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Sol Morgan

Após o cobra me deixar em casa eu entro pra tomar um banho.

Saio do banho e vou secar meu cabelo, deixo ele natural mesmo apenas seco num pouco com o secador pra não ficar resfriada.

Faço uma maquiagem mais leve,e escolho uma calça daquelas largas e um cropped de brilho, calço um coturno e olho no relógio são 22:10.

Ouço o barulho de bozina e saio trancando a casa, aquela mulher nem fica aqui mesmo.

- Sol acho que você confundiu baile funk com balada de rico. - Ele fala rindo.

- Cobra nunca fui direito nesses bailes não, muito feio? - Pergunto

- linda! Mais não é roupa pro baile, porém até prefiro você assim do que com aquelas roupas mostrando o útero. - Ele fala

- Então . - Falo e subo na moto.

Ele acelera morro acima e logo chegamos na quadra, ele desce da moto me dando a mão e todo mundo olha, subimos pro camarote e as meninas estavam   e realmente minha roupa não combinava com o baile.

- Que roupa é essa Sol? - Carol pergunta

- Maninha do céu, você não em São Paulo não. - Sol fala

- Gente quem liga pra roupa, você é o cobra vieram juntos? Luiza fala.

- Deixem minha roupa em paz, e eu e o cobra nos resolvemos e somos amigos isso. - Eu falo e elas encaram

- Amigos, aham sei. - Carol fala

Logo começou as músicas e as meninas desceram pra pista e eu fui atrás lógico, de baixo sentia o olhar do cobra sobre mim.

- eai gatinha, namora? - Pergunta um moço muito bonito me pergunta

- Oi, não namoro não. - Respondo

- Vamo ali no beco. - Ele fala e eu me assusto

- Melhor não. - Respondo

- Olha por mim pode ser aqui mesmo o nosso beijo. - Ele fala e eu sorrio de lado

- beija logo Sol. - Carol fala

- Escuta tua amiga Sol. - Ele fala e me beija, eu retribuo mais o beijo dele e mais violento bem mais rápido o do cobra não nem tem comparação

Vejo o menino cair no chão com um tiro no braço e olho pra trás vendo o cobra

louco de beijar minha mina Vk. - Cobra grita

- Ela disse que não namorava. - O garoto responde no chão

- E você Sol, vem comigo. - Ele fala me puxando

- Eu não quero ir. - Grito morrendo de medo

- Anda logo,não tenho tempo. - Ele sai me arrastando.

Ele sobe na moto e eu subo, ele acelera até chegar na casa dele.

- doida de beijar aquele cara? - ele grita

- fala baixo por favor. - Falo chorando

- Agora tu chora filha da puta, na hora de beijar os cara tu tava alegre. - Ele grita

- Cobra não temos nada, você pega todo mundo e eu não falo nada. - Eu falo e ele vem pra cima de mim segurando meu braço. Eu puxo ele pra um beijo que ele nega no começo mais logo ele retribui.

- Vamo levar junto essa briga pro quarto, colocar ela pra dormir. - eu falo

- Filha da puta me beijou pra não apanhar . - Ele fala e eu sorrio em meio do beijo. - Me puxa pro outro quarto, tem jeito ou não tem? Eu e você meu bem?

- Acho que tem jeito sim viu. - Falo e ele ri me puxando pro andar de cima e indo até o quarto dele.

Eu sabia que não ia acontecer nada além de beijos.

- Sol olha você não preparada, vem vamo assistir filme. - Ele fala e eu concordo tirando o sapato.

- Me empresta uma camisa. - Falo

- Pega ali. - Ele diz apontando pro closet.

Pego uma do flamengo, e ele me olha

- Porra loira, gatinha com o manto do mengão. - Ele fala e eu coro.

- Mais gata ainda com vergonha. - fala e eu começo  rir.

Deito do lado dele e ele escolhe um filme de ação mais em menos de 30 minutos ambos dormiram.

Acordo no outro dia cedo e vejo que cobra não está mais na cama, olho no relógio na parede e vejo que são 12:20, porra dormi de mais.

Levanto indo no banheiro do cobra mesmo,pego uma escova nova que no armário

Ouço vozes embaixo e desço.

- A noite foi boa em, dormiu até agora. - Luiza brinca.

- Até a camisa que ele odeia emprestar com ela. - Th fala.

- vem vou te emprestar uma roupa. - Luiza fala e eu vou atrás dela.


Mais um amores, beijos
Amo vocês
Vocês são incríveis

Vermelho FerrariOnde histórias criam vida. Descubra agora