2/18 - Cavaleiros da morte

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Boa leitura...

Acordei assustada com um vento congelante passando por mim, respirei aliviada por não estar mais naquele confusão, me levantei e fui até a porta do quarto, assim que coloco meus pés para fora não reconheço o lugar

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Acordei assustada com um vento congelante passando por mim, respirei aliviada por não estar mais naquele confusão, me levantei e fui até a porta do quarto, assim que coloco meus pés para fora não reconheço o lugar.

Olho em volta a procura de algo que me mostrasse onde eu estava, mas só encontro algumas fichas sem nomes, onde odecitava algumas doenças e...

Isso é um hospício? Eu e minha boca grande quando cheguei na cidade.

Andei pelo local procurando alguém, mas estava completamente vazio. Sorte a minha, não?!

Dei a volta por aquela sala umas quatro vezes para enfim notar que eu estava andando em círculos e estava mesmo sozinha. Pelo menos até ouvir um barulho estranho de cavalos relinchando.

Comecei a correr em direções opostas das que eu entrava e nenhuma tinha saída, eu sempre parava na recepção daquele lugar. O som começou a ficar mais alto e parecia muito mais perto, eu vi a sombra de um cavalo na primeira porta que passei e voltei a correr.

Passei por uma porta de metal e a fechei, esse corredor era diferente, continuei por ele e havia apenas duas portas. A que eu entrei e uma bem no final, corri até ela sem pensar duas vezes, se algo pode piorar aqui, então tudo bem, estou presa mesmo.

Atravessei a porta e parei em uma estação.

"É brincadeira né" – falei para ninguém em específico. 

Pelo menos estava vazia também, comecei a andar pelo lugar e não tinha nada também, as portas davam para o mesmo lugar e outras não abriam de forma alguma.

Desci no trilho que tinha do lado e não tinha nada, sem saídas também, apenas uma parede em cada lado.

Como um trem passa aqui então?!

Me aproximei de uma e os cavalos voltaram, mas dessa vez bem mais perto. Aqui era pior, não tinha muitas portas e nem lugares que desse para correr ao menos para despista-los.

Me escondi entre a parede dos trilhos e um pequeno muro ali. Os barulhos foram parando aos poucos e comecei a respirar aliviada.

Alegria de pobre dura pouco. Senti uma respiração em cima da minha cabeça. Ergui ela aos poucos e vi um cavalo negro bem a minha frente, seus olhos pareciam uma escuridão infinita, seus pelos eram tão pretos que pareciam sugar a luz, havia mais dois de cada lado dele e os cavaleiros usavam sobretudo enormes e pretos, eles tinham armas na cintura e usavam chapéus para cobrir o rosto.

La loba - Peter Hale TWHistórias para pegar e não largar. Descubra agora