Capítulo 18

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Jungkook

Estava esperando na cozinha, andando de um lado para o outro e impaciente com minha gravata. Aquela droga não ficava reta independentemente do que eu fizesse, como se eu tivesse esquecido como se dava um nó normal.

Era quase como se estivesse nervoso. Eu não tinha por que ficar nervoso Jimin e eu iríamos simplesmente dizer algumas palavras, assinar uma folha de papel e acabar com a formalidade do casamento.

Era outra camada de meus planos. Simples. Não significava nada. Arranquei o pedaço de seda de novo. Por que essa merda de gravata não ficava certa?

— Continue puxando assim e não sobrará mais tecido, Jungkook. O que essa gravata fez para você?

Olhei para cima, assustado. Jimin estava parado na porta, parecendo igualmente nervoso, no entanto, mais bonito. Uau! Ele estava vestindo um simples Terno off-white que abraçava sua cintura estreita e ficava perfeito em seu corpo mostrando suas curvas. A parte de cima era rendada e mostrava seu pescoço fino . Seu cabelo estava penteado para trás deixando sua testa a mostra, descendo sua franja de um lado. O tom destacava sua cor. Olhei para baixo e sorri para seus sapatos pequenos com um saltinho, eram perfeitos. Havia me acostumado na forma como ele cabia debaixo do meu braço e, agora, não queria que ele ficasse mais alto. Aproximei-me dele, erguendo sua mão e a beijando.

— Você está adorável. Ele baixou os olhos, então endireitou os ombros.

— Obrigado.

— Não. Eu que agradeço.

— Pelo quê?

— Por onde quer que eu comece? Por concordar com este acordo em primeiro lugar. Por manter sua palavra, mesmo quando tinha todo o direito de me mandar para o inferno. Erguendo a mão, torci um de seus fios comprido no dedo, acariciando as mechas macias de seu cabelo, soltando-o novamente. — Por ser uma pessoa melhor do que eu — complementei totalmente sincero.

Seus olhos se iluminaram.

— Essa é a coisa mais gentil que já me disse.

— Eu sei. Não tenho tentado não ser um babaca, não é? Encontrei seu olhar, recusando-me a desviar. — Vou tentar mais.

Ele mordeu a parte de dentro de sua bochecha firmemente.

— Ei. Chega. Dei risada, passando o dedo por sua face. — Sem sangue no dia do nosso casamento. Os cantos de seus lábios se curvaram em um sorriso. Inclinei-me e peguei o pequeno presente que comprara para ele, segurando o buquê de flores. — Para você.

— Jungkook!

— Pensei que fosse gostar. Eu disse, sentindo-me constrangido.

Ele enterrou o nariz no pequeno buquê.

— Adorei. Ele franziu o cenho.

— E você?

— Não vou levar um buquê.

Sorri, querendo suavizar o tom sério que havia transformado. Ele balançou a cabeça com um sorriso, e fui até a gaveta, remexendo nela. Ele olhou para seu buquê e pegou uma das rosas, então a colocou cuidadosamente em minha lapela. Seus dedinhos se flexionaram e colocaram minha gravata no lugar. Ele deu um tapinha no tecido, parecendo feliz.

— Pronto. Agora você está pronto.

— Você está pronto? Perguntei quase com medo de sua resposta.

— Sim.

Flexionei meu braço.

— Vamos nos casar.

O Contrato (Revisando)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora