final do estranho lugar sem saída. Alguns metros à minha frente, a azulada estava ajoelhada e também parecia cansada. Bastante cansada.
Logo, entendi o que a mesma fazia. Ela estava tentando se livrar do akuma sozinha. Estava em uma luta indireta com o próprio HawkMoth. Ela é brilhante. Nunca teria pensado nisso.
Enquanto me encantava com sua enorme coragem, vi a mesma suar de tanta tensão para quebrar com a ligação com o vilão. Mari mordia os lábios, enquanto chacoalhava a cabeça. Gemia de tanta frustração.
Em seguida, percebi que ela não iria aguentar, então me ajoelhei em sua frente.
— Ei... — disse, me aproximando um pouco mais dela — Ei... Marinette... eu... — tentava falar, mas nada adiantava. Senti meus batimento ficando mais fortes de tanto desespero. — Vamos... Mari... você consegue... — Mas nem prestava atenção no que eu dizia.
E assim que vi uma lágrima escorrendo em seu rosto, notei que ela precisava de ajuda. Mais do que eu pensava. Ela estava instável. Não conseguia controlar sua raiva, muito menos seus pensamentos.
Então, logo após disso, Mari se entregou novamente, virando Princess Justice mais uma vez.
Já akumatikada, a mesma se virou para mim e senti calafrios. Usava um vestido bem no estilo de suas roupas — rosas, pretas e brancas — acompanhados de um salto alto preto e uma espada cintilante.
Porém o que mais que assustou foi a venda. Um simples acessório que cobria seus olhos, mas incrivelmente horripilante. Até sem seu olhar, conseguia enxergar maldade pura. Somente pela pequena parte do rosto descoberta. Fiquei paralisado, não sabia como iria lutar com ela. Não podia machucá-la.
Estava distraído, mas notei um sorriso diabólico em seu rosto e então rapidamente, mesma me deu um golpe, me fazendo cair para trás. Não conseguindo reagir, ela consegue me deixar imobilizado. Em seguida, a mesma riu diabolicamente e falou:
— Esse é o ChatNoir que todos tanto falam? Há! — debochou — Para mim não passa de um gato cheio de pulgas. Posso sentir o cheiro de fracasso vindo da sua direção...
Ela se abaixou e se aproximou de mim — carregando o mesmo sorriso — para tirar o miraculous de meu dedo mas antes que algo acontecesse, prestamos atenção em uma pessoa gritar por socorro do outro lado da rua.
Chloe Bourgeois estava presa dentro de sua limousine. Sozinha e desesperada. Logo, senti o peso da azulada diminuindo e percebi que a mesma foi em direção à filha do prefeito.
Já sabendo onde tudo iria chegar, consegui usar meu poder para me livrar-se das cordas quase que invisíveis, que haviam me prendido. Levantei um pouco tonto, mas não o suficiente para desistir da minha garota. Então, decido ir atrás das duas.
Assim que saí daquele lugar, percebi que já estava tão escuro quanto dentro do beco. Logo, percebo meu anel apitando novamente e decido parar para alimentar Plagg.
[...]
Os rastros deixados por ela me levou novamente ao Françoise Dupont. Chegando mais próximo, me escondi e observei Mari amarrar Chloe igual havia feito comigo.
Antes que ela fizesse algo com a loira, interrompi a mestiça me jogando em cima dela tentando a imobilizar. Mas a mesma revidou e me atirou para longe. Tentei me levantar, mas estava cansado demais.
Então, tive uma outra ideia.
— Marinette! — gritei — Marinette! Vamos eu sei que você está aí! — finalmente ganho sua atenção e ela se vira para mim. — Você consegue! Eu acredito em você! — como num passe de mágica, ela se ajoelha e luta mais uma vez contra o verdadeiro vilão.
Olho para Chloe que está completamente confusa e apenas sorrio. Devagar e com todo cuidado, vou me aproximando de Mari.
De passo em passo, finalmente consigo me aproximar dela sem assustá-la e destruir o akuma.
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oioiii
como vcs estão?
mto obrigada por todo o apoio que vcs estão dando pra fic é mto importante pra mim❤️❤️❤️