Meredith é uma psicóloga, especializada em crianças.
Patrick é o filho de Addison e Derek, que está a passar uma má fase depois do divórcio dos pais.
Lexie consegue uma consulta para o sobrinho de Mark e ele vai a uma consulta com Meredith.
Depoi...
POV. Meredith -Derek espera!- ele virou-se para me encarar. -Sim Meredith?- tinha tantas coisas para lhe dizer, mas nada saía da minha boca. -Eu... Isto não...- respirei fundo tentei organizar as ideias na minha cabeça.- Eu jurei para mim mesma que nunca mais iria confiar num homem e eu estou aterrorizada pelo que sinto por ti.... mas aqui estou eu, a querer-te mesmo assim. Eu também te amo Derek e isso assusta-me imenso. Mas eu não consigo viver sem ti, e agora eu sei disso...
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Lexie e Mark apareceram como se não tivessem ouvido toda a conversa. -Um brinde ao casal!- Mark foi buscar mais copos e champagne para comemorar a nossa relação. Eu não podia estar mais feliz, mas como nada na minha vida dura muito tempo, recebi uma chamada da polícia. Não sabia o que fazer naquela situação, mas sabia que se lhes dissesse a verdade sobre a chamada, eles iriam comigo. -Tudo bem Mer?- Lexie conhecia-me muito bem. -Sim... Era da polícia, eles apanharam o Andrew e precisam que eu vá até lá, apenas para dar mais alguns depoimentos...- se tinha arrependido algo na minha relação abusiva com Deluca, era a mentir. Tinha-me tornado muito boa a mentir, então eles não perceberam. -Não queres que eu vá contigo?- comecei a pensar nas minhas coisas e Derek estava logo atrás de mim. -Não meu amor, eu vou sozinha... Vejo-te em tua casa?- ele concordou e eu dei-lhe um beijo demorado nos lábios. Não que aquilo significasse um adeus, mas não sabia o que iria encontrar e queria que todos os nossos beijos fossem lembrados. Na chamada a polícia disse que tinha Deluca preso, e que o advogado dele quis declarar insanidade. Ele tinha problemas sim, bipolaridade, mas isso não significava que ele tinha espancar a namorada. Ele aceitou ser internado numa clínica psiquiátrica, mas não antes de falar comigo. Essa era a condição. Apenas uma conversa e ele ficaria trancado numa instituição pelo resto da vida e eu poderia ser feliz com o amor da minha vida... Era apenas uma conversa... Cheguei o mais rápido que consegui, quando mais rápido tivesse esta conversa melhor, poderia ir mais rápido para os braços de Derek. Um guarda encaminhou-me para a sala onde Deluca estava e explicou-me que o guarda ficaria à porta e que se precisasse bastava gritar. Respirei fundo algumas vezes antes de entrar. -Se não é a minha doce Meredith... Já sentiste saudades minhas?- ele tinha aquele sorriso irónico que só ele conseguia ter e que repudiava todo o meu ser. -Não brinques comigo Andrew... Vai direto ao assunto, o que queres?- ele fez-me sinal com os olhos para me sentar no banco à sua frente. -Assim com tanta vontade de me trancar na instituição dos loucos? Está bem, vamos diretos ao ponto. Apenas te chamei aqui para te dizer...- ele inclinou-se para a frete, aproximando-se de mim até onde pode, por conta das algemas.- Isto ainda não acabou. Tu vais ser minha... Tu vais ser minha custe o que custar.- os seus olhos estavam pretos, totalmente pretos de raiva.- Tu vais ser minha, nem que para isso eu tenha de matar o teu queridinho Derek... OUVISTE? TU VAIS SER MINHA MEDEDITH! TU VAIS SER MINHA!- ele começou a gritar e os guardas entraram para o levar. Ele já ficou violento muitas vezes, mas eu nunca senti tanto medo dele como neste momento. -Dra. Grey, está bem?- um dos guardas tentou aproximar-se de mim. -Eu estou bem... Eu estou bem, não me toque! Não me toque!- sai de lá a correr para o meu carro. Devo ter passado todos os limites de velocidade e sinais vermelhos, mas eu só queria chegar a casa. Estacionei o carro como deu e corri para a porta. Bati com tanta força que os meus pulsos doíam. -Meredith o que se passa?- assim que Derek abriu a porta, eu saltei para os seus braços, que me rodearam imediatamente.- Mer... Estás a assustar-me, o que se passa?- ele tinha-me levado para a sua cama, deitando-se comigo. -Promete-me que aconteça o que acontecer tu vais amar-me e nunca vais fugir de mim... -Meu amor, estás a assustar-me, o que se passa?- ele tinha a mão na minha nuca, e fazia carinho com o seu polegar na minha bochecha. -Por favor... Só, promete-me.- ele olhou mais alguns segundos para mim. -Eu prometo. É claro que prometo...- beijei-o intensamente, como se aquele fosse o nosso último beijo, como se o mundo fosse acabar. Algo dentro de mim despertou e eu não controlava o meu corpo. Subi para o seu colo e comecei a beija-lo ainda mais intensamente. As minhas mãos foram para o seu cabelo, puxando e arranhando a sua nuca. As suas mãos na minha cintura, apertavam-na e ajudavam-me nos movimentos que fazia, roçando a sua intimidade na minha. Aquela seria a nossa primeira vez, seria a minha primeira vez desde que Deluca me fez o que fez, e eu queria que fosse especial, mas não conseguia esperar. As minha mãos foram para a bainha das suas calças e baixei-as, minimamente, apenas para conseguir soltar o seu membro que já estava bastante pronto. Devo dizer que o tamanho me assustou, mas nada me faria parar. Levantei o meu vestido e tirei as minhas cuecas para o lado, encostando depois a minha entrada na cabeça do seu membro. -Mer, espera... Tens a certeza disto?- meu Deus como eu estava apaixonada por este homem... Ele estava tão preocupado comigo e como eu me estava a sentir e isso fazia-me sentir tão amada. -Nunca tive tanta certeza na vida...- encaixei as nossas intimidades, olhando dentro dos seus olhos. Foi um momento tão perfeito e tão nosso. Ver como estávamos a sentir prazer e a dar prazer um ao outro. Fiquei a pensar como consegui ficar longe deste homem durante tanto tempo.
Olá olá! Não tivemos hot, não estava inspirada para o escrever, mas prometo compensar. Os nossos baby's estão juntos e Deluca está preso, o que pode correr mal? Um beijo, Bru