🚨 Nova versão! Está obra é inteiramente minha, não aceito adaptações dos meus livros.
Zamara Andoni, uma jovem sonhadora que mora no interior da Espanha. Onde vive um inferno com seus pais, mas uma manhã ela acorda e não faz ideia que sua vida irá...
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LEONARDO SAVÓIA
— Melhore essa cara de cu, ou talvez Zamara pode até de abandoná-lo no altar. – Lanço-lhe um olhar frio e ele ergue suas mãos em rendição.
Mas o maldito está certo, não consigo nem disfarçar minha preocupação e cansaço com isso.
Droga, Leonardo!
— Enrico está certo, meu irmão. Parece nada contente para alguém que sequestrou a noiva. – O idiota do meu irmão me zoa e Enrico cai na gargalhada.
— Os dois idiotas podem parar ou ainda tem mais palhaçada para ser dita? – Estou visivelmente irritado.
Essa minha cara não é por que não quero me casar, mas sim, por que não faço ideia do que pode vir desse casamento. Confesso, estou inseguro para um caralho e é estranho não ter o controle da situação em minhas mãos.
Droga!
— Calma. – Meu irmão, tenta se recuperar da crise de risos. – Está com medo de Zamara não gostar do seu oral, ou pior, acha seu amigo pequeno pra isso?
— Acho que o mastro esqueceu de crescer! – Enrico volta a gargalha e meu irmão o acompanha, enquanto eu só reviro meus olhos e me levanto.
Não acredito que estou com esses dois idiotas.
— Dante, por que não vai atrás da sua noiva? – Ele me olha com a maior cara de bunda. – Enrico, vai ver se Kali não quer uma rápida transa atrás do arbusto!
— Assim você me ofende, primo! Não transo atrás de arbustos, acho que você não gostaria de ouvir os gemidos de minha parceira. – Ele tem um sorriso levado, enquanto eu me levanto e vou até o espelho dando uma última conferida.
— Você ainda está com Kali? – Meu irmão tem uma careta em seu rosto e eu encaro Enrico.
— O que foi? Ela faz um ótimo boquete. – Da de ombros.
— Pra uma virgem ela é bem experiente!
— Meu irmão, Kali pode ser tudo, menos virgem! – Dante da batidinhas no ombro de Enrico que está empurrado. – Nosso querido primo fez questão de mudar isso.
— Haha, muito engraçado, seu otario. – Enrico dá um soco em Dante que revida com uma cotovelada.
Duas crianças!
A porta é aberta e o semblante sorridente da minha mãe adentra no local, ela vem até mim ajeitando minha gravata.