Meredith é uma psicóloga, especializada em crianças.
Patrick é o filho de Addison e Derek, que está a passar uma má fase depois do divórcio dos pais.
Lexie consegue uma consulta para o sobrinho de Mark e ele vai a uma consulta com Meredith.
Depoi...
POV. Meredith Aconteceu tudo muito rápido, num momento tinha encontrado Mark e contado tudo e no outro estava nos braços de Derek. -Meredith tens de fazer queixa na polícia. -E dizer o que? Que ele não me bateu?- Derek andava de um lado para o outro e Mark apesar de concordar com ele, apenas estava a dar-me pontos na cabeça. -Não entendo porque ele te está a cozer a cabeça se nada aconteceu... -Ele não me bateu Derek... Ele nem sequer queria acertar em mim... -Mas acertou Mer... Desculpa mas estou do lado do Derek e tu sabes que temos razão.- eu sabia, mas pensei que se ignorasse, não tinha de reviver tudo aquilo novamente. Concordei em chamar a polícia, que apareceu pouco tempo depois. Expliquei tudo o que aconteceu e fiz um breve resumo do que se passou no passado. Eles recolheram algumas provas e saíram. -Vou ligar à Lexie, dizer que estás bem. Ela estava a morrer de preocupação. Cuida-te maninha.- Mark deu-me um beijo na testa e saiu. -Estás bem? Dói-te a cabeça, tens tontura... Sentes-te bem?- Derek estava visivelmente preocupado. -Der, eu estou bem, a sério...- ele estava tão preocupado e os seus lábios tão perto dos meus, que eu fiz o que o meu corpo mandou.
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-Devíamos sair num fim de semana a dois. Podíamos ter 48 horas sem interrupções disto...- voltei a beija-lo. Ele deu-me um sorriso, mas não era o seu sorriso normal, era mais apagado, mais triste.- O que se passa? -Eu não quero 48 horas sem interrupções disto Mer...- doeu um pouco ouvir aquilo, mas a mensagem foi bastante clara. Afastei-me dele e peguei nas minhas coisas.- Meredith espera... -Eu tenho de voltar para a clínica e tu deves ter consultas ou cirurgias... Vemo-nos depois...- sai sem olhar para trás. Se ele não queria estar comigo, tudo bem, eu só tinha de respeitar.
POV. Derek Respirei fundo ao vê-la ir embora. Queria ir atrás dela, mas fui chamado para o bloco, 112... O dia passou a correr e eu só queria poder sair daquele hospital e ir até a casa de Meredith. -Derek podemos falar? É importante...- Rose tentou colocar-se na minha frente, mas eu estava decidido que o que tinha de dizer à Meredith ia ser dito agora. -Não tenho tempo Rose! -Eu estou grávida... E o filho é teu.- parei no mesmo momento que ela disse aquilo. -O que?- virei-me lentamente para a encarar. -Ah, brincadeira! Mas afinal tens tempo para falar comigo...- ela só podia estar a gozar com a minha cara... -Se estás só a brincar, não tenho tempo para isso. Adeus Rose...- voltei ao meu caminho e entrei no meu carro, indo em direção à casa de Meredith. As luzes estavam todas apagadas e ninguém atendia. Passei por casa de Mark e Lexie e o carro dela estava estacionado à porta. Sai, mesmo deixando o carro totalmente mal estacionado e corri para dentro. -Meredith!- ela estava na sala a beber vinho com Lexie. -Derek... O que estás aqui a fazer?- ela parecia surpresa por me ver ali. -Vamos dar-vos um pouco de privacidade.- Lexie e Mark foram para a parte de cima da casa, mas conhecendo-os como conhecia, eles estavam a ouvir a conversa, mas isso não me importava. -O que estás aqui a fazer? -Olá...- era impossível olhar para ela e não sorrir que nem um idiota. -Olá... Derek, o que viste aqui fazer... -Esta manhã eu queria dizer... O que eu queria ter dito era...- ela estava tão perdida na minha conversa e eu não conseguia parar de sorrir.- E agora tudo o que eu consigo dizer é... -Derek não estás a fazer qualquer sentido...- ela começou a pegar no seu copo e no de Lexie para levar para a cozinha. -Eu estou apaixonado por ti...- ela virou-se para mim lentamente. Eu não conseguia conter mais o sorriso nos meus lábios.
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-Eu estou apaixonado por ti desde... sempre.- ela estava boquiaberta.- Eu quero casar contigo, quero construir-nos uma casa, quero ter os teus filhos e quero morrer nos teus braços, aos 110 anos... Eu não quero 48 horas, eu quero uma vida inteira Mer...- os seus olhos estavam cheios de lágrimas.- E eu sei que tu estás assustada com tudo isto, por tudo o que viveste antigamente, e está tudo bem... Podemos fazer este percurso juntos, a paços de bebé, mas eu preciso que queiras fazer isto comigo... Então tens uma decisão a fazer Mer... Tens de decidir se estás nisto comigo ou não, porque se não estiveres... Se não estiveres acaba tudo porque eu não consigo, eu estou nisto, eu amo-te...- ela ouvia tudo calada, no mesmo lugar, com algumas lágrimas a caírem.- Eu vou embora agora e quando decidires o que queres fazer, podes vir ter comigo...- olhei bem para ela uma última vez, no caso daquela ser mesmo a última e fui até à porta. Uma parte de mim esperava que aquilo fosse como nos filmes e ela corresse e pulasse nas minhas costas. Antes de fechar a porta ouvi os paços dela. -Derek, espera!
Olá olá! Meu Deus como eu adoro largar as coisas e fugir. Se me chamarem pode ser que apareça. Um beijo, Bru