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Anna Estrella:

Dani: Meu Deus, Anna! Essa roupa está estranha demais! — Neguei.

Anna: Você tá linda, menina! Para com isso! — Neguei.

Dani: Eu não quero ir... — Fez biquinho.

Anna: Qualé, Dani? Vamos sair um pouco dessa casa. Se você achar ruim, a gente volta no mesmo instante. — Ela suspirou, mas concordou.

Terminei de me ajeitar e liguei para as meninas. Elas disseram que já estavam lá, e eu concordei. Saí de casa com a Dani reclamando e logo chegamos na praça.

Avistei as meninas e fomos até elas.

Amanda: Nossa, como você está linda, Dani! — Sorriu, abraçando ela.

Dani: Obrigada! Vocês também estão lindas! — Sorriu simpática.

Fernanda: Você bebe, Dani? — Ela negou.

Amanda: A garota tem quatorze anos...

Dani: Não, não sou fã... — Ela sorriu.

Sentamos e ficamos conversando por um bom tempo. Logo o Th e o Paiva brotaram.

Procurei o Ret com os olhos e não achei.

Paiva: Ele não vem... — Sussurrou. — Teve uma pequena crise...

Encarei ele.

Th: Melhor deixar ele só. — Concordei.

Fernanda: Aniversário da Anna está chegando! — Falou animada.

Aí, meu Deus... De novo não.

Amanda: Sim! Vamos comemorar! — Neguei.

Anna: Não tô com pique pra festa não. — Abri uma cerveja, bebendo um gole.

Fernanda: Qual foi? Você vai fazer 23 aninhos, cara! Vamos comemorar sim! — Neguei.

Anna: Não, obrigada!

Th: Ela não tem opção de escolher nada não, vamos comemorar sim! — Falou, e as meninas se animaram.

Revirei os olhos e mudei de assunto. Ficamos ali um bom tempo, conversando, e depois puxei as meninas pra dançarem. Dani odiou, mas logo se soltou.

Vi que já era de madrugada e amanhã eu teria que ir pro trabalho. Dani também já estava cansada. Pedi pro Th me deixar em casa com ela, e ele não negou.

Me despedi do povo...

Dani abriu a porta e entrou.

Dani: Boa noite, Estrella! — Saiu subindo as escadas.

Anna: Boa noite...

Fui até a cozinha, peguei um copo de água, comecei a tomar e logo lavei o copo. Saí da cozinha e dei de frente com o Ret.

Pulei pra trás no susto e ele me encarou com os olhos baixos e vermelhos.

Anna: Quer me matar do coração, filho? — Perguntei, puta.

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