(Concluído)
Alerta: Romance dark +18 | SEM REVISÃO
Melissa Parker é uma jovem de dezoito anos que vive em um convento na cidade de Saint Jacobs, prestes a se tornar freira ela vive no convento desde que sofreu um grande trauma. Melissa é doce, genti...
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Acordei com um peso em cima de meu peito e com minha cabeça levemente doendo. Bebi demais ontem, foi uma festa e tanto no começo da noite, mas quando vim para o quarto foi um desastre total até um certo ponto. Eric aproveitou bastante, aquele idiota comeu várias putas minhas e não pagou, não é porque ele e meu conhecido que pode comer minhas putas de graça.
Não importa quem seja, tem que pagar. É difícil conseguir essas belezinhas, treiná-las e fazer com que elas aceitarem que agora elas estão presas a máfia e a mim, e nunca mais vão sair daqui. Meu trabalho é cansativo.
Quando eu o ver novamente, irei cobrar o que esse CEO metido me deve. Eric é uma boa pessoa, que pensa que é meu amigo, talvez ele seja mesmo, mas ele não pode saber disso ou irá me infernizar o resto da vida. Eric é bem irritante quando quer, às vezes sinto vontade de matá-lo, mas me seguro um pouco, odeio quando ele me chamar de Alek, já perdi para ele parar com isso, mas esse metido parece ser surdo.
Olhei para os lados e reconheci onde estou. Em minha suíte logicamente, eu não me deito em qualquer lugar, por isso tenho meu quarto exclusivamente em cada boate. Olhando em volta, vejo roupas femininas rasgadas e sangue para todos os lados. A última puta da noite está deitada em meu peito dormindo tranquilamente, essa perdeu a noção do perigo.
- Sai daqui sua infeliz. - A empurrei para fora da cama com força. Ela caiu no chão e pude ouvir seus gemidos de dor. Ela está nua, mas seu corpo está coberto de marcas vermelhas quase roxas. Até que ela foi boa ontem à noite. Eu já estava irritado demais com essas imprestáveis, essa foi a última da noite, ela conseguiu me satisfazer um pouco.
- Desculpa senhor, já estou indo. - Ela se levantou rapidamente e saiu do quarto parcialmente mancando. Hum, essa é esperta, ao contrário das outras de ontem que tive que matar. Odeio essas vadias burras.
Uma vadia reclamou que eu estava usando força demais, que estava machucando seu rabo e ela que não estava aguentando mais. Eu estava quase gozando no rabo aquela desgraçada, perdi a paciência e a matei com meu pau atolado dentro dela.
Quebrei seu pescoço tão facilmente, ela parecia uma boneca de pano em minhas mãos, suas amiguinhas gritaram ao ver o corpo sem vida da desgraçada no chão. Perdi a paciência e as matei também, mas com essas eu poupei tempo e foi na base do tiro mesmo, tem pessoas que são tão insignificantes que nem merece muito esforço para matar. Agora são três putas a menos, mas que droga terei um grande prejuízo essa semana. As vadias não estavam me satisfazendo, mas satisfaziam homens tolos.
Chamei meus soldados para recolherem os corpos imundos e trazerem outra puta para meu bel-prazer. Eles trouxeram uma menina, ela era bonitinha. É um pouco difícil de me agradar, mas essa putinha até que está me fazendo sentir um baita de um tesão.
Ela já chegou nua e tinha um sorriso falso no rosto. Essa deve ser as que vem até mim por conta própria, pensando que vão mudar de vida, não estou lembrando de seu treinamento, isso significa que ela já está aqui há muito tempo.