Capítulo dedicado á Cachinhos 1904 por ter sido a primeira a votar no cap anterior.
P.O.V. Hope.
Eu acordei sem saber onde estava. Me lembro de ter dormido no quarto do hotel, mas o lugar onde estou... com certeza não é um quarto de hotel.
Não há portas, nem janelas. Só paredes de metal, parece um bunker ou sei lá o que me fez entrar em pânico. Será que fui sequestrada? Ok, que pergunta idiota, é claro que eu fui sequestrada!
Olhei em volta e vi as poucas coisas que eu tinha todas no canto daquele quartinho com cama branca na qual eu estou deitada. Tentei me mexer e graças á Deus não estou acorrentada ou mesmo amarrada. Preciso achar um jeito de sair daqui.
Me levantei sendo o mais silenciosa possível e comecei a procurar uma saída. E Deus, eu encontrei.
Tinha uma escadinha também de metal então subi a escada e empurrei a portinha... e ela abriu. Suspeitei na hora e sai já preparada para chutar a bundinha de quem quer que fosse que estivesse lá fora. Mas, graças á Deus não tinha ninguém.
E só quando eu sai percebi não só que estava usando pijama, mas onde exatamente eu estava.
Estou no bar. Vamtasia e este lugar não é muito diferente do hotel em termos de sujeira então, como eu não tenho nada melhor para fazer e não gosto de sujeira, voltei para o lugar de onde sai, troquei de roupa e fui atrás de materiais de limpeza. Enquanto a funcionária loira que usava um top rosa daqueles tecidos brilhantes e um micro-short me olhava com um olhar meio que de peixe morto.
Achei o rádio e coloquei para tocar Carolina Liar I'm Not Over. E comecei a limpar.
Passei pano nas bancadas, nas mesas para tirar o pó e qualquer resto de comida que houvesse lá, depois passei outro pano com álcool o que não resolveu muita coisa então, eu resolvi lavar com água e sabão.
Varri o chão, também esfreguei com água, sabão e alvejante. Lavei os banheiros, as vidraças, aqueles mastros no palco. Limpei até as garrafas de bebidas com álcool.
E a mulher ainda lá. Ela nem se mexia, se quer piscava.
-Você está bem?- Perguntei.
-Sim.- Respondeu num tom de voz monótono.
-Tomou alguma coisa?- Indaguei.
Ela não me respondia. Parecia que tinha sofrido algum dano cerebral, nada contra gente deficiente pelo amor de Deus, estou apenas constatando um fato. Tenho que descobrir o que há de errado com ela, talvez haja um jeito de ajudar.
Mas, agora estou super cansada. Limpei o bar de cabo a rabo.
P.O.V. Eric.
Acho que nunca vi este bar tão limpo. As mesas, as cadeiras, o chão, o bar, até as garrafas.
-Parabéns Ginger você se superou.- Elogiei a humana, parece que decidiu prestar para alguma coisa.
-Eu... eu não fiz isso. -Respondeu a loira.
-Então quem fez?- Perguntei.
A loira pensou, pensou, pensou...
-Foi a moça nova.- Respondeu Ginger.
-Que moça nova?- Questionei.
-Eu não sei. Ela já tava aqui quando cheguei. Ela que limpou tudo.- Disse Ginger.
Fiquei com aquilo na cabeça. Eu não me lembro de ter contratado nenhum funcionária nova. Vai ver a Ginger fez tudo isso e esqueceu. Mas, já está de noite. Hora de abrir o bar.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Hope Meets True Blood
FantasyUma continuação da minha fanfic Hope Meets Twilight que por acaso está concorrendo ao prêmio Watts 2021. Desta vez Hope Mikaelson viaja para o universo True Blood onde vai se meter em muitas confusões e chamar a atenção de um certo vampirão loiro.
