Alfonso é um cretino.
Por que os cretinos ficam na sua cabeça, lhe irritando e dominado seus pensamentos enquanto os caras legais são ignorados?
Eu fui fazer compras na cidade para me distrair. Gastei um bom dinheiro na decoração deste apartamento e no mais macio edredom que eu já senti na minha vida. Um tapete de tweed1*, duas cestas de tecido e uma dúzia de molduras de madeira rústica depois e minha sala de estar está aceitável. Foto após foto, eu postei os diferentes ângulos no Instagram, onde tenho meus maiores seguidores e onde eu vendo a maioria das minhas fotos. Mas tudo é feito de forma distraída. E não é como se elas estivessem à venda, apenas imagens que servem como uma atualização para que meus seguidores saibam que encontrei um novo lugar. Eu não tenho um pingo de interesse fluindo através de mim. Eu vim aqui para me estabelecer. Para finalmente me dar uma razão para ficar e possivelmente ter aulas formais para dar uma nova vida ao meu negócio. E em vez disso, fui empurrada para quando eu tinha apenas dezessete anos.
Nenhum lar. Sem vida. Nenhuma razão para fazer qualquer coisa. Minha garganta e meus olhos se apertam, mas eu me recuso a
deixar uma única lágrima cair. É tudo porque eu ainda não sou digna o suficiente para Alfonso. Meu telefone toca e eu entro no aplicativo de mensagens no Facebook para ver quem é. Outra pessoa querendo que eu fotografe seu casamento. Eu não faço sessões de fotos. Educadamente respondo que não faço fotos. Eu só fotografo as coisas à minha volta e conto a minha própria história. Não de outras pessoas. Em outras palavras, não sou contratada. A fotografia é o meu negócio, mas também a minha terapia. Eu fotografo o que quero e nada mais. Foi a única maneira que eu sobrevivi e não vou comprometer isso. É como eu tenho ganho a vida nos últimos anos. Pequenas vendas aqui e ali. O suficiente para manter minha cabeça acima da água e continuar me movendo de um lugar para outro. Procurando Por Algo foi o que acabei chamando de meu negócio. Não que tenha começado como um negócio. Eu estava apenas tirando fotos de cada pequena coisa que me lembrava Tyler.
Tudo que eu tinha era minha câmera, o único presente que minha última mãe adotiva me dera. Tyler disse que ela deveria pegar para mim no Natal. Ele disse que se ela não o fizesse, ele faria. Ele teria me dado qualquer coisa. E então começou comigo querendo tirar uma foto da neve em torno de seu velho caminhão Chevy que não podia mais rodar. O capô enferrujado. O pneu de trás do lado esquerdo.
1 TWEED*– tapete macio desenhado e tecido a mão.
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Possessive - Anahi e Poncho (Adaptada) AyA
FanfictionAlguns homens nascem com um coração negro e uma alma contaminada. Eu nunca quis admitir isso naquela época. Pensei que poderia superar quem eu sou e mentir para mim mesmo. Mas aceito a verdade agora. Está no meu sangue e nos meus ossos. Em cada pens...
